Gestão de conhecimento
O que é Gestão de Conhecimento?
A Gestão de Conhecimento é um conjunto de práticas e estratégias que visam identificar, criar, representar, distribuir e permitir a adoção de conhecimentos dentro de uma organização. Este processo é fundamental para garantir que o conhecimento gerado seja utilizado de maneira eficaz, contribuindo para a inovação e a melhoria contínua dos serviços oferecidos. A Gestão de Conhecimento envolve tanto o conhecimento explícito, que pode ser facilmente documentado, quanto o conhecimento tácito, que é mais difícil de formalizar e compartilhar.
Importância da Gestão de Conhecimento
A Gestão de Conhecimento é crucial para as organizações que desejam se manter competitivas em um mercado em constante evolução. Ao gerenciar o conhecimento de forma eficaz, as empresas podem reduzir a redundância de esforços, evitar a perda de informações valiosas e promover uma cultura de aprendizado contínuo. Além disso, a Gestão de Conhecimento permite que as organizações se adaptem rapidamente às mudanças do mercado, melhorando a tomada de decisões e aumentando a eficiência operacional.
Componentes da Gestão de Conhecimento
Os principais componentes da Gestão de Conhecimento incluem a criação de conhecimento, a captura de informações, o armazenamento e a recuperação de dados, a disseminação de conhecimento e a aplicação prática desse conhecimento. Cada um desses componentes desempenha um papel vital na construção de um ambiente onde o conhecimento é valorizado e utilizado para impulsionar a inovação e a eficiência nos serviços prestados.
Tecnologias de Suporte à Gestão de Conhecimento
As tecnologias desempenham um papel fundamental na Gestão de Conhecimento, facilitando a captura, o armazenamento e a disseminação de informações. Ferramentas como sistemas de gestão de documentos, plataformas de colaboração e redes sociais corporativas são exemplos de tecnologias que ajudam as organizações a gerenciar seu conhecimento de forma mais eficaz. Essas ferramentas permitem que os colaboradores compartilhem informações e colaborem em tempo real, aumentando a agilidade e a eficiência dos processos.
Desafios da Gestão de Conhecimento
Apesar de sua importância, a Gestão de Conhecimento enfrenta diversos desafios. Um dos principais obstáculos é a resistência à mudança por parte dos colaboradores, que podem estar relutantes em compartilhar informações ou adotar novas práticas. Além disso, a sobrecarga de informações pode dificultar a identificação do conhecimento relevante. Para superar esses desafios, é essencial que as organizações promovam uma cultura de compartilhamento e incentivem a participação ativa de todos os colaboradores.
Processo de Implementação da Gestão de Conhecimento
A implementação de uma estratégia de Gestão de Conhecimento envolve várias etapas, incluindo a definição de objetivos claros, a identificação de fontes de conhecimento, a escolha de tecnologias adequadas e a criação de um plano de comunicação. É fundamental que a alta administração esteja envolvida no processo, pois seu apoio é crucial para o sucesso da iniciativa. Além disso, é importante monitorar e avaliar continuamente a eficácia das práticas de Gestão de Conhecimento adotadas.
Benefícios da Gestão de Conhecimento
Os benefícios da Gestão de Conhecimento são amplos e podem incluir a melhoria da eficiência operacional, a redução de custos, o aumento da inovação e a melhoria da satisfação do cliente. Ao garantir que o conhecimento certo esteja disponível para as pessoas certas no momento certo, as organizações podem tomar decisões mais informadas e ágeis, resultando em um desempenho superior no mercado. Além disso, a Gestão de Conhecimento pode ajudar a criar uma vantagem competitiva sustentável.
Gestão de Conhecimento e Inovação
A Gestão de Conhecimento está intimamente ligada à inovação, pois permite que as organizações aproveitem o conhecimento existente para desenvolver novos produtos, serviços e processos. Ao fomentar um ambiente onde a troca de ideias e a colaboração são incentivadas, as empresas podem estimular a criatividade e a experimentação, essenciais para a inovação. A Gestão de Conhecimento, portanto, não é apenas uma questão de eficiência, mas também uma estratégia para impulsionar a inovação e o crescimento.
Exemplos de Gestão de Conhecimento em Ação
Várias organizações têm implementado com sucesso práticas de Gestão de Conhecimento. Por exemplo, empresas de tecnologia frequentemente utilizam plataformas de colaboração para compartilhar conhecimento entre equipes, enquanto instituições acadêmicas desenvolvem repositórios de pesquisa para facilitar o acesso a informações. Esses exemplos demonstram como a Gestão de Conhecimento pode ser aplicada em diferentes contextos, contribuindo para a melhoria dos serviços e a promoção da inovação.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
Leia Também: Pela 1ª vez, missão à Lua terá uma mulher, um negro e um não americano
Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
LEIA MAIS
🏡 Casa Vogue agora está no WhatsApp! Clique aqui e siga nosso canal
Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
LEIA MAIS
A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
Revistas Newsletter
Fonte: Casa Vogue
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes
