Habilidades de comunicação eficaz
O que são Habilidades de Comunicação Eficaz?
Habilidades de comunicação eficaz referem-se à capacidade de transmitir informações de maneira clara e compreensível, facilitando a interação entre indivíduos. Essas habilidades são essenciais em diversos contextos, incluindo ambientes de trabalho, relacionamentos pessoais e situações sociais. A comunicação eficaz não se limita apenas à fala, mas também envolve a escuta ativa, a linguagem corporal e a capacidade de adaptar a mensagem ao público-alvo.
A Importância da Escuta Ativa
A escuta ativa é um componente fundamental das habilidades de comunicação eficaz. Ela envolve não apenas ouvir as palavras que estão sendo ditas, mas também compreender o significado por trás delas. Isso requer atenção plena e a disposição de responder de forma apropriada. A escuta ativa ajuda a construir relacionamentos mais fortes e a evitar mal-entendidos, promovendo um ambiente de diálogo aberto e respeitoso.
Comunicação Verbal e Não Verbal
A comunicação eficaz abrange tanto a comunicação verbal quanto a não verbal. A comunicação verbal envolve o uso de palavras, enquanto a comunicação não verbal inclui gestos, expressões faciais e posturas. Ambas as formas de comunicação devem estar alinhadas para transmitir uma mensagem clara. Por exemplo, uma pessoa pode dizer que está feliz, mas se sua linguagem corporal não corresponder, a mensagem pode ser mal interpretada.
Adaptação da Mensagem ao Público
Uma habilidade crucial em comunicação eficaz é a capacidade de adaptar a mensagem ao público. Isso significa considerar fatores como a idade, o nível de conhecimento e o contexto cultural dos ouvintes. Ao personalizar a comunicação, o emissor aumenta as chances de que a mensagem seja bem recebida e compreendida. Essa adaptação pode incluir o uso de jargões, exemplos relevantes e um tom apropriado.
Feedback e Comunicação Eficaz
O feedback é uma parte vital do processo de comunicação eficaz. Ele permite que os interlocutores ajustem suas mensagens e comportamentos com base nas reações do outro. Um feedback construtivo pode melhorar a compreensão e a colaboração, enquanto a falta de feedback pode levar a mal-entendidos e conflitos. É importante que o feedback seja específico, oportuno e respeitoso para ser realmente eficaz.
Empatia na Comunicação
A empatia é uma habilidade essencial que complementa as habilidades de comunicação eficaz. Ser capaz de se colocar no lugar do outro e entender suas emoções e perspectivas facilita uma comunicação mais profunda e significativa. A empatia ajuda a criar um ambiente de confiança, onde as pessoas se sentem à vontade para expressar suas opiniões e sentimentos, promovendo um diálogo mais aberto e honesto.
Uso de Tecnologia na Comunicação
Com o avanço da tecnologia, as habilidades de comunicação eficaz também se estenderam ao uso de ferramentas digitais. Plataformas de comunicação online, como e-mails, videoconferências e redes sociais, exigem que os indivíduos adaptem suas habilidades de comunicação para um formato digital. Isso inclui ser claro e conciso nas mensagens escritas e utilizar recursos visuais para complementar a comunicação verbal.
Comunicação em Equipes
Em ambientes de trabalho, as habilidades de comunicação eficaz são cruciais para o sucesso das equipes. A comunicação clara entre os membros da equipe garante que todos estejam alinhados em relação aos objetivos e responsabilidades. Além disso, uma boa comunicação promove a colaboração e a resolução de conflitos, permitindo que as equipes trabalhem de forma mais eficiente e produtiva.
Desenvolvendo Habilidades de Comunicação Eficaz
Desenvolver habilidades de comunicação eficaz requer prática e autoconhecimento. Participar de workshops, cursos e atividades de grupo pode ajudar a aprimorar essas habilidades. Além disso, a autoavaliação e a busca por feedback de colegas e mentores são fundamentais para identificar áreas de melhoria. Com o tempo, a prática constante levará a uma comunicação mais clara e impactante.
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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