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Horizontais

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Horizontais: Definição e Contexto

O termo “horizontais” refere-se a uma abordagem ou estratégia que se estende de maneira lateral, em oposição a uma verticalização. No contexto de serviços, isso pode se referir a empresas que oferecem uma gama diversificada de produtos ou serviços que atendem a diferentes segmentos de mercado, mas que estão interligados de alguma forma. Essa estratégia permite que as empresas atinjam uma base de clientes mais ampla e diversificada, aumentando sua presença no mercado.

Importância das Estratégias Horizontais

As estratégias horizontais são cruciais para empresas que buscam expandir suas operações sem necessariamente aumentar a profundidade de seus serviços. Ao adotar uma abordagem horizontal, as empresas podem diversificar suas ofertas, minimizando riscos e aproveitando sinergias entre diferentes áreas de atuação. Isso é especialmente relevante em mercados competitivos, onde a diferenciação é fundamental para a sobrevivência e o crescimento.

Exemplos de Serviços Horizontais

Um exemplo clássico de serviços horizontais pode ser encontrado em empresas de tecnologia que oferecem uma variedade de soluções, como software, hardware e serviços de consultoria. Essas empresas não se limitam a um único produto, mas sim criam um portfólio que abrange diversas necessidades dos clientes, permitindo que eles se tornem um ponto central para soluções integradas.

Vantagens da Abordagem Horizontal

Uma das principais vantagens da abordagem horizontal é a capacidade de atender a diferentes nichos de mercado simultaneamente. Isso não apenas aumenta a base de clientes, mas também permite que a empresa se adapte rapidamente às mudanças nas demandas do mercado. Além disso, a diversificação de serviços pode levar a uma maior fidelização dos clientes, que preferem trabalhar com um único fornecedor para múltiplas soluções.

Desafios das Estratégias Horizontais

Apesar das vantagens, as estratégias horizontais também apresentam desafios. A gestão de um portfólio diversificado pode ser complexa, exigindo habilidades e conhecimentos em várias áreas. Além disso, a comunicação de marca pode se tornar confusa se não for bem gerida, levando à diluição da identidade da empresa. Portanto, é essencial que as empresas que adotam essa abordagem tenham uma estratégia clara e bem definida.

Horizontais vs. Verticais

Enquanto as estratégias horizontais se concentram na diversificação de serviços, as estratégias verticais se concentram na profundidade de um único serviço ou produto. Ambas as abordagens têm seus méritos, e a escolha entre elas depende das metas e capacidades da empresa. As horizontais podem ser mais adequadas para empresas que desejam crescer rapidamente e capturar diferentes segmentos de mercado, enquanto as verticais podem ser mais eficazes para empresas que buscam especialização e liderança em um nicho específico.

O Papel da Inovação nas Estratégias Horizontais

A inovação desempenha um papel fundamental nas estratégias horizontais. Para se destacar em um mercado saturado, as empresas precisam constantemente desenvolver novos serviços e aprimorar os existentes. Isso não apenas atrai novos clientes, mas também mantém os clientes atuais engajados e satisfeitos. A capacidade de inovar e se adaptar rapidamente às mudanças nas necessidades dos consumidores é um diferencial competitivo importante.

Horizontais e Marketing Digital

No contexto do marketing digital, as estratégias horizontais podem ser promovidas através de campanhas que destacam a diversidade de serviços oferecidos. O uso de SEO, marketing de conteúdo e redes sociais é essencial para alcançar diferentes públicos e comunicar efetivamente a proposta de valor da empresa. A segmentação de anúncios e a personalização de conteúdo são táticas que podem maximizar o impacto das estratégias horizontais.

Futuro das Estratégias Horizontais

O futuro das estratégias horizontais parece promissor, especialmente com o aumento da digitalização e a crescente demanda por soluções integradas. À medida que os consumidores se tornam mais exigentes, as empresas que conseguem oferecer uma gama diversificada de serviços de forma coesa e eficaz estarão em uma posição vantajosa. A capacidade de se adaptar e inovar será crucial para o sucesso contínuo das estratégias horizontais no mercado.

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Tecnologia

Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

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Fontes: Notícias ao Minuto

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Arquitetura

Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

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Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue

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Arquitetura

Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis

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Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”



Fonte: Casa Vogue

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