Identificação de requisitos
O que é Identificação de Requisitos?
A Identificação de requisitos é um processo fundamental na gestão de projetos e no desenvolvimento de sistemas, que visa entender e documentar as necessidades e expectativas dos stakeholders. Este processo é crucial para garantir que o produto final atenda às demandas do cliente e funcione de acordo com as especificações desejadas. A identificação de requisitos envolve a coleta de informações através de entrevistas, questionários, workshops e análise de documentos existentes, permitindo que a equipe de projeto tenha uma visão clara do que precisa ser desenvolvido.
Importância da Identificação de Requisitos
Compreender a importância da identificação de requisitos é essencial para o sucesso de qualquer projeto. Um levantamento adequado de requisitos ajuda a evitar retrabalho, economiza tempo e recursos, e aumenta a satisfação do cliente. Além disso, a identificação de requisitos bem feita serve como base para o planejamento, desenvolvimento e testes do projeto, garantindo que todos os aspectos sejam considerados e que o produto final atenda às expectativas do usuário.
Tipos de Requisitos
Os requisitos podem ser classificados em diferentes categorias, sendo as mais comuns os requisitos funcionais e não funcionais. Os requisitos funcionais descrevem o que o sistema deve fazer, ou seja, as funcionalidades que devem ser implementadas. Já os requisitos não funcionais abordam aspectos como desempenho, segurança, usabilidade e confiabilidade do sistema. A identificação de ambos os tipos de requisitos é crucial para garantir que o produto final não apenas funcione, mas também ofereça uma boa experiência ao usuário.
Técnicas de Identificação de Requisitos
Existem diversas técnicas que podem ser utilizadas na identificação de requisitos, cada uma com suas vantagens e desvantagens. Entre as mais comuns estão entrevistas, questionários, brainstorming, prototipagem e análise de casos de uso. A escolha da técnica mais adequada depende do contexto do projeto, do perfil dos stakeholders e da complexidade dos requisitos a serem levantados. É importante que a equipe de projeto esteja familiarizada com essas técnicas para aplicar a mais eficaz em cada situação.
Desafios na Identificação de Requisitos
A identificação de requisitos pode apresentar diversos desafios, como a comunicação ineficaz entre os stakeholders, a falta de clareza nas expectativas e a resistência a mudanças. Além disso, requisitos podem ser mal interpretados ou não documentados adequadamente, levando a falhas no desenvolvimento. Para superar esses desafios, é fundamental estabelecer um ambiente colaborativo, onde todos os envolvidos possam expressar suas opiniões e preocupações, e utilizar técnicas de validação para garantir que os requisitos estejam bem definidos.
Documentação de Requisitos
A documentação de requisitos é uma etapa crítica que deve ser realizada após a identificação. Essa documentação deve ser clara, concisa e acessível a todos os stakeholders. Ela pode incluir descrições detalhadas dos requisitos, diagramas, protótipos e critérios de aceitação. Uma boa documentação serve como referência durante todo o ciclo de vida do projeto, facilitando a comunicação entre a equipe e os stakeholders e garantindo que todos estejam alinhados quanto às expectativas e objetivos do projeto.
Validação de Requisitos
A validação de requisitos é o processo de garantir que os requisitos identificados sejam corretos, completos e viáveis. Isso pode ser feito através de revisões, testes e feedback dos stakeholders. A validação é essencial para evitar problemas futuros, pois requisitos mal definidos podem levar a falhas no produto final. É importante que a validação ocorra em diferentes fases do projeto, permitindo ajustes e correções antes que o desenvolvimento avance.
Ferramentas para Identificação de Requisitos
Existem diversas ferramentas disponíveis que podem auxiliar na identificação de requisitos, desde softwares de gerenciamento de projetos até plataformas de prototipagem e colaboração. Essas ferramentas ajudam a organizar as informações coletadas, facilitam a comunicação entre a equipe e os stakeholders e permitem que os requisitos sejam documentados de forma estruturada. A escolha da ferramenta ideal depende das necessidades específicas do projeto e da familiaridade da equipe com as tecnologias disponíveis.
O Papel do Analista de Requisitos
O analista de requisitos desempenha um papel crucial na identificação e documentação de requisitos. Esse profissional é responsável por intermediar a comunicação entre os stakeholders e a equipe de desenvolvimento, garantindo que as necessidades do cliente sejam compreendidas e traduzidas em requisitos claros e acionáveis. Além disso, o analista de requisitos deve ter habilidades de escuta ativa, empatia e conhecimento técnico para lidar com as complexidades do projeto e facilitar o processo de identificação de requisitos.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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