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John Logie Baird

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Quem foi John Logie Baird?

John Logie Baird foi um inventor escocês, amplamente reconhecido como o pai da televisão. Nascido em 13 de agosto de 1888, em Helensburgh, na Escócia, Baird fez contribuições significativas para o desenvolvimento da tecnologia de transmissão de imagens em movimento. Seu trabalho pioneiro no início do século XX estabeleceu as bases para a televisão moderna, e suas inovações continuam a influenciar a indústria até hoje.

Invenções de John Logie Baird

Entre as invenções mais notáveis de John Logie Baird está o primeiro sistema de televisão mecânica, que ele demonstrou publicamente em 1926. Baird utilizou um disco de Nipkow, um dispositivo que permitia a transmissão de imagens em baixa resolução. Além disso, ele foi responsável pela primeira transmissão de televisão em cores e pela primeira transmissão transatlântica de televisão, mostrando sua capacidade de inovação e visão futurista.

O primeiro teste de transmissão de televisão

Em 1924, Baird realizou o primeiro teste de transmissão de televisão em sua casa em Londres, onde conseguiu transmitir imagens de sombras e formas. Esse experimento inicial foi um marco na história da televisão, pois demonstrou que era possível transmitir imagens através de ondas eletromagnéticas. A partir desse momento, Baird começou a trabalhar em um sistema mais avançado que resultaria em suas famosas demonstrações públicas.

A primeira transmissão pública

No dia 30 de setembro de 1929, John Logie Baird fez a primeira transmissão pública de televisão para uma audiência em Londres. Essa apresentação foi um sucesso e atraiu a atenção da mídia e do público, solidificando a reputação de Baird como um dos principais inventores da época. Durante essa transmissão, ele exibiu imagens de pessoas em movimento, um feito impressionante para a tecnologia da época.

Desenvolvimento da televisão em cores

Baird não se contentou em apenas criar a televisão em preto e branco. Em 1928, ele desenvolveu um sistema de televisão em cores, que utilizava filtros de cores para transmitir imagens mais vibrantes e realistas. Embora seu sistema de cores não tenha sido adotado comercialmente na época, ele foi um precursor das tecnologias de televisão em cores que se tornariam padrão nas décadas seguintes.

Contribuições para a televisão moderna

As contribuições de John Logie Baird para a televisão moderna são inegáveis. Seu trabalho pioneiro em transmissão de imagens e desenvolvimento de sistemas de televisão mecânica e eletrônica ajudou a moldar a forma como consumimos mídia hoje. Baird também foi um defensor da televisão como um meio de comunicação de massa, acreditando em seu potencial para educar e entreter o público.

Reconhecimento e legado

John Logie Baird recebeu diversos prêmios e honrarias ao longo de sua vida, incluindo a Medalha de Ouro da Royal Society of Arts. Seu legado perdura, não apenas através de suas invenções, mas também por meio do impacto que teve na indústria da televisão. Baird é frequentemente lembrado em documentários e exposições sobre a história da televisão, e seu nome é sinônimo de inovação e criatividade.

Fatos interessantes sobre John Logie Baird

Um fato interessante sobre Baird é que ele era parcialmente cego, o que não o impediu de se tornar um dos maiores inventores da história da televisão. Além disso, ele era um autodidata, tendo aprendido sobre eletricidade e engenharia por conta própria. Sua determinação e paixão pela invenção o levaram a realizar feitos que muitos consideravam impossíveis na época.

A influência de Baird na cultura popular

A influência de John Logie Baird na cultura popular é evidente em diversas mídias, incluindo filmes, livros e programas de televisão que abordam a história da tecnologia. Ele é frequentemente retratado como um visionário que desafiou as normas da época e abriu caminho para o futuro da comunicação visual. Sua história inspira novas gerações de inventores e criadores em todo o mundo.

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Tecnologia

Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

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Fontes: Notícias ao Minuto

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Arquitetura

Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

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Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue

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Arquitetura

Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis

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Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”



Fonte: Casa Vogue

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