Jornada ágil
O que é Jornada Ágil?
A Jornada Ágil refere-se a um conjunto de práticas e metodologias que visam otimizar processos e aumentar a eficiência em projetos, especialmente no contexto de desenvolvimento de software e gestão de equipes. Essa abordagem se baseia em princípios ágeis, que promovem a flexibilidade, a colaboração e a entrega contínua de valor ao cliente. A Jornada Ágil é, portanto, um caminho que as organizações percorrem para se tornarem mais adaptáveis e responsivas às mudanças do mercado.
Princípios da Jornada Ágil
Os princípios da Jornada Ágil são fundamentais para a sua implementação bem-sucedida. Entre eles, destaca-se a ênfase na comunicação aberta e na colaboração entre as equipes, o foco na entrega de incrementos de produto em ciclos curtos e a adaptação contínua às necessidades do cliente. Esses princípios são frequentemente documentados no Manifesto Ágil, que serve como um guia para as práticas ágeis e ajuda as organizações a manterem-se alinhadas com os objetivos da Jornada Ágil.
Metodologias Ágeis na Jornada Ágil
Dentre as diversas metodologias que podem ser aplicadas na Jornada Ágil, destacam-se o Scrum, Kanban e Lean. O Scrum é uma abordagem que organiza o trabalho em sprints, permitindo entregas rápidas e frequentes. O Kanban, por sua vez, foca na visualização do fluxo de trabalho e na limitação do trabalho em progresso, enquanto o Lean busca eliminar desperdícios e maximizar o valor entregue. A escolha da metodologia depende das necessidades específicas da equipe e do projeto em questão.
Benefícios da Jornada Ágil
A adoção da Jornada Ágil traz uma série de benefícios significativos para as organizações. Entre os principais, podemos citar a melhoria na comunicação interna, a redução do tempo de entrega de produtos, a maior satisfação do cliente e a capacidade de se adaptar rapidamente a mudanças. Além disso, equipes que seguem a Jornada Ágil tendem a ser mais motivadas e engajadas, uma vez que têm mais autonomia e responsabilidade sobre seu trabalho.
Desafios na Implementação da Jornada Ágil
Embora a Jornada Ágil ofereça muitos benefícios, sua implementação não é isenta de desafios. A resistência à mudança por parte da equipe, a falta de compreensão dos princípios ágeis e a dificuldade em adaptar processos existentes são alguns dos obstáculos que podem surgir. Para superar esses desafios, é essencial promover uma cultura organizacional que valorize a agilidade e o aprendizado contínuo, além de fornecer treinamento e suporte adequados às equipes.
Ferramentas para Apoiar a Jornada Ágil
Existem diversas ferramentas que podem facilitar a Jornada Ágil, ajudando equipes a gerenciar tarefas, colaborar e monitorar o progresso. Ferramentas como Jira, Trello e Asana são populares entre equipes ágeis, pois oferecem funcionalidades que permitem a visualização do fluxo de trabalho e a gestão de backlog. A escolha da ferramenta ideal deve considerar as necessidades específicas da equipe e a metodologia ágil adotada.
O Papel do Scrum Master na Jornada Ágil
O Scrum Master desempenha um papel crucial na Jornada Ágil, atuando como um facilitador que ajuda a equipe a seguir os princípios e práticas do Scrum. Essa figura é responsável por remover impedimentos, promover a colaboração e garantir que a equipe esteja focada em suas metas. Além disso, o Scrum Master deve atuar como um coach, orientando a equipe na adoção de uma mentalidade ágil e na melhoria contínua de seus processos.
Importância do Feedback na Jornada Ágil
O feedback é um componente essencial da Jornada Ágil, pois permite que as equipes aprendam e se adaptem rapidamente. Através de reuniões regulares, como as retrospectivas, as equipes podem discutir o que funcionou bem e o que precisa ser melhorado. Essa prática de feedback contínuo não apenas melhora a qualidade do trabalho, mas também fortalece a colaboração e a confiança entre os membros da equipe.
Jornada Ágil e Transformação Digital
A Jornada Ágil está intrinsecamente ligada à transformação digital, uma vez que ambas buscam aumentar a eficiência e a adaptabilidade das organizações. A implementação de práticas ágeis pode acelerar a transformação digital, permitindo que as empresas respondam rapidamente às mudanças nas demandas do mercado e aproveitem novas oportunidades. Assim, a Jornada Ágil se torna um pilar fundamental para o sucesso na era digital.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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