Joystick
O que é um Joystick?
Um joystick é um dispositivo de entrada utilizado para controlar a movimentação de objetos em jogos eletrônicos e simulações. Comumente associado a consoles de videogame e computadores, o joystick permite uma interação mais intuitiva e precisa, proporcionando uma experiência de jogo mais imersiva. Ele é composto por uma alavanca que se move em várias direções e botões que podem ser pressionados para executar ações específicas.
Tipos de Joysticks
Existem diversos tipos de joysticks disponíveis no mercado, cada um projetado para atender a diferentes necessidades e preferências dos usuários. Os joysticks analógicos, por exemplo, oferecem uma resposta mais suave e são ideais para jogos que requerem precisão, como simuladores de voo. Já os joysticks digitais são mais simples e costumam ser usados em jogos de arcade, onde a rapidez de resposta é crucial.
Como Funciona um Joystick?
O funcionamento de um joystick é baseado em sensores que detectam o movimento da alavanca e a pressão dos botões. Quando o usuário move a alavanca, os sensores enviam sinais ao computador ou console, que interpreta esses comandos e os traduz em ações dentro do jogo. Essa comunicação é feita através de conexões USB ou sem fio, dependendo do modelo do joystick.
Vantagens do Uso de Joysticks
Os joysticks oferecem várias vantagens em comparação com outros dispositivos de entrada, como teclados e mouses. Eles proporcionam um controle mais ergonômico e confortável, especialmente em longas sessões de jogo. Além disso, a capacidade de movimentação em múltiplas direções permite uma jogabilidade mais fluida e responsiva, o que é especialmente benéfico em jogos de ação e aventura.
Joystick e Realidade Virtual
Com o avanço da tecnologia, os joysticks também têm se integrado ao mundo da realidade virtual (VR). Eles são utilizados para melhorar a experiência do usuário, permitindo um controle mais natural e intuitivo em ambientes virtuais. Joysticks projetados especificamente para VR geralmente possuem sensores adicionais e feedback tátil, aumentando ainda mais a imersão.
Joystick para Simuladores de Voo
Os joysticks são particularmente populares entre os entusiastas de simuladores de voo. Esses dispositivos são projetados para replicar a sensação de pilotar uma aeronave, oferecendo controles que imitam os encontrados em cockpits reais. Muitos modelos incluem botões programáveis e manetes de potência, permitindo uma experiência de simulação mais realista e envolvente.
Manutenção e Cuidados com Joysticks
Para garantir a durabilidade e o bom funcionamento do joystick, é importante realizar manutenção regular. Isso inclui a limpeza dos botões e da alavanca, bem como a verificação de conexões e cabos. Evitar quedas e impactos também é fundamental, pois esses dispositivos são sensíveis e podem ser danificados facilmente.
Joystick e Competição
No cenário competitivo dos eSports, o uso de joysticks é bastante comum, especialmente em jogos de luta e corrida. Jogadores profissionais frequentemente utilizam joysticks personalizados, que oferecem uma vantagem em termos de conforto e desempenho. Esses dispositivos são projetados para atender às necessidades específicas dos jogadores, com ajustes em sensibilidade e layout de botões.
Futuro dos Joysticks
O futuro dos joysticks parece promissor, com inovações tecnológicas que prometem melhorar ainda mais a experiência do usuário. A integração com inteligência artificial e feedback háptico mais avançado pode transformar a maneira como interagimos com jogos e simulações. À medida que a tecnologia avança, os joysticks continuarão a evoluir, oferecendo novas possibilidades para os gamers.
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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