Justificativa
O que é Justificativa?
A Justificativa é um elemento essencial em diversos contextos, especialmente em serviços, onde a clareza e a transparência são fundamentais. Trata-se de uma explicação que visa esclarecer o porquê de uma decisão, ação ou proposta. Em ambientes corporativos, a Justificativa pode ser utilizada para embasar decisões estratégicas, orçamentárias ou operacionais, permitindo que stakeholders compreendam as razões por trás de cada movimento.
Importância da Justificativa em Serviços
No segmento de serviços, a Justificativa desempenha um papel crucial na construção de confiança entre prestadores e clientes. Quando um serviço é oferecido, é vital que o cliente entenda as razões que sustentam a proposta, seja em termos de preço, qualidade ou metodologia. Uma Justificativa bem elaborada pode ser o diferencial que convence o cliente a optar por um serviço em detrimento de outro, evidenciando a expertise e a seriedade do prestador.
Elementos de uma Justificativa Eficaz
Uma Justificativa eficaz deve conter elementos claros e objetivos. Primeiramente, é necessário apresentar o contexto da situação, seguido pela descrição das alternativas consideradas. Em seguida, a Justificativa deve expor os critérios utilizados para a escolha da alternativa proposta, incluindo dados e evidências que sustentem a decisão. Por fim, é importante concluir com os benefícios esperados, reforçando a relevância da decisão tomada.
Justificativa em Projetos
Em projetos, a Justificativa é um componente fundamental que ajuda a alinhar expectativas e objetivos entre todos os envolvidos. Ela deve explicar por que o projeto é necessário, quais problemas ele visa resolver e como os resultados esperados impactarão a organização. Uma Justificativa clara e convincente pode facilitar a aprovação de recursos e o engajamento das partes interessadas, sendo um documento que deve ser revisado e atualizado conforme o projeto avança.
Justificativa e Comunicação
A comunicação da Justificativa é tão importante quanto sua elaboração. É essencial que a Justificativa seja apresentada de forma clara e acessível, utilizando uma linguagem que seja compreensível para todos os públicos envolvidos. Isso inclui a utilização de gráficos, tabelas e outros recursos visuais que possam facilitar a compreensão das informações apresentadas. Uma boa comunicação pode aumentar a aceitação da Justificativa e, consequentemente, o sucesso da proposta.
Justificativa em Licitações
Em processos de licitação, a Justificativa é um documento que pode determinar o sucesso ou fracasso de uma proposta. É fundamental que a Justificativa demonstre como a oferta atende às exigências do edital e quais são os diferenciais que a tornam a melhor escolha. Além disso, deve incluir informações sobre a capacidade técnica e operacional da empresa, assegurando que a proposta não apenas atende, mas supera as expectativas do contratante.
Justificativa e Sustentabilidade
Nos dias atuais, a Justificativa também deve considerar aspectos de sustentabilidade. As empresas são cada vez mais cobradas a justificar suas ações em relação ao meio ambiente e à responsabilidade social. Portanto, incluir na Justificativa informações sobre como o serviço ou projeto contribui para a sustentabilidade pode ser um diferencial competitivo, atraindo clientes que valorizam práticas responsáveis e éticas.
Justificativa e Análise de Risco
A análise de risco é um componente que deve ser considerado na elaboração da Justificativa. Identificar e justificar os riscos associados a uma decisão ou projeto é fundamental para a transparência e a gestão eficaz. A Justificativa deve incluir uma avaliação dos riscos, bem como as estratégias que serão adotadas para mitigá-los, demonstrando que a empresa está preparada para lidar com possíveis adversidades.
Justificativa e Melhoria Contínua
Por fim, a Justificativa deve estar alinhada com a cultura de melhoria contínua da organização. Ao justificar decisões e ações, as empresas podem identificar áreas de melhoria e oportunidades de inovação. A Justificativa não deve ser vista apenas como um documento formal, mas como uma ferramenta que contribui para o aprendizado organizacional e a evolução dos processos e serviços oferecidos.
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
Leia Também: Pela 1ª vez, missão à Lua terá uma mulher, um negro e um não americano
Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
LEIA MAIS
🏡 Casa Vogue agora está no WhatsApp! Clique aqui e siga nosso canal
Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
LEIA MAIS
A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
Revistas Newsletter
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes
