Layout visual
O que é Layout Visual?
O Layout Visual refere-se à disposição e organização dos elementos gráficos em uma página, seja ela digital ou impressa. Essa estrutura é fundamental para garantir que a comunicação visual seja clara e eficaz, permitindo que os usuários naveguem e interajam com o conteúdo de forma intuitiva. Um bom layout visual considera aspectos como hierarquia, alinhamento, contraste e espaço em branco, todos essenciais para criar uma experiência agradável e funcional para o usuário.
Importância do Layout Visual
A importância do Layout Visual não pode ser subestimada, pois ele desempenha um papel crucial na percepção do usuário sobre um site ou material impresso. Um layout bem projetado não apenas atrai a atenção, mas também facilita a compreensão da mensagem que se deseja transmitir. Além disso, um layout visual coerente e harmonioso pode aumentar a credibilidade da marca, melhorando a experiência do usuário e, consequentemente, as taxas de conversão.
Elementos do Layout Visual
Os principais elementos que compõem um Layout Visual incluem tipografia, cores, imagens, ícones e espaçamento. A tipografia deve ser legível e adequada ao tom da comunicação, enquanto as cores devem ser escolhidas com base na psicologia das cores e na identidade da marca. As imagens e ícones devem complementar o texto, reforçando a mensagem sem sobrecarregar o visual. O espaçamento é igualmente importante, pois ajuda a criar uma hierarquia visual e a guiar o olhar do usuário através da página.
Princípios do Layout Visual
Existem vários princípios fundamentais que orientam a criação de um Layout Visual eficaz. Entre eles, destacam-se a proximidade, que sugere que elementos relacionados devem ser agrupados; a repetição, que reforça a identidade visual por meio da consistência; e o contraste, que ajuda a destacar informações importantes. A aplicação desses princípios permite que designers criem layouts que não apenas sejam esteticamente agradáveis, mas também funcionais e intuitivos.
Tipos de Layout Visual
Os tipos de Layout Visual podem variar conforme o objetivo e o meio de comunicação. Entre os mais comuns estão o layout em grade, que organiza os elementos em colunas e linhas; o layout em bloco, que utiliza seções distintas para separar informações; e o layout livre, que permite uma disposição mais criativa e orgânica. Cada tipo de layout tem suas próprias vantagens e desvantagens, e a escolha deve ser feita com base nas necessidades específicas do projeto.
Ferramentas para Criar Layouts Visuais
Atualmente, existem diversas ferramentas disponíveis para a criação de Layouts Visuais, que variam desde softwares de design gráfico até plataformas online. Ferramentas como Adobe XD, Figma e Sketch são amplamente utilizadas por designers para criar protótipos e layouts interativos. Além disso, existem opções mais simples, como Canva e Crello, que permitem que usuários sem experiência em design criem layouts atraentes com facilidade.
Layout Visual e SEO
O Layout Visual também desempenha um papel importante na otimização para motores de busca (SEO). Um layout bem estruturado não apenas melhora a experiência do usuário, mas também facilita a indexação do conteúdo pelos motores de busca. Elementos como títulos, subtítulos e imagens otimizadas contribuem para uma melhor classificação nos resultados de busca. Portanto, ao criar um layout visual, é essencial considerar as práticas de SEO para maximizar a visibilidade online.
Testes de Usabilidade em Layouts Visuais
Realizar testes de usabilidade é uma etapa crucial no desenvolvimento de Layouts Visuais. Esses testes permitem que os designers observem como os usuários interagem com o layout e identifiquem possíveis problemas de navegação ou compreensão. Feedbacks diretos dos usuários podem fornecer insights valiosos que ajudam a aprimorar o design, garantindo que o layout atenda às expectativas e necessidades do público-alvo.
Tendências em Layout Visual
As tendências em Layout Visual estão em constante evolução, refletindo mudanças nas preferências dos usuários e nas tecnologias disponíveis. Atualmente, tendências como o uso de layouts responsivos, minimalismo, tipografia ousada e animações sutis estão em alta. Manter-se atualizado sobre essas tendências é fundamental para designers que desejam criar layouts que não apenas sejam modernos, mas também eficazes em engajar e converter usuários.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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