Leonardo Torres Quevedo
Leonardo Torres Quevedo: Um Pioneiro da Engenharia e da Computação
Leonardo Torres Quevedo foi um destacado inventor e engenheiro espanhol, nascido em 1852, que se destacou por suas contribuições significativas em diversas áreas, incluindo a automação, a matemática e a computação. Seu trabalho inovador o posicionou como um dos precursores da computação moderna, muito antes do advento dos computadores eletrônicos. Torres Quevedo é frequentemente lembrado por suas invenções que anteciparam conceitos que hoje são fundamentais na tecnologia da informação.
Invenções e Contribuições de Leonardo Torres Quevedo
Entre as invenções mais notáveis de Leonardo Torres Quevedo, destaca-se o “jogo de xadrez automático”, que foi um dos primeiros exemplos de um programa de computador. Este dispositivo, criado em 1912, era capaz de jogar xadrez contra um oponente humano, utilizando uma combinação de mecânica e lógica. Essa invenção não apenas demonstrou a viabilidade de máquinas que podiam realizar tarefas intelectuais, mas também lançou as bases para o desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial.
O Papel de Torres Quevedo na Automação
Leonardo Torres Quevedo também foi um pioneiro na automação, tendo projetado e construído diversos dispositivos que facilitavam a realização de tarefas complexas. Um exemplo marcante é o “telekino”, um sistema de controle remoto que permitia operar máquinas à distância. Essa invenção é considerada uma precursora das tecnologias de controle remoto que conhecemos hoje, influenciando o desenvolvimento de sistemas de comunicação e automação industrial.
Contribuições para a Matemática e a Lógica
Além de suas inovações tecnológicas, Torres Quevedo fez importantes contribuições para a matemática, especialmente na área da lógica. Ele desenvolveu teorias que ajudaram a formalizar conceitos matemáticos e lógicos, influenciando o pensamento matemático do século XX. Seu trabalho na lógica matemática é reconhecido como uma base para o desenvolvimento de algoritmos e sistemas computacionais modernos.
Reconhecimento e Legado de Leonardo Torres Quevedo
O legado de Leonardo Torres Quevedo é imenso e continua a ser celebrado em várias partes do mundo. Sua visão e criatividade não apenas moldaram o campo da engenharia, mas também abriram caminho para o desenvolvimento de tecnologias que hoje são essenciais em nosso cotidiano. Instituições acadêmicas e centros de pesquisa frequentemente homenageiam seu trabalho, destacando sua importância na história da ciência e da tecnologia.
Impacto na Indústria da Tecnologia da Informação
As inovações de Torres Quevedo tiveram um impacto duradouro na indústria da tecnologia da informação. Suas ideias sobre automação e controle remoto são amplamente utilizadas em sistemas modernos, como drones e robótica. A capacidade de programar máquinas para realizar tarefas específicas, um conceito que ele ajudou a desenvolver, é fundamental para a evolução da inteligência artificial e da computação em nuvem.
Leonardo Torres Quevedo e a Educação
O trabalho de Leonardo Torres Quevedo também teve um impacto significativo na educação em ciência e tecnologia. Seus conceitos e invenções são frequentemente utilizados como exemplos em currículos de engenharia e ciência da computação, inspirando novas gerações de engenheiros e cientistas. A importância de sua obra é reconhecida em conferências e simpósios acadêmicos, onde suas contribuições são discutidas e analisadas.
Publicações e Estudos sobre Torres Quevedo
Vários estudos e publicações acadêmicas têm sido dedicados a explorar a vida e as invenções de Leonardo Torres Quevedo. Esses trabalhos não apenas documentam suas realizações, mas também analisam seu impacto na evolução da tecnologia e da ciência. A pesquisa sobre Torres Quevedo continua a crescer, refletindo o interesse duradouro por suas contribuições e a relevância de seu trabalho no contexto contemporâneo.
Eventos e Homenagens a Leonardo Torres Quevedo
Ao longo dos anos, diversos eventos e homenagens têm sido realizados em memória de Leonardo Torres Quevedo. Conferências, exposições e seminários são organizados para celebrar suas inovações e discutir seu impacto na ciência e na tecnologia. Essas iniciativas ajudam a manter viva a memória de um dos grandes pioneiros da engenharia e da computação, garantindo que suas contribuições não sejam esquecidas.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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