Lote
O que é um Lote?
Um lote é uma unidade de medida que representa uma quantidade específica de produtos ou serviços, frequentemente utilizada em transações comerciais e na gestão de inventário. No contexto de serviços, um lote pode se referir a um grupo de tarefas ou atividades que são realizadas em conjunto, facilitando a organização e a execução de projetos. A definição de um lote pode variar conforme o setor, mas sua importância na otimização de processos é universal.
Tipos de Lotes
Existem diferentes tipos de lotes que podem ser aplicados em diversas áreas de negócios. Por exemplo, no setor de manufatura, um lote pode ser uma quantidade de produtos fabricados em um único ciclo de produção. Já em serviços, um lote pode ser um conjunto de atendimentos realizados em um período específico. Compreender os diferentes tipos de lotes é essencial para a gestão eficiente de recursos e para a maximização da produtividade.
Importância do Lote na Gestão de Projetos
No gerenciamento de projetos, a utilização de lotes é crucial para o planejamento e a execução eficaz das atividades. A divisão de um projeto em lotes permite que as equipes se concentrem em tarefas específicas, melhorando a eficiência e reduzindo o tempo de entrega. Além disso, a gestão de lotes ajuda a identificar gargalos e a otimizar o fluxo de trabalho, resultando em um desempenho geral superior.
Como Calcular Lotes
O cálculo de lotes envolve a determinação da quantidade ideal de produtos ou serviços a serem agrupados para maximizar a eficiência e minimizar custos. Para calcular um lote, é necessário considerar fatores como a demanda, o tempo de produção e os custos operacionais. Ferramentas de análise e software de gestão podem auxiliar nesse processo, proporcionando dados precisos que ajudam na tomada de decisões estratégicas.
Vantagens de Trabalhar com Lotes
Trabalhar com lotes oferece diversas vantagens, como a redução de desperdícios, a melhoria na gestão de tempo e a otimização de recursos. Ao agrupar tarefas ou produtos, as empresas podem economizar em custos operacionais e aumentar a eficiência. Além disso, a utilização de lotes facilita a previsão de demanda e o planejamento de estoques, contribuindo para uma operação mais ágil e responsiva.
Desvantagens dos Lotes
Apesar das vantagens, trabalhar com lotes também apresenta desvantagens. Um dos principais desafios é a necessidade de um planejamento rigoroso, pois um erro na definição do tamanho do lote pode levar a excessos ou faltas de produtos ou serviços. Além disso, a rigidez na gestão de lotes pode limitar a flexibilidade das operações, dificultando a adaptação a mudanças rápidas no mercado.
Exemplos de Aplicação de Lotes em Serviços
Em serviços, a aplicação de lotes pode ser vista em diversas situações, como em agendamentos de consultas médicas, onde um lote pode representar um grupo de pacientes atendidos em um mesmo período. Outro exemplo é em serviços de entrega, onde um lote pode ser um conjunto de pacotes a serem entregues em uma mesma rota. Esses exemplos ilustram como a gestão de lotes é fundamental para a eficiência operacional em serviços.
Impacto dos Lotes na Satisfação do Cliente
A gestão eficaz de lotes pode ter um impacto significativo na satisfação do cliente. Quando os serviços são entregues de forma organizada e eficiente, os clientes tendem a perceber um valor maior na experiência. Por outro lado, a má gestão de lotes pode resultar em atrasos e insatisfação, afetando a reputação da empresa e a fidelização do cliente. Portanto, é essencial que as empresas priorizem a gestão de lotes para garantir a satisfação do cliente.
Tendências Futuras na Gestão de Lotes
Com o avanço da tecnologia, a gestão de lotes está se tornando cada vez mais sofisticada. Ferramentas de automação e inteligência artificial estão sendo utilizadas para otimizar o planejamento e a execução de lotes, permitindo uma gestão mais precisa e eficiente. Além disso, a análise de dados em tempo real está se tornando uma prática comum, possibilitando ajustes dinâmicos na gestão de lotes conforme as necessidades do mercado.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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