Manifold
O que é Manifold?
Manifold é um termo utilizado em diversas áreas, incluindo engenharia, automação e até mesmo em serviços de software. Em sua essência, um manifold é um dispositivo que distribui ou coleta fluidos, gases ou energia, permitindo que esses elementos sejam direcionados para diferentes caminhos ou sistemas. No contexto de serviços, o manifold pode se referir a sistemas que otimizam a distribuição de recursos, melhorando a eficiência operacional.
Tipos de Manifolds
Existem vários tipos de manifolds, cada um projetado para atender a necessidades específicas. Os manifolds hidráulicos, por exemplo, são utilizados em sistemas de controle de fluidos, enquanto os manifolds pneumáticos são empregados em aplicações que envolvem ar comprimido. Além disso, os manifolds de gás são comuns em indústrias que lidam com combustíveis e gases industriais, permitindo uma gestão eficaz e segura desses materiais.
Aplicações de Manifold em Serviços
No setor de serviços, o manifold pode ser aplicado em diversas áreas, como na automação industrial, onde é utilizado para otimizar processos de produção. Por exemplo, em uma linha de montagem, um manifold pode ser responsável por distribuir ar comprimido para diferentes ferramentas pneumáticas, garantindo que todas funcionem de maneira eficiente e sincronizada. Essa aplicação é crucial para aumentar a produtividade e reduzir custos operacionais.
Manifold em Sistemas de Software
Além das aplicações físicas, o conceito de manifold também se estende ao mundo digital, especialmente em sistemas de software. Em arquitetura de software, um manifold pode ser visto como um ponto de integração que conecta diferentes serviços ou microserviços, permitindo que eles se comuniquem de forma eficaz. Essa abordagem é fundamental para a criação de sistemas escaláveis e flexíveis, que podem se adaptar rapidamente às mudanças nas demandas do mercado.
Vantagens do Uso de Manifolds
O uso de manifolds traz diversas vantagens, como a redução de custos operacionais, a melhoria na eficiência dos processos e a minimização de riscos associados ao manuseio de fluidos e gases. Além disso, a implementação de manifolds em sistemas de serviços pode resultar em uma maior confiabilidade, uma vez que esses dispositivos são projetados para suportar condições adversas e operar de maneira contínua, sem falhas.
Manifold e Sustentabilidade
Com a crescente preocupação com a sustentabilidade, o uso de manifolds também pode contribuir para práticas mais ecológicas. Ao otimizar a distribuição de recursos, como água e energia, os manifolds ajudam a reduzir o desperdício e a promover um uso mais consciente desses insumos. Isso é especialmente relevante em setores que buscam certificações ambientais e desejam melhorar sua imagem perante os consumidores.
Manifold e Segurança
A segurança é uma consideração fundamental em qualquer aplicação que envolva manifolds, especialmente em indústrias que lidam com substâncias perigosas. Os manifolds devem ser projetados e mantidos de acordo com rigorosos padrões de segurança para evitar vazamentos e acidentes. A implementação de sistemas de monitoramento e manutenção regular é essencial para garantir que os manifolds operem de forma segura e eficiente.
Manifold na Indústria Automotiva
No setor automotivo, o manifold desempenha um papel crucial no desempenho dos veículos. O manifold de admissão, por exemplo, é responsável por direcionar a mistura de ar e combustível para os cilindros do motor. Um projeto eficiente desse componente pode resultar em um melhor desempenho do motor, maior economia de combustível e menores emissões de poluentes, tornando-se um elemento vital na engenharia automotiva moderna.
Futuro dos Manifolds
O futuro dos manifolds está intimamente ligado ao avanço das tecnologias e à crescente demanda por eficiência e sustentabilidade. Inovações, como o uso de materiais mais leves e resistentes, bem como a integração com sistemas de IoT (Internet das Coisas), prometem revolucionar a forma como os manifolds são utilizados em diversas indústrias. À medida que as empresas buscam se adaptar a um mercado em constante mudança, a evolução dos manifolds será um fator chave para o sucesso.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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