Michael Spinks
Quem é Michael Spinks?
Michael Spinks é um ex-boxeador profissional americano, amplamente reconhecido por sua habilidade e técnica no ringue. Nascido em 13 de julho de 1956, em St. Louis, Missouri, Spinks se destacou na categoria dos pesos médios e pesados, conquistando títulos mundiais em ambas as divisões. Sua carreira é marcada por vitórias memoráveis e um estilo de luta que o tornou um dos grandes nomes do boxe na década de 1980.
Carreira Amadora de Michael Spinks
Antes de se tornar profissional, Michael Spinks teve uma carreira amadora impressionante. Ele foi medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de 1976, representando os Estados Unidos na categoria dos pesos médios. Essa conquista não apenas solidificou seu status como um lutador talentoso, mas também abriu portas para sua transição ao boxe profissional, onde ele continuaria a brilhar.
Títulos Mundiais e Conquistas
Durante sua carreira, Michael Spinks conquistou vários títulos mundiais, incluindo o Campeonato Mundial dos Pesos Médios da Associação Mundial de Boxe (WBA) e o Campeonato Mundial dos Pesos Pesados da Federação Internacional de Boxe (IBF). Ele foi o primeiro lutador na história a ser campeão mundial em duas categorias de peso diferentes, um feito que solidificou sua posição como uma lenda do boxe.
Estilo de Luta de Michael Spinks
O estilo de luta de Michael Spinks era caracterizado por sua velocidade, agilidade e técnica refinada. Ele era conhecido por sua capacidade de se mover rapidamente no ringue, evitando golpes enquanto desferia combinações precisas. Seu jogo de pés excepcional e sua defesa sólida o tornaram um adversário difícil de enfrentar, mesmo para os lutadores mais experientes.
Principais Lutas de Michael Spinks
Entre as lutas mais memoráveis de Michael Spinks, destaca-se seu confronto contra Larry Holmes em 1985, onde Spinks conquistou o título dos pesos pesados. Essa luta foi histórica, pois Spinks se tornou o primeiro lutador a derrotar Holmes, que até então tinha um recorde invicto. Outro momento marcante foi sua luta contra Mike Tyson em 1988, onde Spinks enfrentou um dos maiores pesos pesados da história, embora tenha sido derrotado rapidamente.
Legado de Michael Spinks
O legado de Michael Spinks no boxe é inegável. Ele é frequentemente lembrado como um dos melhores lutadores de sua geração, e sua habilidade no ringue continua a inspirar novos boxeadores. Além de suas conquistas no boxe, Spinks também é um exemplo de perseverança e dedicação, mostrando que o sucesso é alcançado através de trabalho árduo e determinação.
Vida Após o Boxe
Após se aposentar do boxe profissional, Michael Spinks se afastou do esporte, mas permaneceu ativo em várias iniciativas relacionadas ao boxe. Ele tem se envolvido em atividades de promoção e treinamento, ajudando a orientar a próxima geração de lutadores. Sua experiência e conhecimento do esporte são inestimáveis, e ele continua a ser uma figura respeitada na comunidade do boxe.
Reconhecimentos e Prêmios
Michael Spinks recebeu diversos prêmios e reconhecimentos ao longo de sua carreira, incluindo sua inclusão no International Boxing Hall of Fame em 2006. Esses prêmios são um testemunho de suas realizações e do impacto que ele teve no mundo do boxe. Spinks é frequentemente mencionado em discussões sobre os maiores boxeadores de todos os tempos, refletindo sua importância no esporte.
Michael Spinks Hoje
Atualmente, Michael Spinks vive uma vida tranquila, longe dos holofotes do boxe profissional. Ele é frequentemente convidado para eventos e programas de televisão, onde compartilha suas experiências e histórias do passado. Sua jornada no boxe continua a ser uma fonte de inspiração para muitos, e ele permanece uma figura admirada tanto por fãs quanto por colegas lutadores.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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