Modelo de maturidade
O que é um Modelo de Maturidade?
Um Modelo de Maturidade é uma estrutura que permite avaliar e classificar o nível de desenvolvimento de processos, práticas ou capacidades dentro de uma organização. Ele fornece um referencial para entender em que estágio uma empresa se encontra em relação a suas operações e estratégias, possibilitando a identificação de áreas que necessitam de melhorias e investimentos. Os modelos de maturidade são amplamente utilizados em diversos setores, incluindo tecnologia da informação, gestão de projetos e serviços.
Importância do Modelo de Maturidade
A importância de um Modelo de Maturidade reside na sua capacidade de orientar as organizações em sua jornada de aprimoramento contínuo. Ao mapear o nível atual de maturidade, as empresas podem estabelecer metas claras e realistas para o futuro, além de implementar práticas que promovam a eficiência e a eficácia. Isso não apenas melhora a performance organizacional, mas também aumenta a satisfação do cliente e a competitividade no mercado.
Componentes de um Modelo de Maturidade
Um Modelo de Maturidade geralmente é composto por várias dimensões, incluindo processos, pessoas, tecnologia e cultura organizacional. Cada uma dessas dimensões é avaliada em diferentes níveis de maturidade, que podem variar de inicial a otimizado. Essa estrutura ajuda as organizações a entenderem não apenas onde estão, mas também quais são os passos necessários para avançar para o próximo nível de maturidade.
Tipos de Modelos de Maturidade
Existem diversos tipos de Modelos de Maturidade, cada um adaptado a diferentes contextos e necessidades. O Modelo de Maturidade de Capacidade (CMMI) é um dos mais conhecidos, focando em processos de desenvolvimento de software. Outro exemplo é o Modelo de Maturidade em Gestão de Projetos (PMI), que avalia a maturidade em práticas de gerenciamento de projetos. Cada modelo possui suas características e critérios específicos, mas todos visam promover a melhoria contínua.
Como Implementar um Modelo de Maturidade
A implementação de um Modelo de Maturidade envolve várias etapas, começando pela avaliação do estado atual da organização. Isso pode incluir entrevistas, questionários e análise de documentos. Após a avaliação, é fundamental desenvolver um plano de ação que detalhe as iniciativas necessárias para avançar nos níveis de maturidade. A comunicação e o engajamento das partes interessadas são cruciais para garantir o sucesso da implementação.
Benefícios de Utilizar um Modelo de Maturidade
Os benefícios de utilizar um Modelo de Maturidade são numerosos. Entre eles, destacam-se a melhoria na eficiência operacional, a redução de custos, o aumento da qualidade dos produtos e serviços, e a capacidade de adaptação a mudanças no mercado. Além disso, a utilização de um modelo estruturado ajuda a criar uma cultura de melhoria contínua dentro da organização, promovendo um ambiente de aprendizado e inovação.
Desafios na Adoção de Modelos de Maturidade
Apesar dos benefícios, a adoção de Modelos de Maturidade pode apresentar desafios. A resistência à mudança, a falta de compreensão sobre o modelo e a dificuldade em medir o progresso são alguns dos obstáculos que as organizações podem enfrentar. Para superar esses desafios, é essencial que a liderança esteja comprometida e que haja um plano claro de comunicação e treinamento para todos os colaboradores envolvidos.
Exemplos de Modelos de Maturidade
Alguns exemplos de Modelos de Maturidade incluem o Modelo de Maturidade em Processos de Negócio (BPMM), que avalia a maturidade de processos de negócios, e o Modelo de Maturidade em Segurança da Informação (ISMM), que foca na segurança cibernética. Cada um desses modelos oferece uma abordagem única para a avaliação e melhoria, permitindo que as organizações se especializem em áreas específicas de suas operações.
O Futuro dos Modelos de Maturidade
O futuro dos Modelos de Maturidade está ligado à evolução das tecnologias e práticas de negócios. Com a crescente digitalização e a adoção de metodologias ágeis, os modelos de maturidade estão se adaptando para incluir novas dimensões, como a inovação e a experiência do cliente. À medida que as organizações buscam se manter competitivas, a relevância dos Modelos de Maturidade continuará a crescer, oferecendo um caminho estruturado para a excelência organizacional.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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