Narrativa de equipe
O que é Narrativa de Equipe?
A narrativa de equipe refere-se à forma como um grupo de indivíduos compartilha e constrói uma história coletiva, refletindo suas experiências, desafios e conquistas. Essa narrativa é fundamental para criar um senso de pertencimento e identidade dentro da equipe, permitindo que todos os membros se sintam parte de algo maior. A construção dessa narrativa envolve a troca de ideias, a escuta ativa e a colaboração, elementos essenciais para o fortalecimento dos laços interpessoais.
Importância da Narrativa de Equipe
A narrativa de equipe desempenha um papel crucial na coesão e motivação do grupo. Quando os membros de uma equipe compartilham suas histórias, eles não apenas se conectam emocionalmente, mas também criam um ambiente de confiança e respeito mútuo. Essa conexão emocional é vital para o desempenho da equipe, pois promove um clima de apoio e encorajamento, onde todos se sentem valorizados e motivados a contribuir com suas habilidades e talentos.
Elementos da Narrativa de Equipe
Os principais elementos que compõem uma narrativa de equipe incluem a visão compartilhada, os valores comuns e as experiências coletivas. A visão compartilhada é o objetivo comum que une todos os membros, enquanto os valores comuns são os princípios que guiam o comportamento e as decisões do grupo. As experiências coletivas, por sua vez, são as vivências que moldam a identidade da equipe e fortalecem seus laços, criando uma história rica e significativa.
Como Construir uma Narrativa de Equipe
Construir uma narrativa de equipe eficaz requer um processo deliberado e colaborativo. É importante que todos os membros da equipe tenham a oportunidade de compartilhar suas histórias e perspectivas. Isso pode ser feito por meio de reuniões, workshops ou atividades de team building, onde a comunicação aberta e honesta é incentivada. Além disso, é fundamental documentar essas histórias e revisitar a narrativa regularmente, para que ela evolua e se adapte às mudanças e desafios enfrentados pela equipe.
O Papel da Liderança na Narrativa de Equipe
A liderança desempenha um papel fundamental na formação e manutenção da narrativa de equipe. Líderes eficazes são aqueles que não apenas comunicam a visão e os valores da equipe, mas também incentivam a participação ativa de todos os membros na construção da narrativa. Eles devem ser exemplos de vulnerabilidade e autenticidade, compartilhando suas próprias histórias e experiências, o que ajuda a criar um ambiente seguro para que outros façam o mesmo.
Narrativa de Equipe e Cultura Organizacional
A narrativa de equipe está intimamente ligada à cultura organizacional. Uma cultura forte e positiva é aquela que valoriza a diversidade de histórias e experiências, promovendo um ambiente inclusivo onde todos se sentem à vontade para compartilhar. Quando a narrativa de equipe é alinhada com a cultura organizacional, ela se torna uma poderosa ferramenta para engajamento e retenção de talentos, além de impulsionar a inovação e a criatividade dentro da organização.
Desafios na Criação de uma Narrativa de Equipe
Embora a construção de uma narrativa de equipe seja essencial, ela também apresenta desafios. Um dos principais obstáculos é a resistência à mudança, especialmente em equipes que estão acostumadas a um determinado modo de operar. Além disso, a falta de comunicação e a ausência de um espaço seguro para a troca de histórias podem dificultar o processo. Superar esses desafios requer um compromisso contínuo de todos os membros da equipe e uma liderança proativa que promova a abertura e a vulnerabilidade.
Exemplos de Narrativas de Equipe de Sucesso
Existem muitos exemplos de equipes que conseguiram criar narrativas poderosas e inspiradoras. Organizações que implementaram programas de storytelling, por exemplo, frequentemente relatam um aumento no engajamento e na satisfação dos funcionários. Essas narrativas não apenas ajudam a equipe a se conectar, mas também servem como uma ferramenta de marketing interna, atraindo novos talentos e fortalecendo a reputação da empresa no mercado.
O Futuro da Narrativa de Equipe
À medida que o ambiente de trabalho continua a evoluir, a narrativa de equipe se tornará ainda mais relevante. Com o aumento do trabalho remoto e das equipes distribuídas, a capacidade de contar e compartilhar histórias de forma eficaz será crucial para manter a coesão e o engajamento. Ferramentas digitais e plataformas de comunicação podem facilitar esse processo, permitindo que as equipes construam e compartilhem suas narrativas de maneira mais acessível e dinâmica.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
Leia Também: Pela 1ª vez, missão à Lua terá uma mulher, um negro e um não americano
Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
LEIA MAIS
🏡 Casa Vogue agora está no WhatsApp! Clique aqui e siga nosso canal
Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
LEIA MAIS
A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
Revistas Newsletter
Fonte: Casa Vogue
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes
