Negociação de prazos
O que é Negociação de Prazos?
A Negociação de prazos refere-se ao processo de discutir e acordar períodos de tempo específicos para a entrega de produtos ou serviços. Esse aspecto é crucial em diversas indústrias, pois impacta diretamente a satisfação do cliente e a eficiência operacional. A habilidade de negociar prazos eficazmente pode resultar em relações comerciais mais sólidas e em um fluxo de trabalho mais otimizado.
Importância da Negociação de Prazos
Negociar prazos é fundamental para garantir que as expectativas de ambas as partes sejam atendidas. Quando os prazos são bem definidos e acordados, há uma redução significativa em mal-entendidos e conflitos. Além disso, a negociação de prazos permite que as empresas se adaptem a mudanças inesperadas, como atrasos na produção ou demandas repentinas, assegurando que a entrega final ainda ocorra dentro de um cronograma aceitável.
Estratégias para Negociação de Prazos
Existem várias estratégias que podem ser utilizadas durante a negociação de prazos. Uma abordagem eficaz é a preparação prévia, que envolve a coleta de informações sobre as necessidades do cliente e as capacidades da empresa. Outra estratégia é a flexibilidade, onde ambas as partes estão dispostas a ajustar os prazos conforme necessário, promovendo um ambiente colaborativo e de confiança.
Desafios na Negociação de Prazos
A negociação de prazos pode apresentar diversos desafios, como a pressão por resultados rápidos e a necessidade de equilibrar qualidade e tempo. Além disso, as diferenças culturais e de comunicação entre as partes podem complicar ainda mais o processo. É essencial que os negociadores estejam cientes desses desafios e desenvolvam habilidades para superá-los, garantindo uma negociação bem-sucedida.
Como a Tecnologia Impacta a Negociação de Prazos
A tecnologia desempenha um papel significativo na negociação de prazos, facilitando a comunicação e o acompanhamento de projetos. Ferramentas de gerenciamento de projetos e softwares de colaboração permitem que as partes envolvidas visualizem o progresso em tempo real, ajustem prazos conforme necessário e mantenham todos informados sobre mudanças. Isso resulta em uma negociação mais transparente e eficiente.
O Papel da Comunicação na Negociação de Prazos
A comunicação clara e eficaz é um dos pilares da negociação de prazos. É crucial que todas as partes envolvidas expressem suas expectativas e preocupações de maneira aberta. A escuta ativa também é fundamental, pois permite que os negociadores compreendam melhor as necessidades uns dos outros, levando a acordos mais satisfatórios e duradouros.
Exemplos de Negociação de Prazos em Diferentes Setores
Em setores como a construção civil, a negociação de prazos pode envolver a coordenação entre empreiteiros, fornecedores e clientes, garantindo que todos os aspectos do projeto sejam concluídos dentro do cronograma. No setor de tecnologia, as equipes de desenvolvimento frequentemente negociam prazos para entregas de software, considerando fatores como testes e feedback do usuário. Esses exemplos ilustram a versatilidade e a importância da negociação de prazos em diferentes contextos.
Benefícios de uma Boa Negociação de Prazos
Uma negociação de prazos bem-sucedida traz diversos benefícios, incluindo a melhoria da satisfação do cliente, o aumento da eficiência operacional e a construção de relacionamentos comerciais mais fortes. Quando as partes conseguem chegar a um acordo que atenda às suas necessidades, isso gera um ambiente de trabalho mais positivo e produtivo, resultando em um desempenho geral superior.
Melhores Práticas para Negociar Prazos
Algumas melhores práticas para a negociação de prazos incluem a definição clara de objetivos, a utilização de dados para embasar as discussões e a manutenção de um tom colaborativo durante todo o processo. Além disso, é importante documentar todos os acordos feitos, garantindo que ambas as partes tenham um registro claro do que foi discutido e acordado, o que pode evitar mal-entendidos futuros.
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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