Negócio remoto
O que é um Negócio Remoto?
Um negócio remoto é uma operação comercial que permite que os empreendedores e suas equipes trabalhem de qualquer lugar do mundo, utilizando a tecnologia para se conectar com clientes e colaboradores. Essa modalidade de trabalho tem se tornado cada vez mais popular, especialmente após a pandemia, quando muitas empresas perceberam que poderiam manter a produtividade mesmo fora do ambiente físico tradicional.
Vantagens do Negócio Remoto
As vantagens de um negócio remoto são inúmeras. Primeiramente, a redução de custos operacionais é um dos principais atrativos, já que não há necessidade de alugar um espaço físico. Além disso, a flexibilidade de horários permite que os colaboradores tenham um melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional, o que pode resultar em maior satisfação e produtividade. Outro ponto positivo é a possibilidade de contratar talentos de qualquer lugar do mundo, ampliando o pool de candidatos e aumentando a diversidade na equipe.
Desafios do Negócio Remoto
Apesar das vantagens, um negócio remoto também apresenta desafios. A comunicação pode se tornar um obstáculo, uma vez que a falta de interação face a face pode levar a mal-entendidos e à sensação de isolamento entre os colaboradores. Além disso, a gestão de equipes remotas exige habilidades específicas, como a capacidade de motivar e engajar funcionários à distância. É fundamental que os líderes desenvolvam estratégias eficazes para manter a coesão da equipe e garantir que todos estejam alinhados com os objetivos da empresa.
Ferramentas para Negócios Remotos
Para que um negócio remoto funcione de maneira eficiente, é essencial utilizar ferramentas adequadas. Plataformas de comunicação como Slack e Microsoft Teams são indispensáveis para facilitar a troca de informações. Ferramentas de gerenciamento de projetos, como Trello e Asana, ajudam a manter as tarefas organizadas e a equipe focada. Além disso, softwares de videoconferência, como Zoom e Google Meet, são fundamentais para reuniões e interações mais pessoais, mesmo à distância.
Modelos de Negócio Remoto
Existem diversos modelos de negócios que podem ser adaptados para o formato remoto. O e-commerce é um dos mais populares, permitindo que os empreendedores vendam produtos online sem a necessidade de um espaço físico. Consultorias e serviços de coaching também se destacam, pois podem ser oferecidos através de videoconferências. Além disso, empresas de tecnologia frequentemente adotam o modelo remoto, permitindo que desenvolvedores e designers trabalhem de qualquer lugar.
Como Iniciar um Negócio Remoto
Iniciar um negócio remoto requer planejamento e estratégia. O primeiro passo é identificar uma ideia de negócio que possa ser executada online. Em seguida, é importante desenvolver um plano de negócios que inclua análise de mercado, definição de público-alvo e estratégias de marketing digital. A escolha da plataforma para a criação do site ou loja virtual também é crucial, assim como a definição de métodos de pagamento e logística de entrega, se aplicável.
Marketing para Negócios Remotos
O marketing digital é uma ferramenta essencial para promover um negócio remoto. Estratégias como SEO, marketing de conteúdo e redes sociais são fundamentais para aumentar a visibilidade online e atrair clientes. O uso de anúncios pagos, como Google Ads e Facebook Ads, também pode ser uma maneira eficaz de alcançar um público mais amplo. É importante monitorar e analisar os resultados das campanhas para ajustar as estratégias conforme necessário.
Aspectos Legais do Negócio Remoto
Os aspectos legais de um negócio remoto não devem ser negligenciados. É fundamental registrar a empresa de acordo com as leis locais e garantir que todas as licenças e permissões necessárias sejam obtidas. Além disso, questões relacionadas à proteção de dados e privacidade dos clientes devem ser abordadas, especialmente se o negócio envolve a coleta de informações pessoais. Consultar um advogado especializado pode ser uma boa prática para evitar problemas futuros.
O Futuro dos Negócios Remotos
O futuro dos negócios remotos parece promissor, com tendências que indicam um aumento na adoção desse modelo. A tecnologia continuará a evoluir, facilitando ainda mais a comunicação e a colaboração entre equipes distribuídas. Além disso, a mudança na mentalidade das empresas em relação ao trabalho remoto pode levar a uma maior aceitação desse formato, tornando-o uma opção viável e atrativa para muitos empreendedores e profissionais.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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