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Novas ferramentas de trabalho

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Novas ferramentas de trabalho: O que são?

As novas ferramentas de trabalho referem-se a tecnologias e aplicativos que estão revolucionando a maneira como profissionais e empresas operam no dia a dia. Essas ferramentas são projetadas para aumentar a eficiência, melhorar a comunicação e facilitar a colaboração entre equipes, independentemente da localização geográfica. Com a evolução constante do mercado, é essencial que as empresas se mantenham atualizadas sobre essas inovações para não ficarem para trás.

Tipos de novas ferramentas de trabalho

Existem diversos tipos de novas ferramentas de trabalho, que podem ser categorizadas em várias áreas, como gestão de projetos, comunicação, automação e produtividade. Ferramentas de gestão de projetos, como Trello e Asana, ajudam equipes a organizar tarefas e prazos. Já plataformas de comunicação, como Slack e Microsoft Teams, facilitam a troca de informações em tempo real, promovendo uma colaboração mais eficaz.

Ferramentas de automação

A automação é uma das principais tendências nas novas ferramentas de trabalho. Softwares como Zapier e IFTTT permitem que usuários integrem diferentes aplicativos e automatizem tarefas repetitivas, economizando tempo e reduzindo erros. Essas ferramentas são especialmente úteis para pequenas e médias empresas que buscam otimizar processos sem a necessidade de grandes investimentos em tecnologia.

Ferramentas de produtividade

As ferramentas de produtividade, como Notion e Todoist, ajudam os profissionais a gerenciar suas tarefas diárias de forma mais eficiente. Elas oferecem recursos como listas de afazeres, calendários e anotações, permitindo que os usuários priorizem suas atividades e mantenham o foco em suas metas. A adoção dessas ferramentas pode resultar em um aumento significativo na produtividade individual e coletiva.

Colaboração em tempo real

Com o aumento do trabalho remoto, as novas ferramentas de trabalho têm se concentrado em facilitar a colaboração em tempo real. Google Workspace e Microsoft 365 são exemplos de plataformas que permitem que múltiplos usuários trabalhem simultaneamente em documentos, planilhas e apresentações. Essa funcionalidade é crucial para equipes que precisam de agilidade e eficiência na troca de informações e na execução de projetos.

Ferramentas de análise de dados

As novas ferramentas de trabalho também incluem soluções de análise de dados, como Google Analytics e Tableau, que ajudam empresas a tomar decisões informadas com base em dados concretos. Essas ferramentas permitem que os usuários visualizem tendências, comportamentos e métricas de desempenho, possibilitando uma melhor compreensão do mercado e do público-alvo.

Integração de ferramentas

A integração de novas ferramentas de trabalho é fundamental para garantir que todos os sistemas utilizados por uma empresa funcionem em harmonia. Ferramentas como Zapier e Integromat permitem que diferentes aplicativos se conectem e compartilhem informações automaticamente, reduzindo a necessidade de intervenções manuais e aumentando a eficiência operacional.

Segurança e privacidade

Com o aumento do uso de novas ferramentas de trabalho, a segurança e a privacidade dos dados se tornaram preocupações centrais. Ferramentas que oferecem criptografia, autenticação em duas etapas e políticas de privacidade rigorosas são essenciais para proteger informações sensíveis. Empresas devem priorizar a escolha de ferramentas que garantam a segurança de seus dados e dos dados de seus clientes.

O futuro das novas ferramentas de trabalho

O futuro das novas ferramentas de trabalho é promissor, com inovações constantes que visam melhorar a experiência do usuário e a eficiência operacional. Tecnologias emergentes, como inteligência artificial e machine learning, estão sendo integradas a essas ferramentas, permitindo que elas se tornem ainda mais inteligentes e adaptáveis às necessidades dos usuários. Acompanhar essas tendências é crucial para qualquer profissional que deseja se manter relevante no mercado.

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Tecnologia

Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

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Fontes: Notícias ao Minuto

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Arquitetura

Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

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Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue

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Arquitetura

Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis

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Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”



Fonte: Casa Vogue

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