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Parque De Diversiones – Costa Rica

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O Que É um Parque de Diversiones?

Um parque de diversiones é um espaço dedicado ao entretenimento, onde diversas atrações, como montanhas-russas, carrosséis e jogos, proporcionam diversão para todas as idades. Na Costa Rica, esses parques são populares entre turistas e locais, oferecendo uma experiência única que combina adrenalina e lazer em um ambiente seguro e familiar.

Principais Parques de Diversiones na Costa Rica

A Costa Rica abriga alguns dos parques de diversiones mais emocionantes da América Central. Entre eles, destacam-se o Parque Diversiones, localizado em San José, e o Parque Temático de La Paz, que oferece uma experiência mais voltada para a natureza. Cada parque possui suas características únicas, atraindo visitantes com diferentes interesses e idades.

Atrações Imperdíveis

Os parques de diversiones na Costa Rica oferecem uma variedade de atrações que vão desde brinquedos radicais até áreas temáticas. Montanhas-russas emocionantes, simuladores de voo e áreas infantis são apenas algumas das opções disponíveis. Além disso, muitos parques contam com shows ao vivo e eventos especiais que tornam a visita ainda mais memorável.

Experiência Gastronômica

Uma visita a um parque de diversiones na Costa Rica não estaria completa sem experimentar a deliciosa gastronomia local. Os parques oferecem uma ampla gama de opções de alimentação, desde lanches rápidos até refeições completas, permitindo que os visitantes desfrutem de pratos típicos enquanto se divertem. A culinária costarriquenha, com seus sabores autênticos, é uma atração à parte.

Horários e Ingressos

Os horários de funcionamento dos parques de diversiones podem variar, especialmente durante feriados e temporadas de alta visitação. É recomendável verificar os horários atualizados no site oficial de cada parque. Quanto aos ingressos, muitos parques oferecem opções de compra antecipada online, além de pacotes familiares que podem proporcionar economia significativa.

Localização e Acesso

A localização dos parques de diversiones na Costa Rica é estratégica, facilitando o acesso tanto para moradores quanto para turistas. A maioria dos parques está situada em áreas urbanas ou próximas a pontos turísticos, o que permite que os visitantes integrem a visita ao parque em seus roteiros de viagem. Transporte público e serviços de táxi são opções viáveis para chegar aos parques.

Segurança e Normas

A segurança é uma prioridade nos parques de diversiones da Costa Rica. Todos os brinquedos e atrações passam por rigorosas inspeções regulares para garantir que atendam aos padrões de segurança. Além disso, os visitantes são orientados a seguir as normas estabelecidas, como restrições de altura e uso de equipamentos de segurança, para garantir uma experiência divertida e segura.

Eventos Especiais e Promoções

Os parques de diversiones frequentemente realizam eventos especiais, como festas temáticas, celebrações de feriados e promoções sazonais. Essas iniciativas atraem um público diversificado e oferecem experiências únicas que não estão disponíveis durante o ano todo. Ficar atento às redes sociais e sites dos parques é uma ótima maneira de não perder essas oportunidades.

Importância Cultural e Social

Os parques de diversiones na Costa Rica desempenham um papel importante na cultura e na vida social do país. Eles são locais de encontro para famílias e amigos, promovendo a interação social e o fortalecimento de laços. Além disso, esses parques contribuem para a economia local, gerando empregos e atraindo turistas que ajudam a impulsionar o turismo na região.

Considerações Finais sobre Parques de Diversiones na Costa Rica

Visitar um parque de diversiones na Costa Rica é uma experiência que combina diversão, aventura e cultura. Com uma variedade de atrações, opções gastronômicas e eventos especiais, esses parques oferecem algo para todos. Seja você um amante de adrenalina ou alguém que busca um dia tranquilo em família, os parques de diversiones são uma excelente escolha para quem deseja explorar o que a Costa Rica tem a oferecer.

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Tecnologia

Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

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Fontes: Notícias ao Minuto

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Arquitetura

Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

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Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue

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Arquitetura

Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis

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Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”



Fonte: Casa Vogue

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