Parque Norte – Argentina
O que é o Parque Norte – Argentina?
O Parque Norte – Argentina é um espaço verde localizado na cidade de Buenos Aires, conhecido por sua vasta área de lazer e atividades ao ar livre. Este parque é um dos principais pontos de encontro para moradores e turistas, oferecendo uma variedade de opções para quem busca relaxar ou se divertir em meio à natureza. Com uma infraestrutura bem planejada, o Parque Norte se destaca como um dos maiores parques urbanos da região, atraindo visitantes de todas as idades.
História do Parque Norte – Argentina
A história do Parque Norte – Argentina remonta ao século XX, quando foi criado com o objetivo de proporcionar um espaço de lazer para a população. Desde sua inauguração, o parque passou por diversas reformas e ampliações, sempre visando melhorar a experiência dos visitantes. Ao longo dos anos, o Parque Norte se tornou um símbolo de convivência e bem-estar, refletindo a importância dos espaços verdes nas áreas urbanas.
Atrações do Parque Norte – Argentina
Entre as principais atrações do Parque Norte – Argentina, destacam-se os amplos gramados, lagos artificiais e áreas para piqueniques. O parque também conta com trilhas para caminhadas e ciclovias, permitindo que os visitantes explorem o local de maneira ativa. Além disso, há espaços dedicados a eventos culturais e esportivos, tornando o Parque Norte um ponto de encontro dinâmico e multifuncional.
Atividades Recreativas no Parque Norte – Argentina
No Parque Norte – Argentina, os visitantes podem participar de diversas atividades recreativas, como caminhadas, corridas e passeios de bicicleta. O espaço é ideal para a prática de esportes ao ar livre, com quadras e campos disponíveis para uso. Além disso, o parque frequentemente sedia aulas de yoga, dança e outras atividades que promovem a saúde e o bem-estar dos participantes.
Flora e Fauna do Parque Norte – Argentina
A biodiversidade do Parque Norte – Argentina é um dos seus grandes atrativos. O parque abriga uma variedade de espécies de plantas nativas e exóticas, criando um ambiente rico em cores e aromas. A fauna local também é diversificada, com aves e pequenos mamíferos que habitam a área, proporcionando aos visitantes a oportunidade de observar a natureza em seu estado mais puro.
Eventos e Festivais no Parque Norte – Argentina
O Parque Norte – Argentina é palco de diversos eventos e festivais ao longo do ano, atraindo milhares de visitantes. Concertos, feiras de artesanato e festivais gastronômicos são apenas algumas das atividades que ocorrem no parque. Essas iniciativas não apenas promovem a cultura local, mas também incentivam a interação social entre os visitantes, fortalecendo a comunidade.
Infraestrutura do Parque Norte – Argentina
A infraestrutura do Parque Norte – Argentina é bem desenvolvida, com banheiros, áreas de descanso e quiosques que oferecem alimentos e bebidas. O parque também é acessível para pessoas com mobilidade reduzida, garantindo que todos possam desfrutar de suas instalações. A segurança é uma prioridade, com a presença de monitores e vigilância, proporcionando um ambiente seguro para todos os visitantes.
Como Chegar ao Parque Norte – Argentina
Chegar ao Parque Norte – Argentina é fácil, com várias opções de transporte público disponíveis. Ônibus e metrôs conectam o parque a diferentes partes da cidade, tornando-o acessível para moradores e turistas. Para aqueles que preferem ir de carro, há estacionamentos nas proximidades, facilitando a visita ao local. Além disso, o parque é cercado por áreas residenciais, o que o torna uma opção conveniente para quem vive nas redondezas.
Importância do Parque Norte – Argentina para a Comunidade
O Parque Norte – Argentina desempenha um papel crucial na promoção da qualidade de vida da comunidade local. Ao oferecer um espaço para atividades físicas, eventos culturais e convivência social, o parque contribui para o bem-estar dos cidadãos. A preservação de áreas verdes como o Parque Norte é fundamental para a sustentabilidade urbana, ajudando a melhorar a qualidade do ar e a biodiversidade na cidade.
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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