Plano de melhoria
O que é um Plano de Melhoria?
Um Plano de Melhoria é um documento estratégico que visa identificar, planejar e implementar ações que promovam melhorias em processos, produtos ou serviços dentro de uma organização. Este plano é fundamental para garantir que as empresas se mantenham competitivas e atendam às necessidades de seus clientes, além de otimizar recursos e aumentar a eficiência operacional.
Importância do Plano de Melhoria
A importância de um Plano de Melhoria reside na sua capacidade de proporcionar uma visão clara sobre as áreas que necessitam de aprimoramento. Com um plano bem estruturado, as empresas podem identificar gargalos, reduzir desperdícios e melhorar a qualidade dos serviços oferecidos. Isso não apenas aumenta a satisfação do cliente, mas também pode resultar em uma melhoria significativa nos resultados financeiros da organização.
Etapas para a Elaboração de um Plano de Melhoria
A elaboração de um Plano de Melhoria envolve várias etapas cruciais. Primeiramente, é necessário realizar uma análise situacional para entender o contexto atual da empresa. Em seguida, deve-se definir objetivos claros e mensuráveis, que servirão como guia para as ações a serem implementadas. Após isso, é fundamental desenvolver um cronograma de execução e designar responsabilidades para as equipes envolvidas.
Ferramentas Utilizadas no Plano de Melhoria
Dentre as ferramentas que podem ser utilizadas na elaboração de um Plano de Melhoria, destacam-se o Diagrama de Ishikawa, que ajuda a identificar causas de problemas, e a Análise SWOT, que permite avaliar forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Além disso, o uso de indicadores de desempenho (KPIs) é essencial para monitorar o progresso das ações implementadas e garantir que os objetivos sejam alcançados.
Como Medir o Sucesso do Plano de Melhoria
Medir o sucesso de um Plano de Melhoria é fundamental para entender se as ações implementadas estão gerando os resultados esperados. Isso pode ser feito por meio da comparação de indicadores de desempenho antes e depois da implementação do plano. Além disso, a realização de pesquisas de satisfação com clientes e colaboradores pode fornecer insights valiosos sobre a eficácia das melhorias realizadas.
Desafios na Implementação do Plano de Melhoria
A implementação de um Plano de Melhoria pode enfrentar diversos desafios, como a resistência à mudança por parte dos colaboradores e a falta de recursos financeiros ou humanos. Para superar esses obstáculos, é importante promover uma cultura organizacional que valorize a melhoria contínua e envolva todos os níveis da empresa no processo de transformação.
Exemplos de Planos de Melhoria em Ação
Existem diversos exemplos de Planos de Melhoria que foram bem-sucedidos em diferentes setores. Por exemplo, uma empresa de manufatura pode implementar um plano que visa reduzir o tempo de produção através da otimização de processos. Já uma instituição de ensino pode desenvolver um plano para melhorar a qualidade do ensino, investindo em capacitação de professores e atualização de currículos.
O Papel da Liderança no Plano de Melhoria
A liderança desempenha um papel crucial na implementação de um Plano de Melhoria. Líderes engajados e comprometidos são fundamentais para motivar a equipe e garantir que todos estejam alinhados com os objetivos do plano. Além disso, a comunicação clara e transparente sobre as mudanças e os benefícios esperados é essencial para conquistar a adesão de todos os colaboradores.
Revisão e Atualização do Plano de Melhoria
Um Plano de Melhoria não deve ser um documento estático. É importante revisá-lo e atualizá-lo periodicamente, com base nos resultados obtidos e nas mudanças no ambiente de negócios. Essa revisão permite que a empresa se adapte rapidamente a novas demandas e continue a promover melhorias de forma eficaz e sustentável.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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