Plano de riscos
O que é um Plano de Riscos?
Um Plano de Riscos é um documento estratégico que visa identificar, avaliar e mitigar os riscos associados a um projeto ou operação. Ele é fundamental para garantir que as incertezas não comprometam os objetivos organizacionais. A elaboração desse plano envolve a análise detalhada dos potenciais riscos, suas causas e consequências, permitindo que as empresas se preparem adequadamente para enfrentá-los.
Importância do Plano de Riscos
A importância de um Plano de Riscos reside na sua capacidade de proporcionar uma visão clara sobre os desafios que uma organização pode enfrentar. Com um plano bem estruturado, as empresas podem tomar decisões informadas, alocando recursos de forma eficaz e minimizando perdas financeiras. Além disso, um bom gerenciamento de riscos pode aumentar a confiança dos stakeholders e melhorar a reputação da empresa no mercado.
Etapas da Elaboração do Plano de Riscos
A elaboração de um Plano de Riscos envolve várias etapas cruciais. Primeiramente, é necessário identificar os riscos, que podem ser classificados em diferentes categorias, como financeiros, operacionais, de mercado e regulatórios. Em seguida, a avaliação dos riscos deve ser realizada, considerando a probabilidade de ocorrência e o impacto potencial. Por fim, as estratégias de mitigação devem ser definidas, estabelecendo ações específicas para cada risco identificado.
Identificação de Riscos
A identificação de riscos é a primeira e uma das mais importantes etapas na criação de um Plano de Riscos. Essa fase envolve a coleta de informações através de brainstormings, entrevistas e análises de dados históricos. É essencial considerar tanto os riscos internos quanto os externos, garantindo uma visão abrangente das ameaças que podem afetar o projeto ou a operação.
Avaliação de Riscos
A avaliação de riscos consiste em analisar a probabilidade de ocorrência e o impacto de cada risco identificado. Essa análise pode ser qualitativa ou quantitativa, dependendo da complexidade do projeto. A avaliação ajuda a priorizar os riscos, permitindo que a equipe se concentre nos mais críticos e desenvolva estratégias de resposta adequadas para cada um deles.
Estratégias de Mitigação
As estratégias de mitigação são as ações planejadas para reduzir a probabilidade e/ou o impacto dos riscos identificados. Essas estratégias podem incluir a transferência do risco, aceitação, redução ou eliminação do mesmo. Um Plano de Riscos eficaz deve detalhar essas estratégias, especificando quem será responsável por sua implementação e monitoramento.
Monitoramento e Revisão do Plano de Riscos
O monitoramento contínuo e a revisão do Plano de Riscos são essenciais para garantir sua eficácia ao longo do tempo. À medida que o projeto avança, novos riscos podem surgir e os riscos existentes podem mudar. Portanto, é fundamental revisar o plano periodicamente e atualizá-lo conforme necessário, assegurando que a organização esteja sempre preparada para enfrentar os desafios que possam surgir.
Documentação e Comunicação do Plano de Riscos
A documentação adequada do Plano de Riscos é vital para garantir que todos os stakeholders estejam cientes dos riscos e das estratégias de mitigação. A comunicação clara e eficaz sobre o plano é essencial para o engajamento da equipe e para a implementação bem-sucedida das ações propostas. Isso inclui a realização de treinamentos e reuniões regulares para discutir o andamento do plano.
Benefícios de um Plano de Riscos Bem Estruturado
Um Plano de Riscos bem estruturado traz diversos benefícios para a organização, incluindo a redução de surpresas negativas, a melhoria na tomada de decisões e a proteção dos ativos da empresa. Além disso, ele pode contribuir para a criação de uma cultura organizacional mais consciente e proativa em relação à gestão de riscos, promovendo um ambiente de trabalho mais seguro e eficiente.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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