Questões de riscos
O que são Questões de Riscos?
As questões de riscos referem-se a incertezas que podem impactar negativamente os objetivos de um projeto ou negócio. Identificar e avaliar essas questões é fundamental para a gestão eficaz de riscos, permitindo que as organizações se preparem para possíveis adversidades e minimizem suas consequências. A análise de riscos envolve a identificação de ameaças, a avaliação da probabilidade de ocorrência e o impacto potencial sobre os recursos e resultados.
Tipos de Questões de Riscos
As questões de riscos podem ser classificadas em diversas categorias, incluindo riscos financeiros, operacionais, de mercado, legais e reputacionais. Cada tipo de risco apresenta características únicas e requer abordagens específicas para mitigação. Por exemplo, riscos financeiros podem envolver flutuações de mercado que afetam a liquidez, enquanto riscos operacionais podem surgir de falhas em processos internos ou na cadeia de suprimentos.
Identificação de Questões de Riscos
A identificação de questões de riscos é um passo crucial na gestão de riscos. Isso pode ser feito por meio de brainstorming, entrevistas com stakeholders e análise de dados históricos. Ferramentas como matrizes de riscos e diagramas de causa e efeito também são úteis para visualizar e categorizar os riscos identificados. O objetivo é criar um inventário abrangente que permita priorizar os riscos mais significativos.
Avaliação de Questões de Riscos
A avaliação das questões de riscos envolve a análise da probabilidade de ocorrência e do impacto potencial de cada risco identificado. Essa avaliação pode ser qualitativa ou quantitativa, dependendo da natureza do risco e da disponibilidade de dados. A priorização dos riscos é essencial para direcionar os esforços de mitigação e garantir que os recursos sejam alocados de maneira eficaz.
Mitigação de Questões de Riscos
A mitigação de questões de riscos envolve o desenvolvimento de estratégias para reduzir a probabilidade de ocorrência ou o impacto dos riscos. Isso pode incluir a implementação de controles internos, a diversificação de investimentos ou a contratação de seguros. A escolha da estratégia de mitigação deve ser baseada na avaliação de custos e benefícios, considerando a tolerância ao risco da organização.
Monitoramento de Questões de Riscos
O monitoramento contínuo das questões de riscos é vital para garantir que as estratégias de mitigação sejam eficazes e que novos riscos sejam identificados rapidamente. Isso pode ser feito por meio de revisões periódicas, auditorias e relatórios de desempenho. O uso de indicadores-chave de desempenho (KPIs) pode ajudar a medir a eficácia das ações tomadas e a ajustar as estratégias conforme necessário.
Comunicação de Questões de Riscos
A comunicação eficaz das questões de riscos é fundamental para garantir que todos os stakeholders estejam cientes dos riscos e das estratégias de mitigação. Isso inclui a elaboração de relatórios claros e concisos, bem como a realização de reuniões regulares para discutir o status dos riscos. A transparência na comunicação ajuda a construir confiança e a promover uma cultura de gestão de riscos dentro da organização.
Documentação de Questões de Riscos
A documentação das questões de riscos é uma prática recomendada que permite o registro das análises, decisões e ações tomadas ao longo do processo de gestão de riscos. Essa documentação serve como um recurso valioso para futuras avaliações e auditorias, além de facilitar a transferência de conhecimento entre equipes e gerações de profissionais.
Importância das Questões de Riscos na Tomada de Decisão
As questões de riscos desempenham um papel crucial na tomada de decisões estratégicas dentro das organizações. Compreender os riscos associados a diferentes opções permite que os líderes tomem decisões mais informadas e alinhadas com os objetivos de longo prazo. A gestão proativa de riscos pode resultar em vantagens competitivas significativas e na capacidade de adaptação a um ambiente de negócios em constante mudança.
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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