Rami Malek
Quem é Rami Malek?
Rami Malek é um ator norte-americano, conhecido por sua versatilidade e talento excepcionais. Nascido em 12 de maio de 1981, em Los Angeles, Califórnia, Malek ganhou notoriedade mundial por seu papel como Freddie Mercury no filme “Bohemian Rhapsody”. Sua interpretação do icônico vocalista da banda Queen lhe rendeu diversos prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Ator.
Carreira de Rami Malek
A carreira de Rami Malek começou na televisão, onde ele apareceu em séries como “The Pacific” e “Mr. Robot”. Em “Mr. Robot”, ele interpretou Elliot Alderson, um hacker com problemas psicológicos, papel que lhe rendeu um Emmy de Melhor Ator em Série Dramática. A transição de Malek para o cinema foi marcada por sua performance em “Bohemian Rhapsody”, que solidificou sua posição como um dos principais atores de sua geração.
Prêmios e Reconhecimentos
Rami Malek recebeu uma série de prêmios ao longo de sua carreira, destacando-se no cenário cinematográfico e televisivo. Além do Oscar, ele também conquistou o Globo de Ouro, o SAG Award e o Critics’ Choice Award. Esses reconhecimentos são um testemunho de seu talento e dedicação à arte da atuação, tornando-o uma figura respeitada na indústria do entretenimento.
Estilo de Atuação de Rami Malek
O estilo de atuação de Rami Malek é frequentemente descrito como intenso e imersivo. Ele se dedica profundamente aos seus personagens, realizando pesquisas extensivas para capturar a essência de cada papel. Sua habilidade de transmitir emoções complexas e sua presença de palco marcante são características que o diferenciam de outros atores contemporâneos.
Impacto Cultural de Rami Malek
Rami Malek não é apenas um ator; ele se tornou um ícone cultural. Sua representação de Freddie Mercury trouxe uma nova luz à história da música e à luta da comunidade LGBTQ+. Malek se tornou um símbolo de diversidade e inclusão, inspirando muitos jovens a se aceitarem e a lutarem por seus sonhos, independentemente das adversidades.
Vida Pessoal de Rami Malek
Embora Rami Malek mantenha sua vida pessoal relativamente privada, ele é conhecido por ser uma pessoa reservada e focada em sua carreira. Ele é um defensor de várias causas sociais e frequentemente utiliza sua plataforma para promover a igualdade e a justiça. Malek também é apaixonado por videogames e tecnologia, o que se reflete em alguns de seus papéis.
Rami Malek e a Música
Além de sua atuação, Rami Malek tem uma forte conexão com a música, especialmente após seu papel em “Bohemian Rhapsody”. Ele não apenas atuou como Freddie Mercury, mas também cantou algumas das músicas no filme. Sua dedicação à música e à performance ao vivo é evidente, e ele frequentemente fala sobre a influência que a música teve em sua vida e carreira.
Próximos Projetos de Rami Malek
Rami Malek continua a expandir sua carreira com novos projetos em andamento. Ele foi escalado para papéis em filmes de grande orçamento e produções independentes, mostrando sua versatilidade como ator. Os fãs aguardam ansiosamente suas próximas aparições, que prometem trazer mais performances memoráveis e impactantes.
Rami Malek e a Indústria do Entretenimento
Rami Malek é uma figura influente na indústria do entretenimento, e sua presença é sentida em várias frentes. Ele tem colaborado com diretores renomados e atuado ao lado de outros grandes nomes do cinema. Sua capacidade de se reinventar e de se adaptar a diferentes papéis o torna um ator indispensável na atualidade.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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