Recursos materiais
O que são Recursos Materiais?
Recursos materiais referem-se a todos os bens físicos e insumos necessários para a execução de atividades em uma organização. Esses recursos podem incluir equipamentos, ferramentas, matérias-primas e qualquer outro item que contribua para a produção de bens ou serviços. A gestão eficiente desses recursos é fundamental para garantir a produtividade e a qualidade nos serviços prestados.
Importância dos Recursos Materiais
A correta administração dos recursos materiais é vital para o sucesso de qualquer negócio. Eles impactam diretamente nos custos operacionais e na capacidade de entrega de produtos e serviços. Uma gestão eficaz pode resultar em economia, redução de desperdícios e aumento da competitividade no mercado. Portanto, entender como otimizar o uso desses recursos é uma habilidade essencial para gestores e empreendedores.
Classificação dos Recursos Materiais
Os recursos materiais podem ser classificados em diversas categorias, como materiais diretos e indiretos. Materiais diretos são aqueles que fazem parte do produto final, enquanto os indiretos são utilizados no processo de produção, mas não se incorporam ao produto. Essa classificação ajuda na identificação e controle dos insumos necessários em cada etapa da produção, facilitando a gestão e o planejamento.
Gestão de Recursos Materiais
A gestão de recursos materiais envolve o planejamento, controle e monitoramento do uso desses bens. Isso inclui a aquisição, armazenamento e distribuição dos materiais, além da análise de seu ciclo de vida. Ferramentas como sistemas de gestão de estoque e softwares de planejamento de recursos empresariais (ERP) podem ser utilizados para otimizar essa gestão, garantindo que os materiais estejam disponíveis quando necessário e evitando excessos.
Impacto da Tecnologia na Gestão de Recursos Materiais
A tecnologia tem revolucionado a forma como os recursos materiais são geridos. Com o uso de ferramentas digitais, é possível monitorar em tempo real o consumo de materiais, prever necessidades futuras e automatizar processos de compra e reposição. Isso não apenas aumenta a eficiência, mas também proporciona uma visão mais clara sobre os custos e a utilização dos recursos, permitindo uma tomada de decisão mais informada.
Recursos Materiais e Sustentabilidade
A sustentabilidade é um aspecto cada vez mais relevante na gestão de recursos materiais. As empresas estão sendo desafiadas a adotar práticas que minimizem o impacto ambiental, como a redução de desperdícios e a escolha de materiais recicláveis. Implementar uma política de sustentabilidade em relação aos recursos materiais não só melhora a imagem da empresa, mas também pode resultar em economia de custos a longo prazo.
Desafios na Gestão de Recursos Materiais
Um dos principais desafios na gestão de recursos materiais é a previsão de demanda. A variação nas necessidades de produção pode levar a excessos ou faltas de materiais, impactando a operação da empresa. Além disso, a gestão de fornecedores e a flutuação de preços de insumos são fatores que também devem ser considerados. Superar esses desafios requer planejamento estratégico e flexibilidade nas operações.
Boas Práticas na Gestão de Recursos Materiais
Para garantir uma gestão eficiente dos recursos materiais, algumas boas práticas podem ser adotadas. Isso inclui a realização de inventários regulares, a análise de fornecedores e a implementação de sistemas de controle de estoque. Além disso, capacitar a equipe envolvida na gestão desses recursos é fundamental para que todos estejam alinhados com as melhores práticas e objetivos da empresa.
O Futuro da Gestão de Recursos Materiais
O futuro da gestão de recursos materiais está intimamente ligado à inovação e à digitalização. Tecnologias como inteligência artificial e análise de dados prometem transformar a forma como os recursos são geridos, permitindo uma gestão mais proativa e eficiente. À medida que as empresas se adaptam a essas novas tecnologias, a otimização dos recursos materiais se tornará ainda mais crucial para a competitividade no mercado.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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