Rihanna – Good Girl Gone Bad (2007)
Rihanna e a Revolução Musical de Good Girl Gone Bad
O álbum “Good Girl Gone Bad”, lançado em 2007, marcou uma transformação significativa na carreira de Rihanna. Com uma sonoridade mais madura e ousada, a artista deixou para trás a imagem de menina inocente que a acompanhava em seus trabalhos anteriores. Este álbum é frequentemente considerado um divisor de águas, não apenas para Rihanna, mas também para a música pop da época, estabelecendo novas tendências e influenciando diversos artistas que vieram depois.
Os Hits que Definiram a Era
Entre as faixas mais memoráveis do álbum, destacam-se “Umbrella”, “Shut Up and Drive” e “Don’t Stop the Music”. “Umbrella”, em particular, se tornou um hino global, consolidando a parceria de Rihanna com Jay-Z e catapultando-a para o status de superstar. A produção envolvente e as letras cativantes dessas músicas ajudaram a solidificar a presença de Rihanna nas paradas musicais, tornando “Good Girl Gone Bad” um dos álbuns mais vendidos da década.
A Produção e Colaborações
O álbum contou com a produção de renomados produtores musicais, como Timbaland, Tricky Stewart e Chris Brown. Essas colaborações trouxeram uma nova dimensão ao som de Rihanna, misturando elementos de R&B, pop e dance. A diversidade de estilos presentes no álbum é um dos fatores que contribuíram para seu sucesso, permitindo que ele alcançasse uma ampla gama de ouvintes e se destacasse em diferentes gêneros musicais.
Temas e Letras do Álbum
As letras de “Good Girl Gone Bad” exploram temas de amor, empoderamento e libertação. Rihanna aborda a transição de uma jovem ingênua para uma mulher confiante e independente, refletindo suas próprias experiências pessoais. Essa narrativa ressoou com muitos fãs, tornando o álbum não apenas uma coleção de músicas, mas também uma declaração de identidade e autoconfiança.
Impacto Cultural e Crítico
“Good Girl Gone Bad” recebeu aclamação da crítica e foi indicado a diversos prêmios, incluindo o Grammy. O álbum é frequentemente citado em listas de melhores álbuns da década, destacando sua importância na evolução da música pop. O impacto cultural de Rihanna se expandiu além da música, influenciando moda, beleza e comportamento, solidificando sua posição como um ícone global.
Os Videoclipes e a Estética Visual
Os videoclipes de “Good Girl Gone Bad” também desempenharam um papel crucial na promoção do álbum. Com visuais inovadores e narrativas envolventes, os clipes ajudaram a criar uma imagem marcante para Rihanna. O videoclipe de “Umbrella”, por exemplo, se tornou um marco na estética pop, com sua coreografia icônica e a famosa cena da chuva, que permanece na memória coletiva dos fãs.
Recepção Comercial e Vendas
O álbum “Good Girl Gone Bad” foi um sucesso comercial, vendendo milhões de cópias em todo o mundo. Ele alcançou o primeiro lugar nas paradas de diversos países e se tornou um dos álbuns mais vendidos da história da música. Essa recepção positiva não apenas consolidou a carreira de Rihanna, mas também estabeleceu um novo padrão para artistas pop que buscavam inovar e se destacar no mercado.
Legado e Influência
O legado de “Good Girl Gone Bad” continua a ser sentido na indústria musical. Rihanna não apenas redefiniu sua própria carreira, mas também influenciou uma nova geração de artistas que buscam expressar sua individualidade e explorar diferentes sonoridades. O álbum é frequentemente revisitado em discussões sobre a evolução da música pop e a importância da autoexpressão na arte.
Rihanna Hoje e o Futuro
Desde o lançamento de “Good Girl Gone Bad”, Rihanna continuou a evoluir como artista, explorando novos gêneros e expandindo sua marca para além da música. Com empreendimentos em moda e beleza, ela se estabeleceu como uma empresária de sucesso. O impacto de “Good Girl Gone Bad” em sua carreira é inegável, e os fãs aguardam ansiosamente o que o futuro reserva para essa artista multifacetada.
Arquitetura
Sabrina Sato escolhe mansão carioca para festejar 45 anos; curiosidades e fotos do imóvel histórico
A apresentadora, que completa 45 anos no dia 4 de fevereiro, marcou a data da festa para o dia 8 de fevereiro na Mansão Alvite, construída na década de 1940. O imóvel é conhecido pela localização estratégica, com vista para famosos pontos turísticos como o Pão de Açúcar, a Baía de Copacabana e o Cristo Redentor.
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
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