Segmentação de processos
O que é Segmentação de Processos?
A segmentação de processos é uma estratégia fundamental utilizada por empresas para otimizar suas operações e melhorar a eficiência. Essa abordagem envolve a divisão de um processo complexo em partes menores e mais gerenciáveis, permitindo uma análise mais detalhada e a identificação de oportunidades de melhoria. Ao segmentar processos, as organizações conseguem entender melhor cada etapa, facilitando a implementação de mudanças que podem resultar em ganhos significativos de produtividade.
Importância da Segmentação de Processos
A segmentação de processos é crucial para a identificação de gargalos e ineficiências. Quando um processo é segmentado, é mais fácil visualizar onde estão os pontos de falha e quais etapas podem ser otimizadas. Isso não apenas melhora a eficiência operacional, mas também contribui para a satisfação do cliente, uma vez que processos mais ágeis e eficientes resultam em entregas mais rápidas e de maior qualidade.
Técnicas de Segmentação de Processos
Existem diversas técnicas que podem ser utilizadas para a segmentação de processos. Uma das mais comuns é o mapeamento de processos, que envolve a criação de diagramas que representam visualmente cada etapa do processo. Outra técnica é a análise de fluxo de trabalho, que examina como as tarefas são realizadas e como as informações fluem entre as etapas. Ambas as técnicas ajudam a identificar áreas de melhoria e a desenvolver soluções eficazes.
Benefícios da Segmentação de Processos
Os benefícios da segmentação de processos são amplos e impactam diretamente a performance organizacional. Entre os principais benefícios estão a redução de custos operacionais, a melhoria na qualidade dos produtos e serviços, e o aumento da agilidade nas respostas às demandas do mercado. Além disso, a segmentação permite uma melhor alocação de recursos, já que as equipes podem se concentrar nas áreas que realmente necessitam de atenção.
Como Implementar a Segmentação de Processos
A implementação da segmentação de processos requer um planejamento cuidadoso. O primeiro passo é mapear o processo atual, identificando todas as etapas e interações. Em seguida, deve-se analisar cada segmento para identificar ineficiências e oportunidades de melhoria. Após essa análise, é importante envolver as equipes na discussão sobre as mudanças propostas, garantindo que todos estejam alinhados e comprometidos com a nova abordagem.
Desafios da Segmentação de Processos
Embora a segmentação de processos ofereça muitos benefícios, também apresenta desafios. Um dos principais desafios é a resistência à mudança, que pode surgir de colaboradores que estão acostumados a uma forma específica de trabalhar. Além disso, a segmentação pode exigir investimentos em tecnologia e treinamento, o que pode ser um obstáculo para algumas organizações. Superar esses desafios é essencial para garantir o sucesso da estratégia.
Segmentação de Processos e Tecnologia
A tecnologia desempenha um papel vital na segmentação de processos. Ferramentas de automação e software de gerenciamento de processos podem facilitar a segmentação, permitindo que as empresas monitorem e analisem seus processos em tempo real. Além disso, a utilização de dados e análises avançadas pode proporcionar insights valiosos que ajudam na tomada de decisões e na otimização contínua dos processos segmentados.
Exemplos de Segmentação de Processos
Um exemplo prático de segmentação de processos pode ser encontrado na indústria de manufatura, onde a produção é dividida em etapas como planejamento, aquisição de materiais, montagem e controle de qualidade. Cada uma dessas etapas pode ser analisada individualmente para identificar melhorias. Outro exemplo é no setor de serviços, onde o atendimento ao cliente pode ser segmentado em recepção, resolução de problemas e follow-up, permitindo uma abordagem mais focada e eficiente.
Futuro da Segmentação de Processos
O futuro da segmentação de processos está intimamente ligado à evolução das tecnologias digitais. Com o advento da inteligência artificial e da análise de big data, as empresas poderão segmentar seus processos de maneira ainda mais eficaz, utilizando dados em tempo real para fazer ajustes dinâmicos. Essa transformação digital promete não apenas melhorar a eficiência, mas também criar novas oportunidades de inovação e crescimento.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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