Serena Williams
Quem é Serena Williams?
Serena Williams é uma das tenistas mais icônicas e bem-sucedidas da história do esporte. Nascida em 26 de setembro de 1981, em Saginaw, Michigan, ela se destacou no tênis desde jovem, sendo uma das figuras centrais na popularização do esporte entre mulheres e afro-americanos. Com uma carreira repleta de conquistas, Serena é frequentemente mencionada entre as melhores jogadoras de todos os tempos, acumulando um número impressionante de títulos de Grand Slam.
Carreira Profissional de Serena Williams
A carreira profissional de Serena Williams começou em 1995, e desde então, ela se tornou uma força dominante no circuito da WTA. Com mais de 20 títulos de Grand Slam em simples, Serena estabeleceu recordes que a colocam em uma posição de destaque no tênis feminino. Sua habilidade em quadra, combinada com sua força física e mental, a ajudou a superar adversárias e a conquistar títulos em diversas superfícies, incluindo grama, saibro e quadras duras.
Estilo de Jogo de Serena Williams
O estilo de jogo de Serena Williams é caracterizado por sua potência e agressividade. Ela é conhecida por seu saque poderoso, que frequentemente a coloca em vantagem nos jogos. Além disso, sua habilidade em executar golpes de fundo de quadra com precisão e força a torna uma adversária temida. Serena também é reconhecida por sua capacidade de se adaptar a diferentes situações durante as partidas, demonstrando uma inteligência tática que a ajuda a vencer jogos desafiadores.
Impacto de Serena Williams no Tênis Feminino
Serena Williams teve um impacto significativo no tênis feminino e no esporte em geral. Sua presença em quadra não apenas elevou o nível de competição, mas também inspirou uma nova geração de jogadoras. Serena quebrou barreiras de raça e gênero, tornando-se uma defensora da igualdade no esporte e na sociedade. Seu legado vai além das quadras, influenciando questões sociais e promovendo a diversidade no esporte.
Vida Pessoal de Serena Williams
Fora das quadras, Serena Williams é uma empresária de sucesso e uma defensora de várias causas sociais. Ela é mãe de uma filha chamada Alexis Olympia Ohanian Jr., e frequentemente fala sobre a importância da maternidade em sua vida. Serena também se envolveu em diversas iniciativas filantrópicas, incluindo a promoção da educação e do empoderamento feminino, refletindo seu compromisso com a mudança social.
Conquistas e Prêmios de Serena Williams
As conquistas de Serena Williams são vastas e variadas. Além de seus títulos de Grand Slam, ela também conquistou medalhas de ouro nas Olimpíadas e vários prêmios de Jogadora do Ano. Sua habilidade em manter um alto nível de desempenho ao longo de sua carreira é um testemunho de sua dedicação e paixão pelo esporte. Serena é frequentemente reconhecida por suas contribuições ao tênis e ao esporte em geral, recebendo prêmios e homenagens ao redor do mundo.
Serena Williams e a Moda
Serena Williams também é conhecida por seu estilo único e sua influência na moda. Ela frequentemente usa sua plataforma para expressar sua personalidade através de suas roupas de jogo, colaborando com designers renomados e lançando sua própria linha de roupas. Sua presença na indústria da moda a tornou uma figura influente, mostrando que o esporte e a moda podem coexistir de maneira harmoniosa.
Retorno de Serena Williams às Quadras
Após uma pausa na carreira, Serena Williams fez seu retorno às quadras com grande expectativa. Sua determinação em competir em alto nível, mesmo após ter se tornado mãe, é admirada por muitos. Serena continua a ser uma competidora feroz, desafiando as expectativas e mostrando que a paixão pelo esporte pode superar qualquer obstáculo.
Legado de Serena Williams
O legado de Serena Williams transcende o tênis. Ela é um símbolo de força, resiliência e empoderamento. Sua jornada no esporte e suas lutas pessoais inspiram milhões de pessoas ao redor do mundo. Serena não é apenas uma atleta, mas uma ícone cultural que continua a impactar a sociedade de maneiras significativas, promovendo a igualdade e a justiça social.
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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