Sugar Ray Leonard
Quem é Sugar Ray Leonard?
Sugar Ray Leonard é um dos maiores boxeadores da história, conhecido por sua habilidade técnica, velocidade e carisma. Nascido em 17 de maio de 1956, em Wilmington, Carolina do Norte, Leonard se destacou no boxe amador antes de se tornar profissional em 1977. Ele rapidamente ganhou notoriedade ao conquistar o título mundial dos pesos leves e, posteriormente, se tornou campeão em várias categorias de peso, incluindo os pesos meio-médios, médios e supermédios.
Carreira Amadora de Sugar Ray Leonard
Antes de sua carreira profissional, Sugar Ray Leonard teve uma impressionante trajetória no boxe amador. Ele conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Montreal em 1976, competindo na categoria dos pesos leves. Essa vitória não apenas solidificou seu status como um dos melhores boxeadores amadores da época, mas também serviu como um trampolim para sua transição bem-sucedida para o boxe profissional.
Estilo de Luta de Sugar Ray Leonard
O estilo de luta de Sugar Ray Leonard é frequentemente descrito como uma combinação de velocidade, agilidade e técnica refinada. Ele era conhecido por sua capacidade de se mover rapidamente pelo ringue, esquivando-se de golpes enquanto contra-atacava com precisão. Sua habilidade em ler os oponentes e antecipar seus movimentos o tornava um adversário formidável, capaz de se adaptar a diferentes estilos de luta.
Principais Conquistas de Sugar Ray Leonard
Ao longo de sua carreira, Sugar Ray Leonard conquistou vários títulos mundiais e se tornou um ícone do boxe. Ele foi campeão mundial em cinco categorias diferentes, um feito raro que destaca sua versatilidade e habilidade. Entre suas vitórias mais memoráveis estão as lutas contra grandes nomes como Roberto Durán, Thomas Hearns e Marvin Hagler, que são frequentemente citadas como algumas das melhores lutas da história do boxe.
A Rivalidade com Roberto Durán
A rivalidade entre Sugar Ray Leonard e Roberto Durán é uma das mais famosas do boxe. A primeira luta entre os dois, realizada em 1980, resultou em uma vitória surpreendente para Durán, que derrotou Leonard por decisão unânime. No entanto, na revanche, conhecida como “The No Más Fight”, Leonard se recuperou e venceu Durán, solidificando sua posição como um dos melhores da época e mostrando sua capacidade de se reinventar após uma derrota.
Retornos e Desafios na Carreira
Após se aposentar em 1982, Sugar Ray Leonard fez várias tentativas de retorno ao ringue, enfrentando desafios tanto dentro quanto fora do esporte. Ele lutou contra problemas de saúde e questões pessoais, mas sua paixão pelo boxe o levou a retornar em 1984. Leonard continuou a competir em alto nível, enfrentando adversários de renome e provando que ainda tinha muito a oferecer ao esporte.
Legado de Sugar Ray Leonard
O legado de Sugar Ray Leonard é imensurável. Ele não apenas deixou uma marca indelével no boxe, mas também se tornou um ícone cultural. Sua habilidade de se conectar com o público e sua presença carismática o tornaram um dos atletas mais reconhecidos e respeitados do mundo. Leonard continua a inspirar novas gerações de boxeadores e fãs do esporte, sendo frequentemente lembrado como um dos maiores de todos os tempos.
Impacto de Sugar Ray Leonard no Boxe
O impacto de Sugar Ray Leonard no boxe vai além de suas conquistas dentro do ringue. Ele ajudou a popularizar o esporte na década de 1980, atraindo uma nova audiência e elevando o perfil do boxe profissional. Sua abordagem estratégica e seu estilo de luta emocionante contribuíram para a evolução do boxe, influenciando muitos lutadores que vieram depois dele.
Reconhecimentos e Prêmios
Sugar Ray Leonard recebeu numerosos prêmios e reconhecimentos ao longo de sua carreira. Ele foi introduzido no Hall da Fama do Boxe em 1997 e continua a ser celebrado por suas contribuições ao esporte. Além de seus títulos e vitórias, Leonard é frequentemente elogiado por seu espírito esportivo e sua dedicação ao boxe, tornando-se um modelo a ser seguido tanto dentro quanto fora do ringue.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
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