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Técnicas de produtividade

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Técnicas de produtividade: O que são?

As técnicas de produtividade referem-se a métodos e estratégias que visam aumentar a eficiência e a eficácia na realização de tarefas e projetos. Essas técnicas são fundamentais para profissionais que buscam otimizar seu tempo e alcançar melhores resultados em suas atividades diárias. Ao aplicar essas práticas, é possível não apenas melhorar a performance individual, mas também contribuir para um ambiente de trabalho mais produtivo e colaborativo.

Gestão do tempo

A gestão do tempo é uma das técnicas de produtividade mais reconhecidas e utilizadas. Ela envolve o planejamento e a organização das atividades diárias, permitindo que os profissionais priorizem tarefas e evitem a procrastinação. Ferramentas como agendas, listas de tarefas e aplicativos de gerenciamento de tempo são essenciais para implementar essa técnica, ajudando a maximizar o uso do tempo disponível.

Definição de metas SMART

Outra técnica eficaz é a definição de metas SMART, que são específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais. Essa abordagem ajuda os profissionais a estabelecer objetivos claros e realistas, facilitando o acompanhamento do progresso e a motivação para alcançar resultados. Ao definir metas dessa forma, é possível aumentar a clareza sobre o que deve ser feito e como isso se relaciona com os objetivos maiores da organização.

Pomodoro: Técnica de concentração

A técnica Pomodoro é uma estratégia de produtividade que consiste em trabalhar em intervalos de tempo, geralmente de 25 minutos, seguidos por breves pausas. Essa abordagem ajuda a manter o foco e a concentração, evitando a fadiga mental. Durante as pausas, é recomendável realizar atividades que promovam o relaxamento, como alongamentos ou meditação, para recarregar as energias e voltar ao trabalho com mais disposição.

Delegação de tarefas

A delegação de tarefas é uma técnica crucial para aumentar a produtividade em equipes. Ao distribuir responsabilidades entre os membros da equipe, é possível otimizar o tempo e garantir que cada tarefa seja realizada por quem possui as habilidades necessárias. Essa prática não apenas melhora a eficiência, mas também promove o desenvolvimento das competências individuais, contribuindo para um ambiente de trabalho mais colaborativo.

Eliminação de distrações

Identificar e eliminar distrações é uma técnica vital para melhorar a produtividade. Isso pode incluir a organização do espaço de trabalho, a utilização de ferramentas que bloqueiam sites de redes sociais durante o horário de trabalho, e a criação de um ambiente propício à concentração. Ao minimizar interrupções, os profissionais conseguem manter o foco e concluir suas tarefas de maneira mais eficiente.

Revisão e reflexão

A revisão e reflexão sobre o trabalho realizado são práticas que ajudam a identificar áreas de melhoria e a ajustar as técnicas de produtividade utilizadas. Reservar um tempo para analisar o que funcionou e o que não funcionou permite que os profissionais aprendam com suas experiências e façam os ajustes necessários para otimizar seu desempenho futuro.

Uso de tecnologia

A tecnologia desempenha um papel fundamental nas técnicas de produtividade. Ferramentas como softwares de gerenciamento de projetos, aplicativos de produtividade e plataformas de comunicação facilitam a organização e a colaboração entre equipes. Ao adotar essas tecnologias, os profissionais podem automatizar tarefas repetitivas, melhorar a comunicação e, consequentemente, aumentar a eficiência no trabalho.

Mindfulness e bem-estar

Incorporar práticas de mindfulness e bem-estar na rotina de trabalho é uma técnica que pode melhorar significativamente a produtividade. Técnicas de meditação, respiração e exercícios físicos ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade, promovendo um estado mental mais claro e focado. Profissionais que cuidam de sua saúde mental e física tendem a ser mais produtivos e satisfeitos com seu trabalho.

Feedback contínuo

Por fim, o feedback contínuo é uma técnica essencial para aprimorar a produtividade em ambientes de trabalho. Estabelecer uma cultura de comunicação aberta e honesta permite que os profissionais recebam orientações e sugestões para melhorar seu desempenho. O feedback não apenas ajuda a identificar pontos de melhoria, mas também motiva os colaboradores a se empenharem em suas atividades, contribuindo para um ambiente de trabalho mais produtivo.

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Tecnologia

Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

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Fontes: Notícias ao Minuto

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Arquitetura

Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

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Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue

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Arquitetura

Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis

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Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”



Fonte: Casa Vogue

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