Tokyo Disneyland – Japan
Tokyo Disneyland – Japan: Um Destino Mágico
Tokyo Disneyland – Japan é um dos parques temáticos mais icônicos do mundo, localizado na cidade de Urayasu, na região metropolitana de Tóquio. Inaugurado em 1983, este parque foi o primeiro a ser construído fora dos Estados Unidos e rapidamente se tornou um destino imperdível para turistas e moradores locais. Com uma combinação única de atrações, shows e experiências culturais, Tokyo Disneyland oferece uma imersão completa no universo da Disney.
Atrações Imperdíveis em Tokyo Disneyland
Entre as atrações mais populares de Tokyo Disneyland – Japan, destaca-se a famosa Space Mountain, uma montanha-russa no escuro que proporciona uma experiência emocionante. Outra atração imperdível é o Pooh’s Hunny Hunt, uma atração inovadora que utiliza tecnologia de rastreamento para criar uma experiência de passeio única. Além disso, o It’s a Small World e a Haunted Mansion são clássicos que encantam visitantes de todas as idades, garantindo diversão e nostalgia.
Eventos e Paradas Especiais
Tokyo Disneyland – Japan é conhecido por seus eventos sazonais e paradas espetaculares. Durante o ano, o parque realiza festivais temáticos, como o Halloween e o Natal, que transformam o ambiente com decorações deslumbrantes e shows especiais. A parada diária, que apresenta personagens clássicos da Disney, é um dos pontos altos da visita, proporcionando momentos mágicos para toda a família.
Gastronomia em Tokyo Disneyland
A experiência gastronômica em Tokyo Disneyland – Japan é tão diversificada quanto suas atrações. Os visitantes podem desfrutar de uma variedade de opções, desde pratos tradicionais japoneses até comidas rápidas inspiradas nos personagens da Disney. Restaurantes temáticos, como o Queen of Hearts Banquet Hall, oferecem uma refeição imersiva, enquanto quiosques espalhados pelo parque servem snacks deliciosos, como pipoca com sabores únicos.
Compras e Souvenirs
As compras em Tokyo Disneyland – Japan são uma parte essencial da experiência. O parque possui diversas lojas que oferecem produtos exclusivos, como roupas, brinquedos e itens de colecionador. Os visitantes podem encontrar souvenirs que não estão disponíveis em nenhum outro lugar, tornando a visita ainda mais memorável. As lojas são decoradas de forma encantadora, proporcionando uma experiência de compra mágica.
Hospedagem Próxima ao Parque
Para aqueles que desejam aproveitar ao máximo sua visita a Tokyo Disneyland – Japan, há várias opções de hospedagem nas proximidades. Hotéis temáticos, como o Tokyo Disneyland Hotel e o Disney’s Ambassador Hotel, oferecem experiências únicas e conveniência, permitindo que os hóspedes desfrutem de acesso fácil ao parque. Além disso, há opções mais acessíveis nas redondezas, garantindo que todos possam encontrar um lugar confortável para ficar.
Transporte para Tokyo Disneyland
Chegar a Tokyo Disneyland – Japan é bastante fácil, graças ao eficiente sistema de transporte público do Japão. O parque está localizado a cerca de 15 minutos da Estação de Tóquio, e os visitantes podem pegar o trem JR Keiyo Line ou o Disney Resort Line, que oferece uma experiência temática desde o início da jornada. Além disso, há opções de ônibus e táxis disponíveis para maior comodidade.
Regras e Dicas para Visitantes
Antes de visitar Tokyo Disneyland – Japan, é importante estar ciente das regras e dicas que podem melhorar a experiência. Os visitantes são aconselhados a chegar cedo para evitar filas longas e aproveitar as atrações mais populares. Além disso, é recomendável baixar o aplicativo oficial do parque, que fornece informações em tempo real sobre filas, horários de shows e mapas, facilitando a navegação pelo parque.
Experiências Culturais em Tokyo Disneyland
Tokyo Disneyland – Japan não é apenas um parque de diversões, mas também um lugar onde a cultura japonesa se encontra com a magia da Disney. Os visitantes podem experimentar a hospitalidade japonesa, conhecida como “omotenashi”, em cada interação. Além disso, o parque frequentemente incorpora elementos da cultura local em suas atrações e eventos, criando uma experiência única que celebra tanto a Disney quanto o Japão.
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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