Tolerância a falhas
O que é Tolerância a Falhas?
A Tolerância a Falhas é um conceito fundamental em sistemas de computação e engenharia, que se refere à capacidade de um sistema continuar a operar corretamente mesmo quando ocorrem falhas em alguns de seus componentes. Essa característica é essencial para garantir a disponibilidade e a confiabilidade de serviços críticos, especialmente em ambientes onde a continuidade é vital, como em serviços financeiros, telecomunicações e saúde.
Importância da Tolerância a Falhas
A importância da Tolerância a Falhas reside na sua capacidade de minimizar o impacto de falhas inesperadas. Em um mundo cada vez mais dependente da tecnologia, a interrupção de serviços pode resultar em perdas financeiras significativas e danos à reputação de uma empresa. Sistemas tolerantes a falhas são projetados para detectar e isolar problemas, permitindo que o restante do sistema continue funcionando sem interrupções.
Como Funciona a Tolerância a Falhas?
A Tolerância a Falhas funciona através de várias técnicas, como redundância, replicação e monitoramento contínuo. A redundância envolve a duplicação de componentes críticos, de modo que, se um falhar, outro possa assumir sua função. A replicação, por sua vez, garante que os dados sejam copiados em múltiplos locais, protegendo contra a perda de informações. O monitoramento contínuo permite a detecção precoce de falhas, facilitando a resposta rápida e a mitigação de problemas.
Tipos de Tolerância a Falhas
Existem diversos tipos de Tolerância a Falhas, cada um adequado a diferentes cenários e necessidades. A Tolerância a Falhas ativa envolve a operação simultânea de múltiplos componentes, enquanto a Tolerância a Falhas passiva utiliza um componente de backup que é ativado apenas quando o principal falha. Além disso, a Tolerância a Falhas geográfica distribui recursos em diferentes locais para proteger contra desastres naturais ou falhas regionais.
Exemplos de Tolerância a Falhas em Serviços
Um exemplo prático de Tolerância a Falhas pode ser observado em data centers que utilizam servidores redundantes. Se um servidor falhar, outro assume automaticamente, garantindo que os serviços permaneçam disponíveis. Outro exemplo é o uso de sistemas de armazenamento em nuvem que replicam dados em múltiplas regiões, assegurando que os usuários possam acessar suas informações mesmo em caso de falhas locais.
Desafios da Implementação de Tolerância a Falhas
A implementação de Tolerância a Falhas não é isenta de desafios. Um dos principais obstáculos é o custo associado à criação de sistemas redundantes e à manutenção de múltiplas cópias de dados. Além disso, a complexidade dos sistemas pode aumentar, tornando mais difícil a gestão e a operação. É crucial encontrar um equilíbrio entre custo, complexidade e a necessidade de alta disponibilidade.
Tolerância a Falhas e Segurança
A Tolerância a Falhas também está intimamente ligada à segurança da informação. Sistemas que são projetados para serem tolerantes a falhas podem ser mais resilientes a ataques cibernéticos, pois a redundância e a replicação de dados ajudam a proteger contra a perda de informações. No entanto, é importante que as medidas de segurança sejam integradas desde o início do design do sistema para garantir uma proteção eficaz.
Ferramentas e Tecnologias para Tolerância a Falhas
Existem várias ferramentas e tecnologias disponíveis que facilitam a implementação de Tolerância a Falhas. Plataformas de virtualização, como VMware e Hyper-V, permitem a criação de ambientes redundantes de forma eficiente. Além disso, soluções de monitoramento, como Nagios e Zabbix, ajudam a detectar falhas rapidamente, permitindo uma resposta proativa. A escolha das ferramentas certas é fundamental para garantir a eficácia da Tolerância a Falhas.
Futuro da Tolerância a Falhas
O futuro da Tolerância a Falhas está intimamente ligado ao avanço das tecnologias emergentes, como inteligência artificial e computação em nuvem. À medida que os sistemas se tornam mais complexos, a necessidade de soluções de Tolerância a Falhas se tornará ainda mais crítica. A automação e a análise preditiva poderão desempenhar um papel importante na identificação e mitigação de falhas antes que elas afetem os serviços.
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

![]()
![]()
![]()
![]()

- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
Leia Também: Pela 1ª vez, missão à Lua terá uma mulher, um negro e um não americano
Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
LEIA MAIS
🏡 Casa Vogue agora está no WhatsApp! Clique aqui e siga nosso canal
Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
LEIA MAIS
A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
Revistas Newsletter
Fonte: Casa Vogue
-
Arquitetura8 meses atrásCasa EJ / Leo Romano
-
Arquitetura8 meses atrásCasa Crua / Order Matter
-
Arquitetura8 meses atrásCasa AL / Taguá Arquitetura
-
Arquitetura9 meses atrásTerreiro do Trigo / Posto 9
-
Arquitetura8 meses atrásCasa São Pedro / FGMF
-
Arquitetura8 meses atrásCasa ON / Guillem Carrera
-
Arquitetura1 mês atrásCasa Tupin / BLOCO Arquitetos
-
Política9 meses atrásEUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes
