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Uso de parênteses

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O que são parênteses?

Os parênteses são sinais de pontuação utilizados na escrita para incluir informações adicionais, esclarecer um ponto ou fornecer exemplos sem interromper o fluxo principal do texto. Eles são representados pelos símbolos “(” e “)”. O uso de parênteses é comum em diversos contextos, como acadêmicos, profissionais e informais, sendo uma ferramenta valiosa para a clareza e a concisão na comunicação escrita.

Funções dos parênteses na escrita

Os parênteses desempenham várias funções na escrita, como a inclusão de notas explicativas, a adição de informações complementares e a apresentação de referências. Ao utilizar parênteses, o autor pode fornecer detalhes que enriquecem o texto, sem que esses detalhes sejam essenciais para a compreensão da ideia principal. Isso permite que o leitor decida se deseja ou não considerar a informação adicional.

Uso de parênteses em citações

Em textos acadêmicos e profissionais, o uso de parênteses é comum em citações. Quando um autor deseja incluir uma referência ou uma fonte, pode utilizar parênteses para indicar o autor e o ano da publicação. Por exemplo, “A pesquisa revelou resultados significativos (Silva, 2020)”. Essa prática é fundamental para a credibilidade do texto e para a correta atribuição de ideias.

Parênteses em listas e exemplos

Os parênteses também são frequentemente utilizados para apresentar listas ou exemplos de forma clara. Por exemplo, ao listar itens, pode-se usar parênteses para indicar cada elemento: “Os principais serviços oferecidos são: consultoria (estratégica), treinamento (presencial) e suporte (técnico)”. Essa estrutura ajuda a organizar a informação, tornando-a mais acessível ao leitor.

Evitar o uso excessivo de parênteses

Embora os parênteses sejam úteis, seu uso excessivo pode prejudicar a legibilidade do texto. É importante encontrar um equilíbrio, utilizando-os apenas quando necessário. O uso excessivo pode causar confusão e distrair o leitor, dificultando a compreensão da mensagem principal. Portanto, recomenda-se que os parênteses sejam usados com moderação.

Parênteses e estilo de escrita

O estilo de escrita pode influenciar o uso de parênteses. Em textos mais formais, como artigos acadêmicos, o uso de parênteses tende a ser mais comum e aceito. Já em textos informais, como blogs ou postagens em redes sociais, o uso de parênteses pode ser mais restrito, dependendo do tom e da intenção do autor. É importante adaptar o uso de parênteses ao público-alvo e ao contexto.

Parênteses em programação e matemática

Além da escrita, os parênteses têm um papel crucial em programação e matemática. Na programação, eles são usados para agrupar expressões e definir a ordem das operações. Na matemática, os parênteses são essenciais para indicar quais operações devem ser realizadas primeiro, evitando ambiguidades. O entendimento do uso de parênteses nessas áreas é fundamental para a correta interpretação e execução de cálculos.

Alternativas ao uso de parênteses

Em algumas situações, pode ser mais apropriado utilizar outras formas de pontuação ou estruturação de texto em vez de parênteses. Por exemplo, travessões ou vírgulas podem ser usados para incluir informações adicionais de forma mais fluida. A escolha entre parênteses e outras opções deve levar em consideração o estilo do texto e a clareza da informação apresentada.

Impacto do uso de parênteses na SEO

O uso de parênteses pode impactar a otimização para motores de busca (SEO). Embora os parênteses não sejam um fator direto de ranqueamento, seu uso adequado pode melhorar a legibilidade e a estrutura do texto, fatores que influenciam a experiência do usuário e, consequentemente, o SEO. Textos bem estruturados tendem a manter os leitores engajados por mais tempo, o que é benéfico para o ranqueamento nos motores de busca.

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Tecnologia

Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

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Fontes: Notícias ao Minuto

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Arquitetura

Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

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Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue

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Arquitetura

Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis

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Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”



Fonte: Casa Vogue

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