Utilização de quadros
O que são quadros?
Quadros são estruturas que servem para organizar e apresentar informações de maneira visual. Eles podem ser utilizados em diversos contextos, como em reuniões, apresentações e treinamentos. A utilização de quadros permite que as ideias sejam transmitidas de forma clara e objetiva, facilitando a compreensão e o engajamento do público.
Tipos de quadros utilizados em serviços
Existem vários tipos de quadros que podem ser utilizados em serviços, como quadros brancos, quadros de vidro, quadros magnéticos e quadros de papel. Cada tipo possui características específicas que atendem a diferentes necessidades. Por exemplo, os quadros brancos são ideais para anotações temporárias, enquanto os quadros de vidro oferecem um visual mais sofisticado e são fáceis de limpar.
Vantagens da utilização de quadros
A utilização de quadros traz diversas vantagens, como a possibilidade de visualizar informações de maneira mais clara e organizada. Além disso, eles estimulam a interação entre os participantes, promovendo um ambiente colaborativo. Os quadros também ajudam a manter o foco nas discussões, evitando distrações e facilitando a retenção de informações.
Como escolher o quadro ideal
Para escolher o quadro ideal, é importante considerar o espaço disponível, o tipo de conteúdo que será apresentado e o público-alvo. Quadros maiores são mais adequados para grupos grandes, enquanto quadros menores podem ser suficientes para reuniões mais íntimas. Além disso, a escolha do material do quadro pode influenciar na durabilidade e na facilidade de uso.
Utilização de quadros em reuniões
Durante reuniões, a utilização de quadros pode ser extremamente benéfica. Eles permitem que os participantes visualizem os pontos discutidos em tempo real, facilitando a tomada de decisões. Além disso, a utilização de quadros em reuniões ajuda a manter a organização e a fluidez das discussões, evitando que informações importantes sejam esquecidas.
Quadros como ferramenta de aprendizado
Os quadros também são ferramentas valiosas no processo de aprendizado. Educadores podem utilizar quadros para ilustrar conceitos complexos, tornando o aprendizado mais dinâmico e interativo. A utilização de quadros em ambientes educacionais estimula a participação dos alunos e facilita a assimilação de conteúdos, tornando as aulas mais produtivas.
Quadros digitais e sua relevância
Com o avanço da tecnologia, a utilização de quadros digitais tem se tornado cada vez mais comum. Esses quadros permitem a interação em tempo real e a colaboração à distância, sendo ideais para equipes que trabalham remotamente. A utilização de quadros digitais também possibilita a integração com outras ferramentas, como softwares de apresentação e plataformas de videoconferência.
Manutenção e cuidados com quadros
A manutenção adequada dos quadros é essencial para garantir sua durabilidade e funcionalidade. É importante limpar os quadros regularmente, utilizando produtos específicos que não danifiquem a superfície. Além disso, é fundamental armazenar os materiais de escrita de forma correta, evitando que eles estraguem ou manchem o quadro.
Exemplos práticos de utilização de quadros
Existem diversas situações em que a utilização de quadros pode ser aplicada. Em um brainstorming, por exemplo, os participantes podem anotar ideias no quadro, facilitando a visualização e a seleção das melhores propostas. Em treinamentos, os quadros podem ser utilizados para ilustrar processos e fluxos de trabalho, tornando o aprendizado mais eficaz e envolvente.
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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