Vagas
O que são Vagas?
Vagas referem-se a oportunidades de emprego disponíveis em diversas empresas e setores. Elas podem variar em termos de requisitos, responsabilidades e benefícios, sendo fundamentais para o funcionamento do mercado de trabalho. As vagas podem ser temporárias ou permanentes, e sua divulgação ocorre em plataformas online, redes sociais e agências de emprego.
Tipos de Vagas
Existem diversos tipos de vagas, que podem ser classificadas de acordo com a natureza do trabalho. As vagas podem ser para cargos efetivos, temporários, estágio, trainee ou freelancer. Cada tipo de vaga possui características específicas, como a duração do contrato e as expectativas em relação ao candidato, sendo importante que os profissionais conheçam essas diferenças ao buscar uma oportunidade.
Onde Encontrar Vagas
As vagas podem ser encontradas em uma variedade de fontes, incluindo sites de emprego, redes sociais, grupos de networking e agências de recrutamento. Plataformas como LinkedIn, Indeed e Catho são populares entre os candidatos que buscam novas oportunidades. Além disso, muitas empresas publicam suas vagas diretamente em seus sites, permitindo que os interessados se candidatem diretamente.
Como se Candidatar a Vagas
O processo de candidatura a vagas geralmente envolve o envio de um currículo e, em alguns casos, uma carta de apresentação. É essencial que os candidatos personalizem seus documentos para cada vaga, destacando suas habilidades e experiências relevantes. Além disso, muitos processos de seleção incluem entrevistas, testes e dinâmicas de grupo, que ajudam os recrutadores a avaliar a adequação do candidato à vaga.
Vagas e Networking
O networking desempenha um papel crucial na busca por vagas. Conectar-se com profissionais da área, participar de eventos e interagir em redes sociais pode abrir portas para oportunidades que não estão amplamente divulgadas. Muitas vagas são preenchidas por meio de indicações, tornando o relacionamento com colegas e líderes de setor uma estratégia valiosa para quem busca emprego.
Vagas e Mercado de Trabalho
O número de vagas disponíveis em um determinado setor pode ser um indicador da saúde do mercado de trabalho. Em períodos de crescimento econômico, é comum observar um aumento na oferta de vagas, enquanto recessões podem levar a cortes e redução de oportunidades. A análise das tendências de vagas é fundamental para profissionais que desejam se posicionar estrategicamente no mercado.
Vagas e Qualificações
As qualificações exigidas para as vagas podem variar significativamente. Algumas posições requerem formação acadêmica específica, enquanto outras valorizam experiências práticas e habilidades técnicas. É importante que os candidatos estejam cientes das exigências das vagas e busquem se qualificar continuamente, seja por meio de cursos, certificações ou experiências de trabalho.
Vagas Remotas
Com o avanço da tecnologia e a mudança nas dinâmicas de trabalho, as vagas remotas se tornaram cada vez mais comuns. Essas oportunidades permitem que os profissionais trabalhem de qualquer lugar, oferecendo flexibilidade e, muitas vezes, um melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional. No entanto, é importante que os candidatos estejam preparados para os desafios que o trabalho remoto pode apresentar, como a autogestão e a comunicação à distância.
Vagas e Diversidade
A diversidade nas vagas é um tema crescente no mercado de trabalho. Muitas empresas estão se esforçando para criar ambientes inclusivos, promovendo a igualdade de oportunidades para todos os candidatos, independentemente de gênero, raça, orientação sexual ou deficiência. Essa mudança não apenas enriquece o ambiente de trabalho, mas também amplia o pool de talentos disponível para as organizações.
Vagas e Tendências Futuras
As tendências em relação às vagas estão em constante evolução, impulsionadas por mudanças tecnológicas, sociais e econômicas. A automação, a inteligência artificial e a digitalização estão moldando o futuro das vagas, criando novas oportunidades e eliminando algumas funções tradicionais. Profissionais que se mantêm atualizados sobre essas tendências estarão melhor posicionados para se adaptar e prosperar no mercado de trabalho em constante mudança.
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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