Wagner Moura
Quem é Wagner Moura?
Wagner Moura é um renomado ator, diretor e produtor brasileiro, amplamente reconhecido por seu trabalho no cinema e na televisão. Nascido em 27 de junho de 1976, em Salvador, na Bahia, Moura ganhou notoriedade internacional por seu papel como Pablo Escobar na série “Narcos”, da Netflix. Sua carreira é marcada por uma diversidade de papéis que vão desde dramas intensos até comédias, refletindo sua versatilidade como artista.
Carreira no Cinema
A carreira cinematográfica de Wagner Moura começou no final dos anos 1990, com participações em filmes como “O Homem da Capa Preta” e “Cidade de Deus”. No entanto, foi em “Tropa de Elite”, lançado em 2007, que ele alcançou grande reconhecimento, interpretando o Capitão Nascimento. O filme foi um sucesso de crítica e público, e Moura recebeu diversos prêmios por sua atuação, consolidando sua posição como um dos principais atores do Brasil.
Trabalho na Televisão
Além de seu sucesso no cinema, Wagner Moura também teve uma carreira significativa na televisão. Ele participou de várias produções, incluindo a série “A Cura” e a novela “O Clone”. Sua atuação em “Narcos” foi um divisor de águas, trazendo uma nova dimensão ao seu trabalho e apresentando-o a uma audiência global. A série, que retrata a vida do famoso narcotraficante colombiano, foi aclamada por sua narrativa envolvente e pela performance intensa de Moura.
Direção e Produção
Wagner Moura não se limita apenas à atuação; ele também é um talentoso diretor e produtor. Em 2019, ele fez sua estreia como diretor com o filme “Marighella”, que aborda a vida do guerrilheiro Carlos Marighella. O filme foi bem recebido e destacou a habilidade de Moura em contar histórias relevantes e impactantes. Sua transição para a direção demonstra seu compromisso com a arte e sua vontade de explorar novas facetas da indústria cinematográfica.
Reconhecimento e Prêmios
Ao longo de sua carreira, Wagner Moura recebeu diversos prêmios e indicações, tanto no Brasil quanto internacionalmente. Entre os mais notáveis estão os prêmios de Melhor Ator no Festival de Cinema de Gramado e no Festival de Cinema de Toronto. Sua atuação em “Narcos” também lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro, solidificando sua reputação como um dos melhores atores de sua geração.
Impacto Cultural
Wagner Moura é mais do que um ator; ele é uma figura influente na cultura brasileira. Seu trabalho aborda questões sociais e políticas, e ele frequentemente usa sua plataforma para discutir temas importantes, como desigualdade e violência. Moura é conhecido por seu ativismo e por seu envolvimento em causas sociais, o que o torna uma voz respeitada e admirada no Brasil e além.
Vida Pessoal
Em sua vida pessoal, Wagner Moura é casado com a jornalista Sandra Delgado, com quem tem três filhos. Ele é conhecido por ser uma pessoa reservada, mas frequentemente compartilha momentos de sua vida familiar nas redes sociais. Moura mantém um equilíbrio entre sua carreira e sua vida pessoal, o que é admirado por muitos de seus fãs.
Projetos Futuros
Wagner Moura continua a trabalhar em novos projetos, tanto como ator quanto como diretor. Ele está sempre em busca de histórias que inspirem e provoquem reflexão, e seus próximos trabalhos prometem manter essa tradição. Com uma carreira em constante evolução, Moura é uma figura a ser observada nos próximos anos, tanto no Brasil quanto no cenário internacional.
Legado
O legado de Wagner Moura na indústria do entretenimento é inegável. Ele não apenas elevou o padrão da atuação brasileira, mas também abriu portas para outros artistas no cenário global. Seu compromisso com a arte e sua habilidade de se reinventar constantemente fazem dele uma referência para as novas gerações de atores e cineastas.
Tecnologia
Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?
O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.
Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.
Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.
A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.
É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.
A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.
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Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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