Wangari Maathai
Wangari Maathai: Uma Pioneira Ambientalista
Wangari Maathai foi uma renomada ativista ambiental e política queniana, conhecida por seu trabalho em prol da conservação ambiental e dos direitos das mulheres. Nascida em 1º de abril de 1940, em Nyeri, no Quênia, ela se destacou como a primeira mulher africana a receber o Prêmio Nobel da Paz, em 2004, por suas contribuições significativas à sustentabilidade e à justiça social.
O Movimento Cinturão Verde
Um dos legados mais notáveis de Wangari Maathai é o Movimento Cinturão Verde, fundado em 1977. Este movimento visa combater a desflorestação e promover a conservação ambiental através do plantio de árvores. A iniciativa não apenas ajudou a restaurar ecossistemas degradados, mas também empoderou mulheres, proporcionando-lhes oportunidades de emprego e renda através da agricultura sustentável.
Ativismo e Direitos das Mulheres
Wangari Maathai sempre defendeu a interconexão entre a proteção ambiental e os direitos das mulheres. Ela acreditava que a degradação ambiental afeta desproporcionalmente as mulheres, que muitas vezes são as responsáveis pela coleta de água e pela agricultura. Seu ativismo buscou promover a igualdade de gênero e a inclusão das mulheres em processos de tomada de decisão relacionados ao meio ambiente.
Reconhecimento Internacional
O trabalho de Wangari Maathai foi amplamente reconhecido em todo o mundo. Além do Prêmio Nobel da Paz, ela recebeu diversos outros prêmios e honrarias, incluindo o Prêmio da Paz da ONU e o Prêmio Right Livelihood, conhecido como “Nobel Alternativo”. Sua influência se estendeu além das fronteiras do Quênia, inspirando ativistas ambientais globalmente.
Legado Educacional
Wangari Maathai também foi uma defensora da educação, acreditando que a conscientização e o conhecimento são fundamentais para a mudança social. Ela fundou a Fundação Wangari Maathai, que se dedica a promover a educação ambiental e a capacitação de jovens e mulheres em todo o mundo, garantindo que seu legado continue a inspirar futuras gerações.
Publicações e Escritos
Além de seu ativismo, Wangari Maathai foi uma autora prolífica. Seus livros, como “O Despertar de Uma Mulher” e “A Árvore da Vida”, abordam temas de conservação, empoderamento feminino e justiça social. Suas obras são uma fonte valiosa de inspiração e conhecimento, refletindo sua paixão pela natureza e pela luta por um mundo mais justo.
Impacto na Política Queniana
Wangari Maathai também teve um papel significativo na política do Quênia. Ela foi membro do Parlamento e serviu como Ministra da Ambiente e Recursos Naturais. Sua presença na política ajudou a trazer questões ambientais para o centro do debate público, promovendo políticas que visavam a proteção dos recursos naturais do país.
Desafios e Oposição
Apesar de seus muitos sucessos, Wangari Maathai enfrentou desafios significativos, incluindo oposição de governos e interesses corporativos. Sua determinação em lutar por justiça ambiental e social a tornou uma figura controversa, mas também uma heroína para muitos que acreditam na importância da defesa do meio ambiente e dos direitos humanos.
Wangari Maathai e a Mudança Climática
A luta de Wangari Maathai contra a mudança climática é um aspecto crucial de seu legado. Ela alertou sobre os perigos da degradação ambiental e da mudança climática, enfatizando a necessidade de ação imediata para proteger o planeta. Sua mensagem continua relevante, inspirando movimentos globais em defesa do meio ambiente e da sustentabilidade.
Inspiração Global
Wangari Maathai deixou uma marca indelével no mundo, inspirando milhões a se envolverem na luta pela justiça ambiental e social. Seu trabalho continua a ressoar em iniciativas de conservação e empoderamento em todo o mundo, provando que uma única voz pode fazer uma diferença significativa. Sua vida e legado são um testemunho do poder da ação coletiva em prol de um futuro sustentável.
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
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