Work in progress (wip)
O que é Work in Progress (WIP)?
Work in Progress (WIP), ou Trabalho em Andamento, é um termo amplamente utilizado em diversos setores, especialmente em gerenciamento de projetos e produção. Refere-se a tarefas, projetos ou produtos que estão em desenvolvimento, mas ainda não estão finalizados. O conceito de WIP é crucial para entender o fluxo de trabalho e a eficiência de processos, pois permite identificar onde os recursos estão sendo alocados e quais etapas ainda precisam ser concluídas.
A importância do WIP no gerenciamento de projetos
No contexto do gerenciamento de projetos, o WIP é fundamental para monitorar o progresso e garantir que as entregas sejam feitas dentro do prazo. Um controle eficaz do WIP ajuda a evitar sobrecargas de trabalho e a identificar gargalos no processo. Isso é especialmente relevante em metodologias ágeis, onde a visualização do trabalho em andamento é essencial para a adaptação e melhoria contínua.
Como calcular o WIP?
Calcular o WIP pode ser feito de várias maneiras, dependendo do contexto e das ferramentas utilizadas. Uma abordagem comum é contar o número total de tarefas ou itens que estão em andamento em um determinado momento. Essa métrica pode ser acompanhada em quadros Kanban ou em softwares de gerenciamento de projetos, permitindo uma visualização clara do que está sendo trabalhado e do que ainda precisa ser feito.
WIP e a metodologia Kanban
A metodologia Kanban é uma das mais conhecidas que utiliza o conceito de WIP para otimizar o fluxo de trabalho. No Kanban, limites são estabelecidos para a quantidade de trabalho que pode estar em andamento em cada etapa do processo. Isso ajuda a manter o foco, reduz a multitarefa e melhora a eficiência geral, permitindo que as equipes se concentrem em concluir tarefas antes de iniciar novas.
Impactos do WIP na produtividade
Um gerenciamento adequado do WIP pode ter um impacto significativo na produtividade de uma equipe. Quando o WIP é mantido em níveis controlados, as equipes conseguem se concentrar em concluir tarefas de forma mais eficiente, resultando em entregas mais rápidas e de maior qualidade. Por outro lado, um WIP excessivo pode levar a atrasos, estresse e diminuição da qualidade do trabalho.
WIP em ambientes de manufatura
No setor de manufatura, o WIP é uma métrica crítica que ajuda a monitorar o progresso da produção. O WIP em manufatura refere-se a produtos que estão em diferentes estágios de produção, desde a matéria-prima até o produto final. Um controle eficaz do WIP é essencial para garantir que a produção flua suavemente e que os prazos de entrega sejam cumpridos.
Ferramentas para gerenciar WIP
Existem diversas ferramentas disponíveis para ajudar no gerenciamento do WIP, desde softwares de gerenciamento de projetos até aplicativos de Kanban. Essas ferramentas permitem que as equipes visualizem o trabalho em andamento, ajustem prioridades e colaborem de forma mais eficaz. A escolha da ferramenta certa pode fazer uma grande diferença na eficiência do gerenciamento do WIP.
Desafios do gerenciamento de WIP
Gerenciar o WIP não é isento de desafios. Um dos principais obstáculos é a resistência à mudança, especialmente em organizações que estão acostumadas a métodos tradicionais de trabalho. Além disso, a falta de visibilidade sobre o que está em andamento pode dificultar a identificação de problemas e a implementação de melhorias. Superar esses desafios é essencial para maximizar os benefícios do gerenciamento de WIP.
Melhores práticas para otimizar o WIP
Para otimizar o WIP, é importante estabelecer limites claros, priorizar tarefas e promover uma comunicação eficaz entre os membros da equipe. Além disso, a revisão regular do WIP pode ajudar a identificar gargalos e áreas de melhoria. Implementar uma cultura de feedback e aprendizado contínuo também é fundamental para garantir que o gerenciamento do WIP seja eficaz e traga resultados positivos.
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
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