Zero-based costing (custeio base zero)
O que é Zero-based costing (custeio base zero)?
Zero-based costing, ou custeio base zero, é uma metodologia de gestão financeira que exige que todas as despesas sejam justificadas a cada novo período orçamentário. Diferente do método tradicional, que ajusta o orçamento anterior, o custeio base zero começa do zero, permitindo que as empresas analisem e aprovem cada gasto com base em suas necessidades atuais e não em gastos passados.
Como funciona o Zero-based costing?
No custeio base zero, cada departamento deve elaborar um orçamento detalhado, justificando cada item de despesa. Isso envolve uma análise crítica das atividades e dos custos associados, promovendo uma cultura de responsabilidade financeira. O processo é mais trabalhoso, mas pode resultar em uma alocação de recursos mais eficiente e em uma redução significativa de custos desnecessários.
Vantagens do Zero-based costing
Uma das principais vantagens do custeio base zero é a possibilidade de identificar e eliminar despesas supérfluas. Isso pode levar a uma maior eficiência operacional e à realocação de recursos para áreas que realmente agregam valor ao negócio. Além disso, essa abordagem promove uma maior transparência e responsabilidade entre os gestores, uma vez que cada gasto deve ser justificado.
Desvantagens do Zero-based costing
Apesar de suas vantagens, o custeio base zero também apresenta desvantagens. O processo pode ser extremamente demorado e exigir um esforço considerável de todos os envolvidos. Além disso, a necessidade de justificar cada despesa pode levar a uma resistência por parte dos gestores, que podem preferir a simplicidade do orçamento tradicional. Isso pode resultar em um ambiente de trabalho mais tenso e menos colaborativo.
Quando utilizar o Zero-based costing?
O custeio base zero é mais eficaz em ambientes dinâmicos, onde as necessidades de negócios mudam rapidamente. Empresas que enfrentam pressões para reduzir custos ou que estão passando por reestruturações podem se beneficiar dessa abordagem. Além disso, organizações que buscam uma maior eficiência em suas operações e uma melhor alocação de recursos devem considerar a implementação do custeio base zero.
Zero-based costing e a tecnologia
A tecnologia desempenha um papel crucial na implementação do custeio base zero. Ferramentas de software de gestão financeira podem facilitar a coleta de dados, a análise de despesas e a elaboração de orçamentos detalhados. Com a automação de processos, as empresas podem economizar tempo e reduzir erros, tornando o processo de custeio base zero mais eficiente e menos oneroso.
Exemplos de Zero-based costing
Empresas de diversos setores têm adotado o custeio base zero com sucesso. Por exemplo, grandes organizações de varejo utilizam essa metodologia para revisar suas despesas operacionais e identificar áreas onde podem cortar custos. Da mesma forma, empresas de tecnologia têm aplicado o custeio base zero para garantir que cada projeto e iniciativa receba financiamento adequado, alinhado às prioridades estratégicas da empresa.
Zero-based costing versus orçamento tradicional
Enquanto o orçamento tradicional se baseia em ajustes incrementais sobre o orçamento anterior, o custeio base zero exige uma reavaliação completa de todas as despesas. Essa diferença fundamental pode levar a resultados muito distintos em termos de eficiência e controle de custos. O custeio base zero pode ser visto como uma abordagem mais rigorosa e disciplinada em comparação com o método tradicional.
Impacto do Zero-based costing na cultura organizacional
A adoção do custeio base zero pode ter um impacto significativo na cultura organizacional. Ao exigir que todos os colaboradores justifiquem suas despesas, a empresa promove uma mentalidade de responsabilidade e eficiência. Isso pode levar a um maior engajamento dos funcionários, que se tornam mais conscientes da importância da gestão financeira e da utilização eficiente dos recursos disponíveis.
Desafios na implementação do Zero-based costing
A implementação do custeio base zero não é isenta de desafios. A resistência à mudança, a falta de compreensão sobre o processo e a necessidade de treinamento adequado podem dificultar a adoção dessa metodologia. Além disso, a pressão para reduzir custos pode levar a decisões apressadas, que podem comprometer a qualidade dos produtos ou serviços oferecidos pela empresa.
Arquitetura
No Japão, este estádio de futebol será totalmente sustentável e construído com ajuda da comunidade
Assinado pelo escritório japonês VUILD, o projeto pretende se tornar um modelo internacional de design sustentável e circular. Em contraste com os estádios monumentais que dominam friamente as grandes cidades, este equipamento esportivo em escala humana se inspira na tipologia de uma casa de dois andares. Construído com a participação de moradores e torcedores, o estádio será montado pela própria comunidade local, em um espírito que remete ao trabalho coletivo tradicional. Adaptado às condições climáticas da região de Fukushima, o projeto incorpora soluções de energia passiva, que vão da captação da água da chuva à ventilação natural.
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
Tecnologia
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