Zero-based thinking (pensamento base zero)
O que é o Zero-based thinking (pensamento base zero)?
O Zero-based thinking, ou pensamento base zero, é uma abordagem estratégica que incentiva a análise crítica de todas as decisões e processos, independentemente de suas práticas anteriores. Essa metodologia desafia a suposição de que as decisões passadas devem ser mantidas, promovendo uma reavaliação completa de cada aspecto de um projeto ou negócio. O objetivo é garantir que cada ação tomada seja justificada com base em dados e necessidades atuais, em vez de se apoiar em tradições ou hábitos antigos.
Princípios do Zero-based thinking
Os princípios do Zero-based thinking incluem a análise objetiva e a eliminação de suposições infundadas. Ao adotar essa abordagem, as empresas são incentivadas a questionar o status quo e a considerar alternativas que possam ser mais eficazes. Isso envolve a identificação de recursos que podem ser alocados de maneira mais eficiente, além de promover a inovação e a criatividade na resolução de problemas. O foco está em resultados tangíveis e na maximização do valor gerado por cada decisão.
Aplicações do Zero-based thinking em negócios
O Zero-based thinking pode ser aplicado em diversas áreas de negócios, como marketing, finanças e operações. Na área de marketing, por exemplo, as empresas podem reavaliar suas campanhas publicitárias, questionando se os canais utilizados ainda são os mais eficazes para alcançar seu público-alvo. Na gestão financeira, essa abordagem pode ajudar a identificar despesas desnecessárias e a realocar recursos para áreas que gerem maior retorno sobre o investimento.
Benefícios do Zero-based thinking
Entre os principais benefícios do Zero-based thinking estão a eficiência operacional e a redução de custos. Ao eliminar gastos desnecessários e focar em iniciativas que realmente agregam valor, as empresas podem melhorar sua margem de lucro. Além disso, essa abordagem promove uma cultura de responsabilidade e accountability, onde todos os colaboradores são incentivados a justificar suas ações e decisões, resultando em um ambiente de trabalho mais colaborativo e inovador.
Desafios do Zero-based thinking
Apesar de seus benefícios, o Zero-based thinking também apresenta desafios. A implementação dessa abordagem pode ser complexa, exigindo uma mudança cultural significativa dentro da organização. Além disso, a reavaliação constante de processos pode gerar resistência por parte de colaboradores que estão acostumados a métodos tradicionais. É fundamental que a liderança da empresa esteja comprometida com essa mudança e forneça o suporte necessário para que todos se sintam confortáveis em adotar essa nova mentalidade.
Zero-based thinking e a inovação
O Zero-based thinking está intrinsicamente ligado à inovação, pois promove um ambiente onde novas ideias podem florescer. Ao questionar práticas estabelecidas e incentivar a exploração de novas soluções, as empresas podem se destacar em um mercado competitivo. Essa abordagem não apenas ajuda a identificar oportunidades de melhoria, mas também estimula a criatividade entre os colaboradores, resultando em produtos e serviços mais inovadores e alinhados às necessidades dos consumidores.
Exemplos de Zero-based thinking em ação
Um exemplo prático de Zero-based thinking pode ser observado em empresas que realizam análises de custo-benefício antes de lançar novos produtos. Ao invés de simplesmente seguir tendências de mercado, essas empresas avaliam se o novo produto realmente atende a uma necessidade específica do consumidor e se é viável financeiramente. Outro exemplo é a reavaliação de estratégias de marketing, onde campanhas são constantemente ajustadas com base em dados de desempenho, garantindo que os recursos sejam utilizados da forma mais eficaz possível.
Zero-based thinking e a tomada de decisão
A tomada de decisão é um aspecto crucial do Zero-based thinking. Essa abordagem incentiva os líderes a basearem suas decisões em dados concretos e análises detalhadas, em vez de intuições ou experiências passadas. Isso resulta em decisões mais informadas e alinhadas com os objetivos estratégicos da organização. Além disso, promove uma cultura de transparência, onde todos os colaboradores têm acesso às informações necessárias para entender o raciocínio por trás das decisões tomadas.
Futuro do Zero-based thinking
O futuro do Zero-based thinking parece promissor, especialmente em um mundo empresarial em constante mudança. À medida que as organizações enfrentam novos desafios e oportunidades, essa abordagem se torna cada vez mais relevante. A capacidade de reavaliar continuamente processos e decisões permitirá que as empresas se adaptem rapidamente às mudanças do mercado e às necessidades dos consumidores, garantindo sua sustentabilidade e crescimento a longo prazo.
Arquitetura
Jardim de Infância Kinder Rain / AACM – Atelier Architettura Chinello Morandi

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Um jardim de infância primordial, moldado pelo espírito do lugar e pelas emoções da criança. Um espaço simultaneamente protegido e onírico, seguro e aberto às maravilhas. Uma pequena aldeia: um conjunto abstrato de volumes piramidais articulados por pátios abertos. Uma escola vermelha, quente e acolhedora, que se eleva entre as árvores, aninhada no verde.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa de apenas 3 metros de largura foi vendida por mais de R$ 2,5 milhões – e possui interiores surpreendentes
Com apenas três metros de largura, esta casa ultracompacta em Washington, DC, parece impossível de morar à primeira vista – porém, seus interiores bem planejados a transformaram em um refúgio aconchegante e moderno. Chegando a 1,8 metro no trecho mais estreito, a residência conta com 55 m² e foi vendida pelo valor surpreendente de US$ 484 mil (mais de R$ 2,5 milhões).
Tecnologia
Apesar de lucros recorde, líder da Apple admite preocupação com 2026
Apesar do tom positivo da mais recente apresentação de resultados da Apple, o CEO Tim Cook admitiu, durante o evento, que o ano de 2026 pode ser desafiador devido ao aumento no preço da memória RAM.
Vale lembrar que esses componentes estão cada vez mais disputados por empresas de tecnologia que investem no desenvolvimento de infraestrutura para o treinamento de modelos de Inteligência Artificial.
Embora o aumento da demanda por esses componentes não tenha afetado as margens de lucro da Apple no último trimestre, Cook afirmou que o tema pode se tornar uma preocupação maior nos próximos meses.
“Continuamos observando um aumento significativo nos preços de mercado da memória”, afirmou o CEO da Apple, segundo o site Business Insider. “Como sempre, vamos analisar diversas opções para lidar com isso. Há algumas alavancas que podemos acionar. Não sabemos se serão bem-sucedidas, mas temos várias alternativas à disposição.”
Lucros recordes impulsionados pelo iPhone
A Apple divulgou na quinta-feira um lucro trimestral de 42 bilhões de dólares, o que representa um crescimento anual de 16%. O iPhone, principal produto da empresa, alcançou um recorde histórico de vendas.
Os dados financeiros, divulgados após o fechamento de Wall Street, mostram uma receita recorde de 143,756 bilhões de dólares, alta de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho foi impulsionado pelas vendas do iPhone, que cresceram 23%, chegando a 85,269 bilhões de dólares.
“O iPhone teve seu melhor trimestre graças a uma demanda sem precedentes, com recordes em todas as regiões geográficas, e o segmento de Serviços também alcançou uma receita recorde”, afirmou Tim Cook em comunicado.
Durante a videoconferência sobre os resultados, Cook atribuiu a “extraordinária” demanda ao iPhone 17 e às versões Pro e Pro Max, destacando que a linha apresenta o melhor desempenho, o sistema de câmeras mais avançado e maior leveza já vistos.
A receita com produtos da Apple — incluindo iPhone, Mac e iPad — totalizou 113,743 bilhões de dólares, enquanto a área de Serviços, que engloba App Store, iCloud e Apple Music, alcançou 30 bilhões de dólares.
Cook também destacou que há mais de 2,5 bilhões de dispositivos da Apple ativos em todo o mundo.
Geograficamente, todas as regiões registraram crescimento nas vendas. Na China e em mercados próximos, como Taiwan e Hong Kong, o aumento foi de 38%. Nas Américas, que concentram a maior parte das vendas, a alta foi de 11%.
Ao final do exercício fiscal de 2025, encerrado em outubro — já que o ano fiscal da empresa não coincide com o ano civil —, a Apple registrou crescimento anual de 19% no lucro, que atingiu 112 bilhões de dólares, sustentado por um aumento de 6% na receita, que chegou ao patamar inédito de 416 bilhões de dólares.
Atualmente, a Apple possui a terceira maior capitalização de mercado do mundo, avaliada em 3,8 trilhões de dólares.
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Fontes: Notícias ao Minuto
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