Arquitetura
Habitação de Interesse Social em Lyon, La Confluence / Tatiana Bilbao ESTUDIO

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Em 2007, Lyon começou a revitalizar La Confluence, um antigo distrito industrial. Herzog & de Meuron foram contratados para desenvolver o plano diretor da segunda fase do projeto, com a tarefa adicional de projetar a quadra inaugural (îlot em francês) para marcar o início dessa nova extensão. Sob a ideia de “unidade na diversidade”, um grupo de arquitetos internacionais foi convidado a desenvolver cada um dos edifícios (bâtiments).

Fomos convidados a projetar três edifícios: habitação social (Bâtiment 3 e Bâtiment 7) e habitação privada (Bâtiment 8). Desde o início, ficou claro para nós quão importante era criar unidades habitacionais sobrepostas e imaginar um espaço inclusivo que pudesse promover encontros e relacionamentos entre os membros da comunidade—encorajando as pessoas a usarem a cidade como uma extensão de seu espaço doméstico. Os edifícios voltam-se para um pátio semi-público comum no coração da quadra, com acesso aberto a todos. Em todos os três edifícios, utilizamos circulação vertical, terraços e áreas abertas para promover interações e permitir que todos os tipos de relacionamentos floresçam.



O Bâtiment 3 é um edifício de habitação social projetado para permitir uma ampla gama de diferentes configurações espaciais, utilizando pé-direito duplo. Todas as 21 unidades conectam-se com o exterior de maneiras únicas. Criamos um volume central complexo de concreto esculpido por terraços de pé-direito duplo, varandas de canto e janelas consistentes ao longo da fachada. Esses elementos, definidos pela sua materialidade em madeira de pinus amarelo, reforçam a relação entre o interior e o bairro.

O Bâtiment 7 é o segundo edifício de habitação social do projeto. Ele se volta para a praça pública principal de um lado e para o pátio interno do outro. Projetamos um volume que abriga 21 unidades, dispostas ao redor de uma escada central voltada para o pátio. Cada unidade difere em tamanho e layout, resultando em uma fachada dinâmica com varandas e terraços voltados para a praça. Em ambos os edifícios, definir cada unidade como única foi intencional para ajudar os moradores a entender que suas diferenças são o que une a comunidade.

O Bâtiment 8, localizado a oeste do Bâtiment 7, é o único designado para habitação a preço de mercado. Nesse caso, exploramos a noção de um conjunto homogêneo de 23 unidades formando um único volume voltado para a praça principal. Este gesto simples encoraja os moradores a se reconhecerem como parte de uma comunidade unificada.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa de apenas 3 metros de largura foi vendida por mais de R$ 2,5 milhões – e possui interiores surpreendentes
Com apenas três metros de largura, esta casa ultracompacta em Washington, DC, parece impossível de morar à primeira vista – porém, seus interiores bem planejados a transformaram em um refúgio aconchegante e moderno. Chegando a 1,8 metro no trecho mais estreito, a residência conta com 55 m² e foi vendida pelo valor surpreendente de US$ 484 mil (mais de R$ 2,5 milhões).
Arquitetura
Casa Vazia / estudio veintidós

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em uma pequena vila nas Montanhas Riaza, em Segóvia, a habitação se insere nos vestígios de um antigo estábulo construído em pedra bruta e terra batida, cujos telhados e divisórias internas encontravam-se em severo estado de ruína. Após o esvaziamento do volume edificado, o projeto adota a envoltória preexistente como fundação e limite, abrindo mão da ocupação total original para, em seu lugar, liberar um espaço central destinado a articular a nova vida doméstica.

Arquitetura
No Japão, este estádio de futebol será totalmente sustentável e construído com ajuda da comunidade
Assinado pelo escritório japonês VUILD, o projeto pretende se tornar um modelo internacional de design sustentável e circular. Em contraste com os estádios monumentais que dominam friamente as grandes cidades, este equipamento esportivo em escala humana se inspira na tipologia de uma casa de dois andares. Construído com a participação de moradores e torcedores, o estádio será montado pela própria comunidade local, em um espírito que remete ao trabalho coletivo tradicional. Adaptado às condições climáticas da região de Fukushima, o projeto incorpora soluções de energia passiva, que vão da captação da água da chuva à ventilação natural.
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