Arquitetura
Hospital Oftalmológico Hope for the Blind Eye / LEMEG Architects

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- Área:
1700 m²
Ano:
2024
Fabricantes: ATK Signs, Airclima, Gerflor, Hospi Track Africa, Mathéo Blinds and Awnings, Maximus Glass, OWA, dormakaba

Descrição enviada pela equipe de projeto. Os hospitais tradicionais muitas vezes priorizam a eficiência em detrimento da experiência do paciente, criando ambientes estéreis e impessoais. Este hospital desafia a norma ao fundir excelência médica com um design centrado no ser humano e integrado à natureza. Desde seu inovador modelo de subsídio cruzado até a incorporação de arte e vida selvagem, ele representa uma mudança fundamental na forma como os hospitais são projetados e vivenciados. Localizado em uma fazenda de caça em Modimolle, África do Sul, o hospital promove a cura, a dignidade e uma conexão com a natureza.


Ao contrário dos hospitais convencionais, esta instalação oferece um ambiente acolhedor e intuitivo. Materiais naturais e tons quentes, aliados a vistas tranquilas, contribuem para reduzir a ansiedade dos pacientes. O design foi pensado para minimizar o estresse, especialmente para pessoas com deficiência visual, ao transformar longos períodos de espera em etapas contínuas e facilitar a locomoção com caminhos claros. Um corredor exclusivo para a equipe médica aumenta a eficiência dos atendimentos, enquanto uma ilha central elevada de gestão permite o monitoramento em tempo real dos pacientes.

Uma característica marcante é sua integração com a arte. O projeto The First Light, uma iniciativa de arrecadação de fundos, está incorporado na jornada do paciente, oferecendo uma experiência profunda para aqueles que estão recuperando a visão. A galeria, com obras de Nelson Makamo e William Kentridge, está posicionada na etapa final do tratamento, garantindo que a arte se torne parte da recuperação.


A natureza desempenha um papel central no design do hospital. Em vez de isolar os pacientes, ele os imerge na vegetação, com cada espaço oferecendo vistas diretas para o exterior. Um túnel para pacientes, cercado de vidro, contorna uma árvore madura, criando uma transição tranquila antes da cirurgia. A luz natural entra nos espaços, melhorando a concentração da equipe médica enquanto aprimora a atmosfera. Pacientes e visitantes também podem observar a vida selvagem local e espécies de aves nativas, reforçando a conexão entre saúde e natureza.

A sustentabilidade está no coração do projeto. Materiais de origem local, como revestimentos de pedra de escavações do local e tijolos fabricados na região, ancoram o hospital em seu ambiente natural enquanto apoiam os negócios locais. Telhados e calhas foram projetados para acomodar árvores existentes, minimizando o impacto da construção. O hospital também se envolve em iniciativas de conservação e educação, preservando os 27 hectares de vegetação ao redor.


Equilibrando eficiência com conforto, o hospital integra medidas avançadas de higiene. Portas automatizadas com sensores reduzem os riscos de contaminação, enquanto pisos, tintas e acabamentos de teto antimicrobianos garantem um ambiente estéril. O acúmulo de poeira é minimizado por meio de cuidadosa seleção de materiais e soluções de design contínuas.

O hospital redefine os espaços de saúde ao integrar natureza, arte e arquitetura centrada no paciente. Oferece uma alternativa humana e inspiradora aos ambientes médicos tradicionais, onde a cura não se resume apenas ao tratamento, mas à dignidade, comunidade e bem-estar holístico. Este projeto redefine o padrão do design em saúde, demonstrando como a arquitetura pode transformar vidas.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Pavilhão Kulhad / Wallmakers | ArchDaily Brasil

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- Área:
1025 ft²
Ano:
2025

‘Kulhads’ ou ‘canecos de barro’ (canecos de terracota) costumavam ser uma visão familiar nas estações de trem, usados para beber chá quente ou lassi (leite coalhado), e eventualmente jogados nas praias e trilhos de trem na Índia.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
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