Entretenimento
J Balvin, no The Town, diz que o Brasil não será exceção para o sucesso do reggaeton
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – No clipe de “Ginza”, um dos maiores sucessos do reggaeton, J Balvin canta no subterrâneo de uma obscura cidade de filme de sci-fi repleta de motivos asiáticos. A cenografia poderia parecer deslocada para o colombiano, mas, dez anos depois do lançamento, o outro lado do mundo lhe é tão próximo quanto o vizinho Brasil.
“Se cantamos no Japão e na China, por que não cantaria no Brasil?”, diz o artista, numa pergunta retórica. “É uma missão que já tive em outras partes do mundo, não é novo para nós esse processo de ver um gênero crescendo. Somos latinos, isso é o mais importante. É nossa cultura.”
J Balvin volta ao país em setembro para se apresentar no The Town. Nome incontornável do reggaeton, o artista foi um dos primeiros a desbravar o país, no fim dos anos 2010, tão logo a indústria do gênero começou a expandir suas fronteiras para além dos países de língua espanhola.
“Tenho muito carinho pelo Brasil. Desde pequeno eu viajava ao Brasil com meus pais, era o lugar favorito deles, e foi onde eles passaram a lua de mel”, lembra. “Cresci escutando música brasileira, lambada, vendo a conexão com futebol, enfim, o Brasil nunca foi algo distante para mim.”
Fato é que o Brasil de 2025 não é mais o país da lambada e tampouco um território alheio ao reggaeton, como era em 2017, quando J Balvin estreou no Rio de Janeiro. Hoje é possível encontrar festas de reggaeton em várias capitais, artistas brasileiros experimentam com o gênero e cidades como São Paulo se tornam paradas obrigatórias na rota dos reggaetoneros.
“Fiz shows em São Paulo, no Rio, e sempre recebi o carinho do público, sempre foi bonito ver pessoas cantando minhas letras em espanhol. É aí que vemos a força da música”, diz o artista. “Sinto que somos cada vez mais. Já temos penetração na Ásia, no mundo árabe, e o Brasil não vai ser exceção.”
Desde que ganhou o mundo como seu reggaeton pop e polivalente -J Balvin tem tantas parcerias quanto bons números de audiência-, o artista sempre falou de sua luta contra depressão e ansiedade. “Hoje em dia eu curto mais os shows, muito mais que antes, me permito aproveitar para que seja um momento de alegria”, diz ele.
Seu primeiro grande festival no Brasil ocorre poucos meses após o lançamento do álbum “Mixteip”. Como sugere o nome -uma espanholização de “mixtape”-, o disco é uma coleção de músicas escanteadas entre sessões de estúdio dos últimos anos -incluindo as gravações do álbum “Rayo”, álbum lançado no ano passado sem grande alarde.
O que poderia ser um ponto fraco do projeto -a falta de um fio condutor- é, no entanto, seu ponto forte. Não que o conjunto seja obra memorável, mas o disco tem trunfos. As dez faixas mostram um cantor solto em diferentes formas de encaixar o reggaeton. Ao lado do dominicano Omega, ele opta por um merengue acelerado. Já com Gilberto Santa Rosa, “o cavaleiro da salsa”, o colombiano faz uma típica dança de salão.
O artista também mostra seu amor pelo Brasil em duas faixas. Ao lado do rapper britânico Stormzy, faz o funk com toques afrobeats “Uuu” e, junto dos produtores Oddliquor e Mazzari, transforma a bateria de uma escola de samba em toques de reggaeton na faixa “Rio” -tributo a seu filho, cujo nome é inspirado na capital carioca.
“‘Mixteip’ é uma seleção de músicas e não necessariamente um conceito, como um álbum”, ele afirma. “No disco eu mostro o que eu gosto, e o funk é o caso porque é, sem dúvida, o reggaeton do Brasil, um som de rua com um toque forte e dinâmico.”
Para o show no The Town o artista traz, além das novas faixas, composições de sucesso do seu repertório. É caso de “Loco Contigo”, “Mi Gente” e a própria “Ginza”, que também fez sucesso numa versão com Anitta. “Minha amizade com a Anitta abriu muitas portas”, diz ele, que também gravou com a cantora as canções “Downtown” e “Machika”.
“Em show de festivais precisamos ir direto ao ponto -temos que tocar os hits e deixar o público com vontade de mais, e para isso somos muito bons”, diz. Ao ser questionado sobre uma possível participação da amiga brasileira, J Balvin ri: “Vamos ver o que pode acontecer!”
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Neymar causa burburinho ao curtir post com fotos de Bruna Marquezine
Neymar Jr. movimentou as redes sociais nesta segunda-feira (15) ao curtir uma publicação em que Bruna Marquezine aparece. O post foi feito pelo influenciador Lucas Guedez, que compartilhou fotos da festa de 30 anos e mostrou registros ao lado da atriz, ex-namorada do jogador.
Após a repercussão, Neymar retirou a curtida do post, mas prints da interação já circulavam entre internautas.
[Legenda]© Reprodução- Instagram
O relacionamento de Neymar e Bruna foi marcado por idas e vindas entre 2013 e 2018. Atualmente, a atriz está solteira desde o fim do namoro com o ator João Guilherme, com quem mantém amizade.
Neymar é casado com a modelo Bruna Biancardi, com quem tem duas filhas: Mavie, de 1 ano e 10 meses, e Mel, de 2 meses. Ele também é pai de Davi Lucca, de 14 anos, e Helena, de 1 ano.
Fonte: Notícias ao Minuto
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Estátua de Preta Gil é inaugurada em Copacabana ao lado da de Gilberto Gil
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A memória de Preta Gil (1974-2025) ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (15), quando a orla de Copacabana recebeu uma estátua da artista em frente ao tradicional Copacabana Palace.
A escultura foi instalada ao lado da imagem de Gilberto Gil, pai da cantora, eternizando na paisagem carioca a ligação entre os dois e sua contribuição para a música brasileira.
O monumento é fruto de uma mobilização dos fãs, que pediram para que Preta também fosse lembrada no espaço. A homenagem foi organizada pelo quiosque Areia MPB, administrado pela Orla Rio, o mesmo responsável por erguer a estátua de Gilberto Gil em 2023. A escolha do local também não é por acaso: o ponto fica próximo à residência do cantor, reforçando a ligação da família com a cidade.
Preta Gil morreu em julho deste ano, aos 50 anos, vítima de complicações de um câncer no intestino. A perda abalou o meio artístico e o público, que desde então tem promovido uma série de tributos para manter viva sua trajetória.
Recentemente, o trajeto oficial dos megablocos do Rio foi rebatizado como “Circuito Preta Gil”, reconhecimento à sua forte presença no Carnaval carioca.
Na carreira musical, Preta começou relativamente tarde, aos 29 anos, após atuar como produtora e publicitária. Seu álbum de estreia, “Prêt-à-Porter” (2003), trouxe sucessos como “Sinais de Fogo”, composta por Ana Carolina, e marcou sua chegada ao cenário nacional. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma artista defensora da diversidade e da liberdade de expressão, além de se tornar símbolo de representatividade e alegria nos palcos.
“A estátua da Preta nasceu de um pedido dos próprios fãs, que queriam vê-la eternizada ao lado da de seu pai. Para nós, é uma honra atender a esse desejo e transformar o Quiosque Areia em um espaço de memória e afeto. Mais do que uma homenagem, é um símbolo da força da música brasileira e da conexão entre gerações”, afirmou Bruno de Paula, sócio do Areia MPB.
Na inauguração da estátua, o clima foi de emoção. Para os organizadores, o gesto é mais do que um marco cultural, é também uma forma de manter viva a memória de uma artista que sempre buscou transformar afetos em música.
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Me sentindo estranha, diz Deborah Secco sobre baixa autoestima
RIO DE JANEIRO, SP (FOLHAPRESS) – Deborah Secco acordou se sentindo estranha no fim de semana. “Nem feia nem bonita, só estranha mesmo”, disse a atriz em um vídeo postado em sua conta no Instagram, no qual narra um dia em que sua autoestima esteve abalada.
A atriz, aparentemente no quarto de casa (ou no closet), fez um desabafo e deixou uma mensagem positiva a seus mais de 26 milhões de seguidores. Ela contou que a sensação de que estava num dia ruim, “com a cara meio amassada, o cabelo entre o revoltado e o cacheado, uma espinha querendo nascer no meu queixo para fazer network” não a impediu de cumprir seus compromissos.
“A autoestima não é constante, ela some sem avisar”, continuou a atriz, que em seguida contou o que fez para lidar com a sensação de que não estava bem: se arrumou “para fingir que estava tudo sob controle” e saiu, “meio improvisada, meio segura, meio tanto faz”.
Um elogio no elevador fez com que tudo mudasse, o que a levou a refletir sobre a importância de seguir em frente, mesmo em dias ruins. “Autoestima é gostar da gente mesmo nesses dias, a beleza de verdade é a coragem de continuar se olhando com carinho, com amor”, finalizou.
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