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Jeff Bezos aposta que futuro dos data centers é no espaço e elogia boom da IA

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PELOTAS, RS (FOLHAPRESS) – Em uma rara aparição pública, Jeff Bezos -que agora é presidente executivo da Amazon após deixar o cargo de CEO em 2021- foi entrevistado no palco da Italian Tech Week por John Elkann, o bilionário herdeiro da dinastia Agnelli e presidente das montadoras Stellantis e Ferrari, nesta sexta-feira (3).

Na abrangente conversa, o fundador da Amazon e da empresa de foguetes Blue Origin elogiou o boom de IA (inteligência artificial) e apostou que o futuro dos data centers -que se espalham rapidamente justamente por causa da demanda da IA- está no espaço.

Para Bezos, data centers em escala de gigawatts serão construídos no espaço dentro dos próximos dez a 20 anos, prevendo que eles eventualmente superarão os baseados na Terra graças à energia solar ininterrupta. Ele também disse acreditar que milhões de pessoas estarão vivendo no espaço “nas próximas décadas”.

O número desses enormes centros, que armazenam infraestrutura de computação, está crescendo exponencialmente à medida que o mundo usa cada vez mais IA e computação em nuvem, gerando um aumento na demanda por eletricidade e água para resfriar seus servidores.

O conceito de data centers baseados no espaço está ganhando força entre grandes empresas de tecnologia, à medida que as necessidades de energia para manter tais operações na Terra estão crescendo drasticamente.

“Esses clusters gigantes de treinamento serão mais bem construídos no espaço, porque temos energia solar lá, 24 horas por dia, sete dias por semana. Não há nuvens, nem chuva, nem clima”, disse Bezos. “Seremos capazes de superar o custo dos data centers terrestres no espaço nas próximas décadas.”

Bezos disse que a mudança para a infraestrutura orbital faz parte de uma tendência mais ampla de usar o espaço para melhorar a vida na Terra. “Isso já aconteceu com os satélites meteorológicos. Já aconteceu com os satélites de comunicação. O próximo passo serão os data centers e, depois, outros tipos de manufatura”, disse.

A melhora da vida humana também foi um dos argumentos de Bezos para elogiar os investimentos crescentes em IA e afirmar que esse boom está alimentando um tipo “bom” de bolha, que trará benefícios duradouros para a sociedade mesmo se os preços das ações colapsarem.

“A bolha bancária, a crise no sistema bancário, isso é simplesmente ruim, como em 2008. Essas bolhas a sociedade quer evitar”, disse ele. “As que são industriais não são nem de perto tão ruins, podem até ser boas. Porque quando a poeira baixa e você vê quem são os vencedores -a sociedade se beneficia dessas invenções”, continuou. “Isso é o que vai acontecer aqui também. Isso é real. Os benefícios da IA para a sociedade serão gigantescos.”

Pouco antes das declarações de Bezos no evento, o chefe do Goldman Sachs, David Solomon, havia alertado que muito do capital sendo investido em IA “acabará não gerando retornos”, embora tenha admitido que ainda não estava claro se o mercado de tecnologia estava em uma bolha.

“Estamos no início do filme, não no final do filme”, acrescentou. “Não ficaria surpreso se nos próximos 12-24 meses víssemos uma queda nos mercados de ações, mas isso não deveria ser surpreendente dado o avanço que tivemos.”

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Fontes: Notícias ao Minuto

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Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

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Fontes: Notícias ao Minuto

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Apesar de lucros recorde, líder da Apple admite preocupação com 2026

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Apesar do tom positivo da mais recente apresentação de resultados da Apple, o CEO Tim Cook admitiu, durante o evento, que o ano de 2026 pode ser desafiador devido ao aumento no preço da memória RAM.

Vale lembrar que esses componentes estão cada vez mais disputados por empresas de tecnologia que investem no desenvolvimento de infraestrutura para o treinamento de modelos de Inteligência Artificial.

Embora o aumento da demanda por esses componentes não tenha afetado as margens de lucro da Apple no último trimestre, Cook afirmou que o tema pode se tornar uma preocupação maior nos próximos meses.

“Continuamos observando um aumento significativo nos preços de mercado da memória”, afirmou o CEO da Apple, segundo o site Business Insider. “Como sempre, vamos analisar diversas opções para lidar com isso. Há algumas alavancas que podemos acionar. Não sabemos se serão bem-sucedidas, mas temos várias alternativas à disposição.”

Lucros recordes impulsionados pelo iPhone

A Apple divulgou na quinta-feira um lucro trimestral de 42 bilhões de dólares, o que representa um crescimento anual de 16%. O iPhone, principal produto da empresa, alcançou um recorde histórico de vendas.

Os dados financeiros, divulgados após o fechamento de Wall Street, mostram uma receita recorde de 143,756 bilhões de dólares, alta de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho foi impulsionado pelas vendas do iPhone, que cresceram 23%, chegando a 85,269 bilhões de dólares.

“O iPhone teve seu melhor trimestre graças a uma demanda sem precedentes, com recordes em todas as regiões geográficas, e o segmento de Serviços também alcançou uma receita recorde”, afirmou Tim Cook em comunicado.

Durante a videoconferência sobre os resultados, Cook atribuiu a “extraordinária” demanda ao iPhone 17 e às versões Pro e Pro Max, destacando que a linha apresenta o melhor desempenho, o sistema de câmeras mais avançado e maior leveza já vistos.

A receita com produtos da Apple — incluindo iPhone, Mac e iPad — totalizou 113,743 bilhões de dólares, enquanto a área de Serviços, que engloba App Store, iCloud e Apple Music, alcançou 30 bilhões de dólares.

Cook também destacou que há mais de 2,5 bilhões de dispositivos da Apple ativos em todo o mundo.

Geograficamente, todas as regiões registraram crescimento nas vendas. Na China e em mercados próximos, como Taiwan e Hong Kong, o aumento foi de 38%. Nas Américas, que concentram a maior parte das vendas, a alta foi de 11%.

Ao final do exercício fiscal de 2025, encerrado em outubro — já que o ano fiscal da empresa não coincide com o ano civil —, a Apple registrou crescimento anual de 19% no lucro, que atingiu 112 bilhões de dólares, sustentado por um aumento de 6% na receita, que chegou ao patamar inédito de 416 bilhões de dólares.

Atualmente, a Apple possui a terceira maior capitalização de mercado do mundo, avaliada em 3,8 trilhões de dólares.

Leia Também: Por que Plutão não é mais planeta? Como as classificações na astronomia funcionam



Fontes: Notícias ao Minuto

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Por que Plutão não é mais planeta? Como as classificações na astronomia funcionam

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Durante séculos, desde que o Sol foi declarado o centro do sistema solar no século XVI, a sociedade manteve a crença de que qualquer objeto orbitando a estrela brilhante seria considerado um planeta. De Mercúrio a Plutão, todo corpo celeste considerado grande o suficiente foi incluído nessa categoria.

Mas, com o tempo, essa categorização tornou-se confusa, especialmente à medida que ficou claro que nem todos os “planetas” são iguais. A astronomia mudou significativamente desde então, e até mesmo Plutão viu seu status de planeta rebaixado a um mero planeta anão. Mas o que exatamente é isso? E o que é necessário para que um planeta seja incluído nessa categoria? Clique nesta galeria para descobrir.



Fontes: Notícias ao Minuto

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