Entretenimento
Jesuíta Barbosa volta ao teatro em peça inspirada na obra de Sidarta Ribeiro
(FOLHAPRESS) – Há uma coincidência nas trajetórias de Ney Matogrosso e Jesuíta Barbosa -os dois escolheram o teatro como principal forma de expressão artística, mas conquistaram grande sucesso em outras frentes. Ney como um dos intérpretes mais aplaudidos da música brasileira e Jesuíta com personagens emblemáticos no cinema e na TV.
O ator, elogiado pela interpretação do cantor no filme “Homem com H”, faz uma correção de rota ao estrelar a peça “Sonho Elétrico”, da Companhia Brasileira de Teatro, liderada pelo dramaturgo e diretor Marcio Abreu.
“De certa forma, é um retorno. Não quero mais ficar muito tempo longe”, afirma, sobre a peça que protagoniza após seis anos afastado dos palcos. “Eu mudei para São Paulo para fazer teatro”, lembra o ator pernambucano sobre a decisão tomada há quase uma década.
A última experiência nas artes cênicas havia sido em “Lazarus” (2019), musical escrito por David Bowie e Enda Walsh e dirigido por Felipe Hirsch. Na TV e no cinema, por outro lado, Jesuíta construiu personagens marcantes antes de viver Ney Matogrosso, entre eles o Jove da novela “Pantanal”, e Ramirinho/Shakira do Sertão na série “Onde Nascem os Fortes”.
Admirador da Companhia Brasileira de Teatro, ele manifestou o desejo de trabalhar com Abreu após assistir a “Ao Vivo: Dentro da Cabeça de Alguém” (2024), peça baseada em uma experiência metafísica de Renata Sorrah.
“Sonho Elétrico” é um espetáculo criado em diálogo com a obra de Sidarta Ribeiro, com foco principal no livro “Sonho Manifesto: Dez Exercícios Urgentes de Otimismo Apocalíptico”, em que o neurocientista denuncia a crise ambiental e social e, ao mesmo tempo, celebra a oportunidade de expandir a consciência planetária.
No espetáculo, uma continuação de “Ao Vivo”, Jesuíta é um músico que faz parte de uma banda e é atingido por um raio. Em coma, fica no limiar entre a vida e a morte e explora sonhos e memórias. Divide o palco com os atores Jéssyca Meireles, Idylla Silmarovi e Cleomácio Inácio.
A peça é um desdobramento de outros trabalhos da companhia em parceria com Sidarta, como a plataforma Voo Livre, criada em 2023 para reunir artistas e pensadores como forma de reação às consequências da pandemia e dos ataques do governo Bolsonaro às artes e à ciência.
Idealizada por Abreu e pelos artistas e produtores Cássia Damasceno, Nadja Naira e José Maria, a Voo Livre contou com Sidarta em três momentos -em cena, no evento “Voo Livre – Futuros”, realizado no Sesc Copacabana em 2023; na segunda edição do encontro, em 2024, no Sesc Pompeia; e na terceira edição do projeto, “Voo Livre – Sonho Elétrico”, que deu origem ao espetáculo atual.
“A plataforma se tornou organicamente um conjunto de princípios éticos, estéticos, políticos. Foi uma reação a um sufocamento que vivemos nos anos terríveis da pandemia e do fascismo institucionalizado”, diz Abreu sobre a iniciativa. “Falando de uma maneira muito confessional, eu havia perdido o eros para continuar existindo como artista”.
A movimentação em torno dos sonhos e das possibilidades de futuro que eles carregam tiveram no diretor o poder de recuperar a vitalidade para “carregar uma montanha”, ação que, segundo ele, é necessária nas montagens teatrais.
Além de Sidarta, outros pensadores e artistas, como Grace Passô e Ave Terena, participaram do período de estudos que culminou em “Sonho Elétrico”. O Centro de Pesquisa Teatral do Sesc Consolação sediou o processo criativo.
“É uma conversa sobre o fim do mundo e sobre o início de um novo mundo”, resume Sidarta. “Eu me sinto muito privilegiado de poder me aproximar do teatro, porque é um mundo de afirmação da vida.”
Emocionado nos bastidores do espetáculo, Sidarta lembra que a vida é posta em xeque na maior parte dos ambientes em que ele circula. No palco, ela volta a brotar por meio de choros, risadas, amores e emoções.
“Eu acho que é disso que a gente precisa. Nesse mundo de robôs, isso é profundamente humano. No ano que vem temos um encontro marcado com o fascismo. E acho que essa peça é um ato político.”
Entoar, junto com o público, canções populares como “Majestade, o Sabiá”, clássico sertanejo de Roberta Miranda, faz parte dessa resistência, assim como recorrer às ancestralidades africanas e indígenas para garantir a existência.
E tem Ney Matogrosso -não dá para deixá-lo fora dessa e de tantas outras conversas.
Jesuíta não teme que o público confunda o personagem da cinebiografia com o que encarna no teatro. No entanto, o cantor performático, rebolando aos 83 anos, é uma inspiração inegável para o ator, à vontade no palco cantando, dançando e usando figurino de paetês.
“O Ney cria personagens nos shows e isso comunica com o teatro. É muito importante para que eu entenda o potencial de um artista cênico”, explica Jesuíta, declaradamente feliz com os encontros que só a arte proporciona.
SONHO ELÉTRICO
– Quando Até 3 de agosto. Quintas, sextas e sábados, às 20h; domingos e feriado (9/7), às 18h
– Onde Sesc Vila Mariana – r. Pelotas, 141, São Paulo
– Preço R$ 70 (inteira); R$ 35 (meia-entrada); R$ 21 (credencial plena do Sesc)
– Classificação 18 anos
– Autoria Marcio Abreu
– Elenco Jesuíta Barbosa, Jéssyca Meireles, Idylla Silmarovi e Cleomácio Inácio
– Direção Marcio Abreu
– Link:
Fonte: Notícias ao Minuto
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Neymar causa burburinho ao curtir post com fotos de Bruna Marquezine
Neymar Jr. movimentou as redes sociais nesta segunda-feira (15) ao curtir uma publicação em que Bruna Marquezine aparece. O post foi feito pelo influenciador Lucas Guedez, que compartilhou fotos da festa de 30 anos e mostrou registros ao lado da atriz, ex-namorada do jogador.
Após a repercussão, Neymar retirou a curtida do post, mas prints da interação já circulavam entre internautas.
[Legenda]© Reprodução- Instagram
O relacionamento de Neymar e Bruna foi marcado por idas e vindas entre 2013 e 2018. Atualmente, a atriz está solteira desde o fim do namoro com o ator João Guilherme, com quem mantém amizade.
Neymar é casado com a modelo Bruna Biancardi, com quem tem duas filhas: Mavie, de 1 ano e 10 meses, e Mel, de 2 meses. Ele também é pai de Davi Lucca, de 14 anos, e Helena, de 1 ano.
Fonte: Notícias ao Minuto
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Estátua de Preta Gil é inaugurada em Copacabana ao lado da de Gilberto Gil
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A memória de Preta Gil (1974-2025) ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (15), quando a orla de Copacabana recebeu uma estátua da artista em frente ao tradicional Copacabana Palace.
A escultura foi instalada ao lado da imagem de Gilberto Gil, pai da cantora, eternizando na paisagem carioca a ligação entre os dois e sua contribuição para a música brasileira.
O monumento é fruto de uma mobilização dos fãs, que pediram para que Preta também fosse lembrada no espaço. A homenagem foi organizada pelo quiosque Areia MPB, administrado pela Orla Rio, o mesmo responsável por erguer a estátua de Gilberto Gil em 2023. A escolha do local também não é por acaso: o ponto fica próximo à residência do cantor, reforçando a ligação da família com a cidade.
Preta Gil morreu em julho deste ano, aos 50 anos, vítima de complicações de um câncer no intestino. A perda abalou o meio artístico e o público, que desde então tem promovido uma série de tributos para manter viva sua trajetória.
Recentemente, o trajeto oficial dos megablocos do Rio foi rebatizado como “Circuito Preta Gil”, reconhecimento à sua forte presença no Carnaval carioca.
Na carreira musical, Preta começou relativamente tarde, aos 29 anos, após atuar como produtora e publicitária. Seu álbum de estreia, “Prêt-à-Porter” (2003), trouxe sucessos como “Sinais de Fogo”, composta por Ana Carolina, e marcou sua chegada ao cenário nacional. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma artista defensora da diversidade e da liberdade de expressão, além de se tornar símbolo de representatividade e alegria nos palcos.
“A estátua da Preta nasceu de um pedido dos próprios fãs, que queriam vê-la eternizada ao lado da de seu pai. Para nós, é uma honra atender a esse desejo e transformar o Quiosque Areia em um espaço de memória e afeto. Mais do que uma homenagem, é um símbolo da força da música brasileira e da conexão entre gerações”, afirmou Bruno de Paula, sócio do Areia MPB.
Na inauguração da estátua, o clima foi de emoção. Para os organizadores, o gesto é mais do que um marco cultural, é também uma forma de manter viva a memória de uma artista que sempre buscou transformar afetos em música.
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Me sentindo estranha, diz Deborah Secco sobre baixa autoestima
RIO DE JANEIRO, SP (FOLHAPRESS) – Deborah Secco acordou se sentindo estranha no fim de semana. “Nem feia nem bonita, só estranha mesmo”, disse a atriz em um vídeo postado em sua conta no Instagram, no qual narra um dia em que sua autoestima esteve abalada.
A atriz, aparentemente no quarto de casa (ou no closet), fez um desabafo e deixou uma mensagem positiva a seus mais de 26 milhões de seguidores. Ela contou que a sensação de que estava num dia ruim, “com a cara meio amassada, o cabelo entre o revoltado e o cacheado, uma espinha querendo nascer no meu queixo para fazer network” não a impediu de cumprir seus compromissos.
“A autoestima não é constante, ela some sem avisar”, continuou a atriz, que em seguida contou o que fez para lidar com a sensação de que não estava bem: se arrumou “para fingir que estava tudo sob controle” e saiu, “meio improvisada, meio segura, meio tanto faz”.
Um elogio no elevador fez com que tudo mudasse, o que a levou a refletir sobre a importância de seguir em frente, mesmo em dias ruins. “Autoestima é gostar da gente mesmo nesses dias, a beleza de verdade é a coragem de continuar se olhando com carinho, com amor”, finalizou.
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