Arquitetura
Loja Conceito & Bar 1OAM apotheke / Studio Andrew Trotter + Eva Papadaki

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Um novo destino vibrante surgiu no coração de Antiparos, onde varejo e hospitalidade se encontram em um único espaço imersivo, situado no histórico antigo museu de folclore da ilha. Um espaço de objetos, aromas, gastronomia e convivência, este projeto inovador – uma loja, café e bar – ganhou vida por meio de uma colaboração única entre o Studio Andrew Trotter e sua cliente e amiga de longa data Eva Papadaki, combinando design refinado com o estilo de vida descontraído da ilha.


A fundadora da 1OAM apotheke, Eva Papadaki, traz sua visão criativa para este projeto em parceria com a empreendedora Anastasia Tsourekas, da Louisa Stores, e Thanasis Panourias, proprietário do Bardot. Juntas, elas apresentam uma interpretação ampliada do conceito da loja 1OAM apotheke, enriquecida por uma experiência de alimentos e bebidas profundamente inspirada na filosofia central da marca – uma celebração do viver consciente, da sazonalidade e da simplicidade elevada.


Localizado a poucos passos do Mar Egeu, o espaço captura o espírito de Antiparos: luxo discreto, texturas naturais e charme sem esforço. Projetado para evoluir de manhãs ensolaradas a noites animadas, o local combina de forma fluida uma concept store com produtos da 1OAM apotheke e objetos selecionados, com um bar que serve bebidas refinadas e sabores locais.

Nosso objetivo foi criar uma experiência contínua, onde as pessoas possam explorar, relaxar e se conectar… O interior se inspira na essência tátil das Cíclades: superfícies revestidas em cal, cerâmicas artesanais e madeiras aquecidas – mantendo-se, ao mesmo tempo, contemporâneo e surpreendente.


O projeto desfoca os limites entre o interior e o exterior, utilizando móveis de mármore sob medida, criados por Theodor Psychoyos, iluminação suave e uma paleta neutra. Cada detalhe, desde os materiais escolhidos à disposição do espaço, foi pensado para evocar um senso de lugar enquanto incentiva a interação.


O espaço convida os visitantes a percorrerem uma rotina diária, da manhã à meia-noite, que começa com rituais matinais – um café da manhã minimalista e de baixo desperdício, inspirado na simplicidade das manhãs da vila. Tudo é caseiro, fresco e sazonal: ervas colhidas no jardim, café da Red Jane, chá da 1OAM apotheke (malotira, dittany e sálvia), e sucos recém-espremidos servidos sob as árvores.

À noite, o espaço se transforma no Botanical Bar, oferecendo bebidas cuidadosamente selecionadas, feitas com ingredientes selvagens e nativos, acompanhadas de um menu sazonal rotativo – tudo em um ambiente que mistura casa, loja e estúdio.

Este projeto colaborativo estabelece um novo padrão para espaços multifuncionais nas ilhas, celebrando o artesanato, a comunidade e a criatividade sob um mesmo teto.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

Arquitetura
Tudo azul: apartamento de 40 m² com decoração inspirada no livro Vinte Mil Léguas Submarinas

Projetar um apartamento de 40 m² de frente para o mar implica, necessariamente, assumir uma posição. Nesse caso, o Zyva Studio decidiu fazê-lo sem rodeios e mergulhou de cabeça. Literalmente. Em Marselha, a poucos metros do porto e da Catedral de La Major, o projeto foi concebido como uma cápsula subaquática ancorada à cidade — um lar azul onde a arquitetura é um exercício de imersão, e não de contemplação.
Da janela, é o horizonte que define o tom do projeto. O azul se desdobra como uma paisagem contínua, diluindo as fronteiras entre interior e exterior, realidade e ficção. Aqui, não estamos apenas em Marselha: estamos também dentro de Vinte Mil Léguas Submarinas, um clássico escrito por Júlio Verne. Essa é a referência literária que guia a imaginação de Anthony Authié, fundador do estúdio responsável pelo projeto, que descreve o espaço como “uma reinterpretação livre de uma paisagem subaquática”.
Nesse interior, o azul é o protagonista absoluto. Mas não um azul decorativo, e sim um azul envolvente, quase físico. Ele aparece no chão, que assume a cor do horizonte do mar, nas paredes e, com especial intensidade, no banheiro, inteiramente revestido de mármore da mesma tonalidade. Authié o descreve como um espaço “cavernoso e monástico”, um lugar de contemplação onde o silêncio parece se amplificar. A sensação não é apenas visual: é perceptiva e sensorial.
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Uma divisória com janelas redondas separa a área social do quarto; no piso, uma versão em tons creme das tradicionais listras náuticas
Yohann Fontaine/Divulgação
Anthony Authié, do Zyva Studio, reinterpreta a paisagem aquática neste apartamento de 40 m² no centro de Marselha
Yohann Fontaine/Divulgação
As vigias reforçam essa ideia. Funcionam como limiares simbólicos entre os cômodos e, ao mesmo tempo, como alusões à ficção científica oceânica. Olhar através delas é observar outro mundo por dentro, como se o apartamento se movesse entre duas realidades sobrepostas.
A identidade do Zyva Studio se revela nos detalhes: puxadores que lembram ouriços-do-mar, tomadas impressas em 3D em formato de água-viva, algas imaginárias emergindo das paredes. Até mesmo os móveis, com suas formas arredondadas, parecem vivos, integrados a esse ecossistema imaginado. No quarto, um pequeno espelho posicionado no centro de uma armadilha para ursos faz alusão ao mito de Narciso: para se ver, é preciso se aproximar, correndo o risco de ser capturado.
A sala de jantar, em tons de areia, é um espaço contínuo definido por formas curvas e mobiliário feito sob medida
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma pia de aço e um espelho que lembra ouriços-do-mar adornam o cômodo
Yohann Fontaine/Divulgação
Detalhe do dormitório também decorado com marcenaria azul e itens de cama bege
Yohann Fontaine/Divulgação
Uma única divisória central atravessa o apartamento, separando claramente a área diurna — cozinha e sala de estar — da área noturna, onde ficam o quarto e o banheiro. Essa parede é pintada de azul profundo, enquanto o restante recebe um bege mineral que remete às rochas da cidade. O piso, com padrão náutico em tons de creme, evoca a fachada da Catedral de La Major e, ao mesmo tempo, revisita um dos grandes clássicos do design de interiores — um exercício recorrente na obra de Anthony Authié, sempre interessado em desafiar o familiar para levá-lo a outro patamar.
A cozinha em tons de bege mineral se abre para a sala de estar
Yohann Fontaine/Divulgação
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A parede divisória possui armários com acabamento em puxadores desenhados pelo Zyva Studio
Yohann Fontaine/Divulgação
Para diluir a fronteira entre os dois mundos — e brincar com essa separação sem torná-la rígida —, as janelas redondas rompem a divisória num gesto simbólico, permitindo a passagem de um mundo para o outro. “É a curiosidade de uma criança que espreita por um buraco de rato para descobrir a paisagem do outro lado”, explica o designer.
O projeto convida a olhar e a ser olhado, a observar a vida na sala de estar a partir do quarto e vice-versa, estabelecendo um diálogo visual constante entre os espaços. Assim, o apartamento se torna um dispositivo de fuga: “Este lugar permite escapar do cotidiano e viajar para um mundo diferente. Pelo menos, é esse o meu objetivo.”
*Matéria publicada originalmente na Architectural Digest França
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
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