Arquitetura
Loja Lemaire Chengdu / F.O.G. Architecture

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- Área:
140 m²
Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. A loja Lemaire em Chengdu, China, está localizada no movimentado distrito de Taikoo Li. Apesar da proximidade com pontos de referência como a Apple Store e a Fountain Plaza, os visitantes experimentam uma surpreendente sensação de tranquilidade ao chegarem no local. Esse contraste de “serenidade em meio ao agito” inspirou tanto a escolha do lugar quanto o conceito de projeto.


Diferente das abordagens convencionais que priorizam a maximização do espaço interno, o projeto intencionalmente reverte a fachada para criar um buffer paisagístico, conectando o vibrante exterior com o calmo interior. A paisagem apresenta uma escada de dois níveis: os visitantes sobem até uma plataforma de entrada e depois descem para o interior. Essa circulação de “um passo para cima, um passo para baixo” aprimora a transição espacial e adiciona um senso de cerimônia à experiência de entrada. Ao equilibrar a vitalidade urbana com uma atmosfera tranquila, a loja não apenas eleva a jornada do visitante, mas também reflete a simplicidade refinada e a elegância discreta da Lemaire.



O conceito de “qualidade do dia a dia” foi um requisito de projeto fundamental da marca (Lemaire). Em ambientes urbanos, as plantas são tipicamente exibidas em vasos dentro de casa. Para refletir isso, o paisagismo da entrada apresenta plantas em vasos móveis em vez de floreiras fixas. Em uma referência à vida cotidiana de Chengdu, o projeto substitui os vasos convencionais por tradicionais “potes de molho” para abrigar as plantas, ancorando ainda mais o espaço na cultura local.



A seleção de materiais destaca proeminentemente o bambu, um material local de Sichuan, amplamente utilizado em todo o projeto. O conceito de projeto combina elementos de bambu “tangíveis”, como pisos de bambu e cortinas de bambu, com representações “intangíveis”. Por exemplo, a fachada exterior incorpora superfícies de pedra em uma textura que evoca a sensação do bambu trançado. Essa interação entre elementos de bambu “tangíveis” e “intangíveis” cria uma narrativa material coesa enraizada no material.


O patrimônio cultural intangível de Sichuan também está entrelaçado no projeto. Elementos como os tradicionais tapetes de lã Cha’erwa do povo Yi de Liangshan e a tecelagem de bambu Cizhu foram incorporados para criar padrões internos exclusivos. Esses detalhes foram desenvolvidos em colaboração com artistas e artesãos locais, assegurando uma conexão autêntica com a identidade visual da marca.


A integração entre o artesanato local e a construção detalhada é o foco deste projeto. Além de utilizar materiais de origem local, o projeto incorpora extensivamente o tijolo Bejmat marroquino, um material que se tornou a assinatura da marca. Sua textura, semelhante aos tijolos cinzas chineses, é complementada por técnicas tradicionais aplicadas nos pisos chineses, criando uma conexão harmoniosa com elementos internos, como a tecelagem de bambu e os tapetes de lã Cha’erwa, que incorporam características culturais distintas.


O projeto também leva em consideração as junções entre diferentes materiais. Por exemplo, para o rodapé, a inspiração vem do Du Fu Cao Tang, onde ripas de madeira são pressionadas sobre o tijolo na base da parede. Essa abordagem transforma o rodapé em uma nova camada material, unificando elementos como soleiras e degraus. Além disso, o projeto incorpora elementos espaciais por meio de detalhes construtivos. Painéis verticais são ocultados dentro do batente da porta, e “lacunas” são deixadas em cada lado das soleiras para sugerir sua presença. Além disso, a viga superior é estendida para servir como um “cabide” de madeira para exibições de vestuário.


Arquitetura
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Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
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