Arquitetura
Moradia do Retiro / Ricardo Azevedo Arquitecto

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Descrição enviada pela equipe de projeto. É consensual que o exercício da arquitectura nunca parte de uma folha branca e em branco. Há sempre algo, por pouco que seja, intrínseco a nós mesmo e inerente ao contexto que nos envolve, que alimenta a nossa mente, que densifica o nosso conhecimento, que se guarda e se fixa por importância, emoção ou curiosidade.

Projectar sobre realidade edificada existente é acrescentar informação à dita “folha branca” e à História, conjugando o desafio de lidar com o existente e suas características e de aproveitar as potencialidades e oportunidades que se geram e guardam em si mesmo.

Tal ainda mais se acentua quando o promotor da intervenção, no caso, futuro habitante, deseja, natural e legitimamente, “o melhor dos dois mundos”: preservar o que de bom encontra nas pedras erguidas e caiadas que formam a construção escolhida para morar; adicionar contemporaneidade e conforto e bem-estar; motivar a criação de um microcosmo habitacional único e irrepetível transformador da realidade num verdadeiro lar, no “meu lar”.

E esta terá sido a maior dificuldade do projecto. Esta terá sido a maior dor dos promotores… porque, na verdade, até se alcançar a solução final (ou seja, até à apropriação total e capaz), a dúvida não se apaga, persistindo e insistindo.

A solução encontrada guarda em si mesmo a perenidade do existente feito de paredes estruturais grossas e graníticas, a cobertura feita vários planos inclinados revestidos a telha, desenho de vãos e caixilharias replicados, entre outros, com espaços reinventados e redimensionados, numa ambiência contemporânea, de ligação ao espaço exterior privado expressa , mas resguardada dos “olhos do domínio público”, de objectos pontuais de dinâmica vivencial e decoração, de tempos e soluções que, acredita-se, torna esta construção intemporal.

O grande desafio foi este: responder ao tempo presente, respeitar o tempo passado, adivinhar o tempo futuro, tudo condensado na construção sólida construtivamente, bonita ao nível estético, eficaz no modo funcional, racionalmente equilibrada, emocionalmente afectiva.

No final, fica o esforço de tudo tentar conjugar, a satisfação de tudo se afigurar compatibilizado e harmonizado e a expectativa de que o futuro confirme o desejado: a felicidade de quem habitará o edifício. Afinal, é para isso que se projecta e “se faz arquitectura”.

Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

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- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa concebida por Zanine Caldas é renovada para artista no Rio de Janeiro
“Minha intervenção atual, a convite dos moradores, tem a função de atualizar e adequar a grande casa à vida da família”, diz o arquiteto Carlos Boeschenstein, que criou o espaço artístico e a sala de ginástica, além de retrabalhar toda a iluminação para valorizar as madeiras da estrutura típica de Zanine e, ao mesmo tempo, destacar as peças da “artista residente” – neste caso, literalmente. Raquel estudou sua arte na Heatherleys School of Fine Arts, no Morley College e na University of the Arts of London, e já expôs suas obras, desde 2019, na Casa Brasil, no Centro Cultural dos Correios e no Consulado da Argentina, além de galerias diversas, sempre no Rio de Janeiro.
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