Entretenimento
Morre Michael Madsen, ator de ‘Kill Bill’, aos 67 anos
O falecimento foi confirmado pelos representantes do ator, que ficou conhecido pelos filmes Cães de Aluguel (1992) e Kill Bill Vol. II (2003), nesta quinta-feira, 3 de julho, à revista People.
Segundo a NBC4 Los Angeles, a morte de Michael Madsen teria ocorrido devido a uma parada cardíaca, conforme informaram as autoridades.
“Até onde sabemos, Michael sofreu uma parada cardíaca e foi encontrado inconsciente em sua casa, em Malibu, na manhã de hoje”, disseram os representantes.
Ron Smith e Susan Ferris, representantes do ator, emitiram o seguinte comunicado sobre sua morte:
“Nos últimos dois anos, Michael Madsen vinha realizando um trabalho incrível com filmes independentes, incluindo as próximas produções Resurrection Road, Concessions e Cookbook for Southern Housewives, e estava realmente empolgado com esse novo capítulo em sua vida”, destacaram.
“Michael também estava se preparando para lançar um novo livro chamado Tears For My Father: Outlaw Thoughts and Poems, atualmente em fase de edição”, acrescentaram.
“Michael Madsen foi um dos atores mais icônicos de Hollywood, cuja ausência será sentida por muitos”, concluíram.
A vida de Michael Madsen
Michael Madsen nasceu em Chicago em 5 de setembro de 1957. Seu pai era bombeiro e sua mãe, cineasta — o que fez com que o cinema sempre estivesse presente em sua vida.
Começou sua carreira como ator no teatro Steppenwolf, em Chicago, tendo sido treinado por John Malkovich. Essa experiência o levou a conseguir pequenos papéis em filmes da década de 1980, como WarGames e The Natural.
O trabalho que lhe trouxe reconhecimento foi o filme Cães de Aluguel, que lançou a carreira de Quentin Tarantino e transformou o Festival de Sundance em um evento relevante para Hollywood.
O filme fez tanto sucesso que entrou na lista dos 400 indicados aos melhores filmes da história pelo American Film Institute.
Madsen chegou a ser cotado para o papel de John Travolta em Pulp Fiction, também de Tarantino, mas recusou para atuar em Wyatt Earp — uma decisão da qual se arrependeu mais tarde.
Ao longo da carreira, Madsen trabalhou em diversos projetos de menor escala, que intercalava com grandes produções de renome, como foi o caso de 007 – Um Novo Dia Para Morrer (2002).
Madsen foi casado três vezes e teve seis filhos, entre eles o ator Christian Madsen.
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Fonte: Notícias ao Minuto
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Neymar causa burburinho ao curtir post com fotos de Bruna Marquezine
Neymar Jr. movimentou as redes sociais nesta segunda-feira (15) ao curtir uma publicação em que Bruna Marquezine aparece. O post foi feito pelo influenciador Lucas Guedez, que compartilhou fotos da festa de 30 anos e mostrou registros ao lado da atriz, ex-namorada do jogador.
Após a repercussão, Neymar retirou a curtida do post, mas prints da interação já circulavam entre internautas.
[Legenda]© Reprodução- Instagram
O relacionamento de Neymar e Bruna foi marcado por idas e vindas entre 2013 e 2018. Atualmente, a atriz está solteira desde o fim do namoro com o ator João Guilherme, com quem mantém amizade.
Neymar é casado com a modelo Bruna Biancardi, com quem tem duas filhas: Mavie, de 1 ano e 10 meses, e Mel, de 2 meses. Ele também é pai de Davi Lucca, de 14 anos, e Helena, de 1 ano.
Fonte: Notícias ao Minuto
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Estátua de Preta Gil é inaugurada em Copacabana ao lado da de Gilberto Gil
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A memória de Preta Gil (1974-2025) ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (15), quando a orla de Copacabana recebeu uma estátua da artista em frente ao tradicional Copacabana Palace.
A escultura foi instalada ao lado da imagem de Gilberto Gil, pai da cantora, eternizando na paisagem carioca a ligação entre os dois e sua contribuição para a música brasileira.
O monumento é fruto de uma mobilização dos fãs, que pediram para que Preta também fosse lembrada no espaço. A homenagem foi organizada pelo quiosque Areia MPB, administrado pela Orla Rio, o mesmo responsável por erguer a estátua de Gilberto Gil em 2023. A escolha do local também não é por acaso: o ponto fica próximo à residência do cantor, reforçando a ligação da família com a cidade.
Preta Gil morreu em julho deste ano, aos 50 anos, vítima de complicações de um câncer no intestino. A perda abalou o meio artístico e o público, que desde então tem promovido uma série de tributos para manter viva sua trajetória.
Recentemente, o trajeto oficial dos megablocos do Rio foi rebatizado como “Circuito Preta Gil”, reconhecimento à sua forte presença no Carnaval carioca.
Na carreira musical, Preta começou relativamente tarde, aos 29 anos, após atuar como produtora e publicitária. Seu álbum de estreia, “Prêt-à-Porter” (2003), trouxe sucessos como “Sinais de Fogo”, composta por Ana Carolina, e marcou sua chegada ao cenário nacional. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma artista defensora da diversidade e da liberdade de expressão, além de se tornar símbolo de representatividade e alegria nos palcos.
“A estátua da Preta nasceu de um pedido dos próprios fãs, que queriam vê-la eternizada ao lado da de seu pai. Para nós, é uma honra atender a esse desejo e transformar o Quiosque Areia em um espaço de memória e afeto. Mais do que uma homenagem, é um símbolo da força da música brasileira e da conexão entre gerações”, afirmou Bruno de Paula, sócio do Areia MPB.
Na inauguração da estátua, o clima foi de emoção. Para os organizadores, o gesto é mais do que um marco cultural, é também uma forma de manter viva a memória de uma artista que sempre buscou transformar afetos em música.
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Me sentindo estranha, diz Deborah Secco sobre baixa autoestima
RIO DE JANEIRO, SP (FOLHAPRESS) – Deborah Secco acordou se sentindo estranha no fim de semana. “Nem feia nem bonita, só estranha mesmo”, disse a atriz em um vídeo postado em sua conta no Instagram, no qual narra um dia em que sua autoestima esteve abalada.
A atriz, aparentemente no quarto de casa (ou no closet), fez um desabafo e deixou uma mensagem positiva a seus mais de 26 milhões de seguidores. Ela contou que a sensação de que estava num dia ruim, “com a cara meio amassada, o cabelo entre o revoltado e o cacheado, uma espinha querendo nascer no meu queixo para fazer network” não a impediu de cumprir seus compromissos.
“A autoestima não é constante, ela some sem avisar”, continuou a atriz, que em seguida contou o que fez para lidar com a sensação de que não estava bem: se arrumou “para fingir que estava tudo sob controle” e saiu, “meio improvisada, meio segura, meio tanto faz”.
Um elogio no elevador fez com que tudo mudasse, o que a levou a refletir sobre a importância de seguir em frente, mesmo em dias ruins. “Autoestima é gostar da gente mesmo nesses dias, a beleza de verdade é a coragem de continuar se olhando com carinho, com amor”, finalizou.
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