Arquitetura
Ninho – Protótipo de Equipamento Bio-Urbano / Atelier Marko Brajovic

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- Área:
120 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Ratoroi

Descrição enviada pela equipe de projeto. Atelier Marko Brajovic convida os visitantes da CASACOR a experienciar no corpo físico, emocional, sensorial e intelectual, como a arquitetura e o design vão muito além das criações humanas, e como a arquitetura animal pode nos inspirar a enxergar as cidades de maneira sinergética. As Cidades Floresta do futuro vão integrar o aprendizado biomimético de como os animais constroem e também proporcionar condições para que animais não-humanos voltem a habitar as nossas cidades.

O Ninho é um protótipo de equipamento bio-urbano inspirado na construção dos pássaros mais destemidos e inovadores, aqueles que aproveitam elementos naturais e reciclados encontrados nas margens das arquiteturas humanas.
Esse formato híbrido provoca um pensamento crítico sobre os limites do que se considera natural ou artificial, da tecnologia construtiva nas diferentes escalas e substâncias, e finalmente, sobre como projetarmos futuros numa nova ecologia do antropoceno.

A construção pré-fabricada em madeira de pinus e plástico reciclado, se materializa como um equipamento o qual pousa no espaço de uma praça existente de forma leve e sem interferir no contexto ecológico do parque. O ambiente permeável, resiliente e sensorial acolhe e convida a desacelerar e conectar-se – entre si, com outros seres, com o céu e com as árvores.
Do ponto de vista funcional, no curso do evento o espaço Ninho propõe os seguintes usos;
- – Lounge – ponto de recepção, encontro, conexão e comunicação entre seres humanos e não humanos. Local para deitar e olhar o céu e conversar sobre os sonhos.
- – Expedition Point – área em formato de pequena arena para palestras e conversas educativas, além de ponto de encontro para saídas de experiência no meio natural do Parque da Água Branca.
- – Exposição Animais Arquitetos – apresentação de imagens, diagramas de projetos, descritivos, maquetes e exemplares de arquiteturas animais.

Exposição Arquitetos Animais. A exposição Arquitetos Animais, com idealização e curadoria do Atelier Marko Brajovic, está montada entorno a instalação Ninho e apresenta os processos e resultados de construções arquitetônicas de uma seleção de animais, além de abordar a interação entre as arquiteturas humanas e as de outras espécies, suas relações e inspirações. A expografia está organizada em três áreas temáticas, que estruturam o conceito curatorial da exposição Arquitetos Animais.

Arquitetos pássaros e insetos. Os animais arquitetos são apresentados com a descrição de seus comportamentos e relações com o entorno natural e social. As informações são acompanhadas por ilustrações, diagramas dos processos construtivos, exemplos de materiais utilizados e a exposição das arquiteturas por eles construídas. Serão apresentadas as motivações comuns nos designs do ninhos — como proteção, atratividade reprodutiva, nomadismo e sedentarismo —, além das lógicas instintivo-sociais de construção e organização dos projetos, como mutirões, cooperação com outras espécies animais ou vegetais e adaptatividade.

Arquitetos mamíferos humanos. Projetos de arquitetura e design inspirados na inteligência da Natureza. Uma seleção de projetos nacionais e internacionais que propõem soluções biomiméticas, a partir da análise das arquiteturas dos animais, levantando temas de interesse para o design e para o aprendizado do arquiteto-humano. Biomimética e inspirações na natureza se manifestam por meio de materiais, sistemas estruturais, soluções tecnológicas e comportamentais.
Multispecity – A cidade para gente humana e não humana. O civismo precisa ser levado a uma consideração coletiva, que envolva o entendimento dos habitantes humanos e não humanos, compartilhando e evoluindo as cidades em conjunto. Como projetar nossas cidades para acolher outras espécies? E quais são as iniciativas concretas nesse sentido?

Texto curatorial arquitetos animais. Muito antes dos seres humanos, as térmitas criaram sistemas de ar-condicionado em cidades com milhões de indivíduos, cidades satélites e autopistas que levavam para o trabalho. As abelhas podem ter ensinado os chineses como fazer papel, ou os indianos como construir em argila. Os pássaros constroem complexas e delicadas estruturas de ninhos para se proteger, seduzir e criar os recém-nascidos. De tempos imemoriais os animais usam fibras, pedra, argila, cera como material de construção. Às vezes os materiais são até produzidos de forma fisiológica, com características de alta tecnologia enquanto estrutura e fabricação. Constroem abrigos, entradas, quartos, sistema de impermeabilização e até cidades inteiras de forma engenhosa. Soluções técnicas que superam em muitos casos os arquitetos humanos. O processo de design usado pelos animais é instintivo e sem ferramentas. Os animais usam patas, boca ou bico para chegar a resultados de brilhante complexidade e elegância arquitetônica. Mas eles também evoluem as próprias arquiteturas e se adaptam ao ambiente externo em constante transformação, habitando não somente ecossistemas primários, mas também as nossas cidades. Pássaros que constroem ninhos usando plásticos; abelhas que criam casas dentro de tijolos, fendas, telhas; colônias inteiras de mamíferos que vivem adaptadas ao ecossistema das grandes cidades.

Paisagismo da praça. E finalmente, na área externa da praça onde está montada a exposição “Arquitetos Animais”, a paisagista Ana Kamitsuji revitaliza os canteiros através da criação de pequenos núcleos de suporte à vida de polinizadores e dispersores e valorização das espécies nativas e locais.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
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A apresentadora, que completa 45 anos no dia 4 de fevereiro, marcou a data da festa para o dia 8 de fevereiro na Mansão Alvite, construída na década de 1940. O imóvel é conhecido pela localização estratégica, com vista para famosos pontos turísticos como o Pão de Açúcar, a Baía de Copacabana e o Cristo Redentor.
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Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
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